Maria Luíza Cabral Advocacia

Maria Luíza Cabral Advocacia Advocacia Criminal Especializada.
5,0 Avaliação Google.

Nenhum vício é bom, mas você já experimentou alguma dessas experiências?
17/08/2026

Nenhum vício é bom, mas você já experimentou alguma dessas experiências?

O ciclo da violência contra a mulher começa muito antes da agressão física, e a Lei Maria da Penha reconhece violências,...
10/08/2026

O ciclo da violência contra a mulher começa muito antes da agressão física, e a Lei Maria da Penha reconhece violências, mesmo que não deixem marcas visíveis.

Reconhecer o padrão de controle é o primeiro passo pra sair dele.

Há 20 anos, o Brasil deu um dos passos mais importantes na proteção das mulheres: a criação da Lei Maria da Penha.Mas es...
07/08/2026

Há 20 anos, o Brasil deu um dos passos mais importantes na proteção das mulheres: a criação da Lei Maria da Penha.

Mas essa lei não nasceu da noite para o dia.

Após sobreviver a duas tentativas de homicídio praticadas pelo próprio marido, Maria da Penha esperou por anos uma resposta da Justiça brasileira. O processo se arrastou por quase duas décadas, enquanto o agressor permanecia em liberdade. Em 2001, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA responsabilizou o Brasil por negligência, omissão e tolerância diante da violência doméstica, reconhecendo que o Estado havia falhado em proteger Maria da Penha e milhares de outras mulheres. (CIDH)

Cinco anos depois, em 7 de agosto de 2006, foi sancionada a Lei Maria da Penha, um marco que transformou a violência doméstica de um problema privado em uma questão de direitos humanos e de responsabilidade do Estado.

Desde então, aprendemos que violência vai muito além da agressão física.

Mas os desafios mudaram.

Enquanto novas formas de violência surgem e discursos relativizam direitos conquistados, os dados continuam mostrando uma realidade preocupante.

Conhecer a história da Lei Maria da Penha é entender por que ela continua sendo necessária.

Vinte anos depois, essa discussão ainda não terminou. Ela continua acontecendo todos os dias.

Existem princípios dos quais eu não abro mão, porque eles definem a forma como escolhi exercer a advocacia.No fim das co...
29/07/2026

Existem princípios dos quais eu não abro mão, porque eles definem a forma como escolhi exercer a advocacia.

No fim das contas, a advocacia que faz sentido para mim é aquela que coloca as pessoas em primeiro lugar.

23/07/2026

O Conto da Aia nunca foi apenas uma história sobre um regime autoritário.

Sempre foi uma reflexão sobre como direitos podem ser enfraquecidos pouco a pouco, até que o controle pareça normal.

Nenhuma sociedade começa retirando direitos de forma explícita. Antes disso, surgem discursos que defendem a volta da “ordem”, dos “papéis naturais” ou da necessidade de limitar a liberdade de determinados grupos.

É nesse ponto que muitas pessoas enxergam paralelos com discursos que circulam atualmente, como alguns difundidos pelo movimento red pill: a ideia de que a autonomia feminina seria uma ameaça e de que o mundo funcionaria melhor se as mulheres ocupassem um lugar mais silencioso e obediente.

Não se trata de dizer que são a mesma coisa.

Trata-se de reconhecer que toda forma de violência começa muito antes da agressão. Ela começa nas ideias que tornam o controle aceitável.

E é justamente por isso que discutir esses discursos continua sendo tão importante.

09/07/2026

Desde novembro de 2024, é obrigatório o sigilo do nome da vítima em processos de violência doméstica e familiar.

O sigilo agora é automático, não depende mais do juiz. A vítima não precisa pedir, justificar, nem esperar. Ela é protegida desde o início.

⚠️ Isso vale apenas para o nome da mulher. O nome do agressor continua visível.

E isso importa.

Importa porque o medo da exposição ainda silencia.

Porque o trauma não termina com a denúncia.
E porque a mulher não deveria pagar um preço ainda maior por ter coragem de romper o ciclo.

Essa é uma vitória importante, porque impede que os processos sejam localizados pelo nome da vítima.

Na era das redes sociais, proteger quem denuncia é o mínimo. A lei entendeu. Agora a gente também precisa entender.

Compartilhe com quem precisa saber disso. A informação também é uma forma de proteção.

08/07/2026

Não é só agressão física.

Controle financeiro, negligência e abandono também são formas de violência contra o idoso, e são reconhecidas pela lei.

O mais difícil?
Na maioria dos casos, vem de dentro da família.

Informação também é proteção.

A forma como falamos sobre violência importa.Porque antes de mudar a realidade, precisamos mudar as narrativas que a sus...
29/06/2026

A forma como falamos sobre violência importa.

Porque antes de mudar a realidade, precisamos mudar as narrativas que a sustentam.

Existe uma diferença importante entre defender um crime e defender o direito de defesa.A advocacia criminal não foi cria...
16/06/2026

Existe uma diferença importante entre defender um crime e defender o direito de defesa.

A advocacia criminal não foi criada para proteger ilegalidades. Foi criada para garantir que o poder de punir do Estado tenha limites, regras e responsabilidade.

Em uma Democracia, justiça não se faz sem defesa, sem contraditório e sem devido processo legal.

Defender essas garantias é defender todos nós.

01/06/2026

Você provavelmente já ouviu falar em estelionato.

Mas quando o golpe acontece dentro de uma relação, muita gente não reconhece.

Promessas, envolvimento emocional e, no final, prejuízo financeiro.

Se há fraude, vantagem ilícita e indução ao erro, não é só decepção, é crime.

Endereço

Avenida República Do Líbano, 256, Pina
Recife, PE
51110160

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Maria Luíza Cabral Advocacia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar