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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou provas obtidas em uma operação policial no Rio de Janeiro, na qual agentes e...
10/08/2026

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou provas obtidas em uma operação policial no Rio de Janeiro, na qual agentes entraram em diversas casas sem mandado judicial.

A abordagem inicial foi considerada legítima, mas a invasão dos domicílios sem autorização violou o direito à privacidade.

O relator destacou que esse tipo de ação não ocorre em bairros de classe média e alta.

A operação começou quando policiais viram dois homens fugindo. Após a abordagem, um deles foi encontrado com dinheiro e teria confessado que o valor vinha da venda de dr**as.

Com isso, os agentes decidiram revistar residências próximas, onde encontraram entorpecentes.

O Ministério Público apresentou denúncia e o acusado foi condenado com base nessa apreensão.

No entanto, o STJ considerou a busca ilegal, reforçando que nem mesmo a Justiça pode autorizar uma varredura coletiva desse tipo.

Sem mandado e diante da abordagem generalizada, o tribunal concluiu que as provas eram ilícitas e absolveu o réu.

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– REsp 2.090.901.

Será que você pode pedir usucapião do imóvel onde mora há tantos anos?A usucapião é uma forma de adquirir o direito de s...
08/08/2026

Será que você pode pedir usucapião do imóvel onde mora há tantos anos?

A usucapião é uma forma de adquirir o direito de ser proprietário do imóvel após um determinado período de posse, desde que preenchidos requisitos específicos.

No entanto, há situações que podem impedir, suspender ou interromper esse direito.

Confira algumas delas:

1 – Contrato de locação vigente:

O locatário não pode pedir usucapião enquanto o contrato estiver em vigor ou o locador tentar retomar a posse do imóvel por meio de medidas judiciais ou extrajudiciais.

2 – Contrato de comodato vigente:

Quando o imóvel é emprestado gratuitamente, o comodatário não pode pedir usucapião enquanto o contrato de comodato estiver ativo.

3 – Durante o casamento:

Não é possível usucapir um imóvel pertencente a ambos os cônjuges ou companheiros durante o casamento, pois a posse é considerada comum.

4 – Exercício de curatela ou tutela:

A usucapião não é permitida em imóveis relacionados à curatela ou tutela, uma vez que o curador ou tutor administra os bens do incapaz.

5 – Entre ascendentes e descendentes durante o poder familiar:

Juridicamente, o poder familiar é a autoridade e dever de cuidado exercidos pelos pais em relação aos filhos menores ou não emancipados.

Enquanto essa situação estiver presente, não é possível pedir usucapião de bens que envolvam pais e filhos, pois a lei entende que a função dos pais é cuidar do imóvel em prol da família.

Quer saber mais?

Então consulte um advogado especializado em direito imobiliário!

Você já se perguntou o que acontece quando o genitor se recusa a fazer o exame de DNA em um processo de investigação de ...
07/08/2026

Você já se perguntou o que acontece quando o genitor se recusa a fazer o exame de DNA em um processo de investigação de paternidade?

Então vamos descobrir!

O exame de DNA é aquela ferramenta poderosa para confirmar ou negar a paternidade.

Mas não é o único caminho.

Caso o pai se recuse, o juiz pode formar sua opinião sem o teste, com base em outras provas, como fotos, cartas, históricos de mensagens e testemunhas.

Inclusive, a lei é clara ao determinar que a negativa do genitor em se submeter ao exame gera uma presunção de paternidade.

Em outras palavras, a recusa já levanta uma suspeita.

Ficou com alguma dúvida?

Busque orientação legal junto a uma equipe de advogados especializados em direito de família! .

A surdez unilateral total é reconhecida legalmente como deficiência auditiva pela Lei nº 14.768/2023.Isso significa que ...
06/08/2026

A surdez unilateral total é reconhecida legalmente como deficiência auditiva pela Lei nº 14.768/2023.

