Coimbra e Salazar - Advogados Associados

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Escritório de advocacia especializado em Divórcios, Inventários, Regularização Imobiliária e Planejamento patrimonial | Ajudamos você a resolver os seus conflitos de forma humanizada e efetiva | Sócias: Sophia Coimbra e Maria Luiza Salazar

27/03/2026
27/03/2026

Se você está pensando em casar esse vídeo é pra você!

A verdade é que a maioria dos casais escolhe o regime de bens do seu casamento no automático, sem nem saber o que está assinando, e muitas vezes descobre as consequências só quando o casamento acaba, seja por um divórcio ou por um falecimento. E aí já é tarde demais pra mudar o que foi decidido lá atrás, no momento da habilitação para o casamento.

No vídeo, eu listo 3 riscos que você corre ao se casar sem entender o regime de bens escolhido (dá uma conferida!).

E eu não fiz isso pra te assustar ou te desestimular a casar. De jeito nenhum! Mas você precisa entender que o casamento é, sem exagero, o maior contrato que você vai celebrar na sua vida! Ele mexe com patrimônio, direitos, obrigações e a forma como tudo vai ser dividido se um dia a relação acabar (e acredite, ela vai acabar, mesmo que seja pelo falecimento de um de vocês dois).

Por isso, o planejamento matrimonial é tão importante e deveria ser tratado com a mesma seriedade com que se trata qualquer outro grande negócio da vida.

Conversar sobre bens antes do casamento não é falta de romantismo, é maturidade e cuidado com o outro e consigo mesmo.

Se você está planejando casar ou quer entender melhor o regime de bens que já tem, começa a me seguir! Aqui eu te ensino a como proteger o patrimônio da sua família.

26/03/2026

“Dra., tô pra fazer o inventário do meu pai há muito tempo, mas é muito caro e burocrático!”

Essa é uma das coisas que a gente mais escuta aqui no escritório. Mas deixa eu te contar: tem solução pra isso!

Primeiro de tudo, um processo de inventário só é caro, se o falecido tiver deixado bens a inventariar certo? Isso significa que sempre existirá patrimônio nas mãos dos herdeiros.

E se eu te disser que os herdeiros podem, antes da conclusão do processo, vender um dos bens deixados pelo falecido ou, até mesmo, levantar um valor a partir da conta bancária do falecido para arcar com as despesas do inventário?

É isso mesmo! Essa estratégia é totalmente possível e, hoje em dia, simples de ser adotada, tudo podendo ser resolvido em cartório.

Então, não deixe pra depois algo que você pode fazer hoje! A demora na realização do processo de inventário gera incidência de multa tributária e impede que os herdeiros possam dispor do patrimônio do falecido.

Busque sempre um advogado especialista pra te assessorar e encaminha esse conteúdo para aquele seu amigo que está “enrolando” para regularizar a herança dele! 😉

26/03/2026

E se o falecido assinou uma promessa de compra e venda imobiliária antes de falecer, mas não deu tempo de fazer a escritura? Será que os herdeiros precisam incluir esse bem no inventário?

A resposta é: NÃO! Negócios jurídicos celebrados antes do falecimento podem, perfeitamente, ser escriturados através de uma simples nomeação de inventariante. A escritura será lavrada, independentemente do inventário e da partilha do bem, afinal a conclusão do negócio ocorreu com o falecido ainda vivo.

Procure sempre um advogado especialista pra se consultar e não ter gastos desnecessários 😉

24/03/2026

Você tem qualquer patrimônio? Então, NÃO cometa esses erros!

- Casar sem entender o regime de bens escolhido.

A escolha do regime de bens é uma das decisões mais importantes da sua vida patrimonial. Todo casamento termina um dia — pela separação ou pela morte. E é nessa hora que a falta de planejamento cobra o preço.

- Viver em união estável sem regularizar a existência da entidade familiar.

Além de ter que se submeter às regras da comunhão parcial de bens, se você falecer e a união não estiver formalizada, os seus herdeiros podem simplesmente não reconhecer o seu companheiro como tal. Resultado: a pessoa com quem você conviveu por tantos anos pode não ter o seu direito à herança respeitado, tendo que entrar com um processo judicial para provar o que viveu, sem nenhuma garantia.

- Ter um filho socioafetivo e não regularizar o vínculo de filiação.

Da mesma forma como acontece com a únião estável, sem a formalização da filiação socioafetiva, o seu filho pode ficar completamente desprotegido em termos sucessórios.

- Não providenciar um documento declarando quem você quer que administre o seu patrimônio em caso de futura incapacidade.

Se amanhã você não puder decidir por si, quem decide? Você tem em suas mãos o poder de indicar a pessoa mais adequada para gerir o seu patrimônio e para cuidar de você, caso você seja acometido por alguma incapacidade. Na falta de indicação, a lei vai decidir por você!