Isso significa que a pessoa pode ser considerada PcD para fins legais. Porém, o diagnóstico, sozinho, não garante a concessão automática da aposentadoria da pessoa com deficiência pelo INSS.

Para ter direito, é necessário passar por avaliação biopsicossocial, que analisa as limitações de longo prazo, as barreiras enfrentadas e os impactos da deficiência na participação social e profissional.

Também é preciso comprovar o tempo de contribuição exigido conforme o grau da deficiência:

• leve: 33 anos para homens e 28 para mulheres;
• moderada: 29 anos para homens e 24 para mulheres;
• grave: 25 anos para homens e 20 para mulheres.

O INSS também verifica por quanto tempo o segurado trabalhou na condição de pessoa com deficiência. Por isso, laudos, exames, prontuários e documentos profissionais podem ser importantes.

A surdez unilateral faz parte da sua realidade? Vale analisar se todos os requisitos previdenciários foram cumpridos.

A divisão de bens costuma gerar conflitos. O que antes era apenas uma questão patrimonial pode se transformar em desente...
05/08/2026

A divisão de bens costuma gerar conflitos. O que antes era apenas uma questão patrimonial pode se transformar em desentendimentos profundos entre irmãos, cônjuge e demais familiares.

E isso acontece, muitas vezes, por falta de informação sobre os caminhos legais disponíveis.

Um dos principais impasses surge quando não há consenso. Um herdeiro quer vender o imóvel, outro prefere manter. Um acredita que contribuiu mais em vida e merece parcela maior.

Nesses casos, a lei estabelece critérios objetivos de partilha, que devem ser respeitados para evitar injustiças.
Como por exemplo, a igualdade entre herdeiros da mesma classe. Se há três filhos, a divisão deve ser igualitária, salvo exceções legais como testamento dentro da parte disponível. Também existe a colação. Se um filho recebeu um bem relevante em vida, essa doação pode ser considerada na divisão final, para equilibrar as quotas e evitar vantagem indevida.

Também pode haver problemas na avaliação dos bens. Um imóvel pode ter valor de mercado diferente daquele estimado por um dos herdeiros. Empresas, veículos e aplicações financeiras também precisam ser corretamente apurados.

Por isso que uma avaliação técnica e imparcial costuma evitar discussões prolongadas.
Antes de levar o conflito ao judiciário, a mediação pode ser uma alternativa eficiente. Com o auxílio de profissionais capacitados, muitas famílias conseguem chegar a um acordo equilibrado, preservando relações e reduzindo desgaste emocional e tempo.

Mas infelizmente quando o diálogo realmente não é possível, a via judicial garante que a partilha seja feita conforme a lei.

Existem, sim, caminhos legais para solucionar disputas sucessórias. O importante é agir com estratégia e orientação adequada, evitando decisões impulsivas que possam agravar o cenário.

Salve este conteúdo para consultar depois, compartilhe com quem precisa entender seus direitos e busque assessoria jurídica especializada para conduzir o processo com segurança e equilíbrio.

Um juiz do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ/GO) reconheceu o direito de professora à aposentadoria especial.O período em...
03/08/2026

Um juiz do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ/GO) reconheceu o direito de professora à aposentadoria especial.

O período em que atuou como supervisora do ensino fundamental e responsável por atividades em biblioteca foi incluído no cálculo do benefício.

Inicialmente, o Estado negou o pedido sob a justificativa de que essas funções, por serem fora da sala de aula, não contariam como tempo de magistério.

Mas a Justiça entendeu diferente. O juiz destacou que o trabalho pedagógico não se limita à sala de aula.

Funções como orientação, supervisão e apoio ao ensino também exigem formação técnica e conhecimento pedagógico, sendo parte essencial da atividade docente.

Segundo a decisão, essas atividades se enquadram na função de magistério e devem ser consideradas para fins de aposentadoria especial, conforme entendimento do STF e da legislação vigente.