Então, o que podemos aprender com tudo isso é: formalize o seus vínculos, planeje, entenda antes de tomar decisões importantes e que impactam em toda a sua vida patrimonial! Ninguém sabe o dia de amanhã. Mas quem se antecipa não é pego de surpresa.

Planejamento patrimonial e familiar não é luxo — é responsabilidade com quem você ama e com tudo o que você construiu.

📩 Quer entender o que faz sentido para a sua realidade? Me chama no direct.

19/03/2026

Quer beneficiar seu filho, mas sem que o bem doado também seja do cônjuge dele?

A cláusula de incomunicabilidade pode ser a chave!

A colocação desse dispositivo garante que os bens doados permaneçam exclusivamente com o seu filho, mesmo em caso de divórcio.

Não esqueça que com um planejamento sucessório bem estruturado, você protege seu legado, evita conflitos e assegura que a sua vontade seja respeitada.

Quer organizar em vida a sua sucessão? Procure um advogado especialista!

09/03/2026

Você quer destinar a maior parte do seu patrimônio para, apenas, um dos seus filhos? Sabemos que o amor é o mesmo, mas é natural querer proteger um deles como forma de gratidão por todos os cuidados, ou por entendê-lo como mais vulnerável...

Se esse for o seu desejo, você precisa ter o seguinte cuidado essencial: como existem outros filhos (que também são seus herdeiros necessários), a doação tem que se limitar a até 50% do seu patrimônio total. Ultrapassado esse limite, ocorrerá o que chamamos de doação inoficiosa — e, no futuro, ela pode vir a ser reduzida para recompor a parte dos demais herdeiros.

Na prática? O filho beneficiado terá que devolver parte do que recebeu. E o que era proteção pode virar conflito familiar.

Além disso, se a doação não for estruturada da forma certa, ela pode ser considerada adiantamento de legítima e os efeitos serão completamente diferentes. Nesse caso, todos os filhos receberão, exatamente, a mesma parcela do seu patrimônio, apenas aquele que deveria ter sido beneficiado terá recebido uma parte antes dos demais.

Percebe como não é só “passar um bem para um filho”? É cálculo e estratégia.

Se você pensa em organizar seu patrimônio ainda em vida, faça isso com segurança jurídica. Sua vontade merece ser respeitada, mas precisa ser estruturada da maneira correta.

Seja muito bem-vindo!Sou Sophia, advogada especialista em Direito das Famílias e Sucessões, com atuação estratégica em p...
08/03/2026

Seja muito bem-vindo!

Sou Sophia, advogada especialista em Direito das Famílias e Sucessões, com atuação estratégica em planejamento e organização patrimonial.

Durante a minha graduação, vivenciei a rotina de grandes escritórios e, desde então, percebi que não me identificava com a advocacia tradicional - por muitas vezes engessada e limitada ao processo judicial.

Eu buscava profundidade. Estratégia. Impacto real na vida das pessoas.

Depois da minha formação e de um período importante de reflexão e amadurecimento profissional, em 2020, vivi uma mudança de chave que me levou a revisitar o que, de fato, eu queria construir como carreira. Compreendi que estava no lugar errado, e que o Direito das Famílias e das Sucessões não se resume a conflitos — ele envolve estrutura, proteção, organização e decisões que moldam gerações.

Hoje, ao lado da minha sócia, lidero o , escritório de advocacia com atuação altamente especializada, artesanal e voltada para prevenção, proteção patrimonial e soluções jurídicas inteligentes.

Atuamos sempre de forma técnica e criteriosa, analisando cuidadosamente a realidade de cada família — porque nenhuma solução deve ser genérica, quando o que está em jogo é seu legado.

Acreditamos que planejamento não é “blindar patrimônio”, mas preservar pessoas, relações e bens.

Não oferecemos, apenas, solução jurídica.

Oferecemos estrutura, clareza e decisões pensadas para proteger o que realmente importa.

26/02/2026

Você sabia que já é possível fazer inventário em cartório mesmo havendo herdeiros incapazes?

Isso mesmo! Com a Resolução 571 do CNJ, ampliaram-se as possibilidades do inventário extrajudicial.

O que antes obrigava a família a enfrentar um processo judicial longo e desgastante, agora pode ser resolvido diretamente no cartório — desde que atendidos os demais requisitos legais.

O extrajudicial é uma tendência irreversível: menos tempo no Judiciário e mais eficiência na regularização do patrimônio.

Se você precisa fazer o inventário de um familiar falecido e quer saber se optar pela sua realização em cartório, fala comigo!

📩 Me envia uma mensagem e vamos resolver isso da forma mais inteligente.

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