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– Processo 5009424-25.2025.8.09.0051.

Em primeiro lugar, é importante compreender que ser réu primário significa não possuir registro de condenações criminais...
02/08/2026

Em primeiro lugar, é importante compreender que ser réu primário significa não possuir registro de condenações criminais definitivas em seu desfavor.

Além de ser considerada positiva de maneira genérica, de acordo com o senso comum, essa condição pode acarretar efeitos jurídicos benéficos.

Vamos conhecê-los!

1 - Cumprimento da pena:

Ser primário e sem antecedentes criminais evita a elevação da pena no momento em que o cálculo é efetuado em sentença pelo juiz.

2 - Acordos:

Existe a possibilidade de firmar acordos definidos em lei, como a suspensão condicional do processo ou o acordo de não persecução penal.

Em ambos os casos, o réu pode evitar o seguimento, ou até mesmo a instauração do processo criminal, desde que cumpra algumas obrigações.

3 - Responder ao processo em liberdade:

Outro fator favorável para o preso em flagrante é a chance de responder ao processo ou à investigação criminal em liberdade.

Isso ocorre porque, ao menos à primeira vista, observa-se a ausência de relações prévias com o mundo criminal, o que também reflete uma menor probabilidade de reiteração da conduta ilícita.

Vale ressaltar que a primariedade é sempre um fator a ser analisado conjunturalmente, ou seja, depende de outros fatores positivos para gerar efeitos concretos.

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Quem trabalhou em áreas urbanas e rurais ao longo da vida pode contar com uma alternativa que traz mais flexibilidade e ...
01/08/2026

Quem trabalhou em áreas urbanas e rurais ao longo da vida pode contar com uma alternativa que traz mais flexibilidade e benefícios: a aposentadoria híbrida.

Essa é uma oportunidade especialmente vantajosa para quem não conseguiu completar o tempo exigido apenas como trabalhador rural.

Porém, muitas pessoas ainda não sabem que podem aproveitar essa modalidade.

O que é a aposentadoria híbrida?

A aposentadoria híbrida é uma forma de aposentadoria por idade que combina períodos de trabalho rural e urbano.

É ideal para quem passou parte da vida profissional em atividades no campo e outra parte na cidade, garantindo que nenhum tempo de trabalho seja desperdiçado.

Requisitos para a aposentadoria híbrida:

→ Regra antiga:

Mulheres: 60 anos de idade e 15 anos de contribuição;

Homens: 65 anos de idade e 15 anos de contribuição.

Se você já cumpria esses requisitos antes da reforma, pode se aposentar pelas regras antigas.

→ Regra de transição:

Mulheres: 62 anos de idade, 15 anos de contribuição;

Homens: 65 anos de idade, 15 anos de contribuição.

→ Regra atual (pós-reforma):

Mulheres: 62 anos de idade, 15 anos de contribuição;

Homens: 65 anos de idade, 20 anos de contribuição.

Se você acredita que tem direito a esse benefício, procure um advogado especializado em direito previdenciário.

Assinar um contrato sem revisar tudo direitinho pode sair caro!Cláusulas mal escritas, omissões e ambiguidades podem vir...
30/07/2026

Assinar um contrato sem revisar tudo direitinho pode sair caro!

Cláusulas mal escritas, omissões e ambiguidades podem virar uma grande dor de cabeça no futuro.

Para evitar problemas jurídicos e financeiros, contar com um advogado especialista é essencial.

Um dos maiores desafios ao analisar um contrato é a linguagem jurídica complexa.

Muitos documentos são escritos de forma técnica, o que dificulta a compreensão de quem não é da área.

Isso pode levar a diferentes interpretações e até a conflitos entre as partes.

Um especialista analisa cada detalhe, elimina ambiguidades e garante que tudo fique claro e seguro.

Outro problema comum são as cláusulas ausentes.

Muitas vezes, pontos importantes acabam ficando de fora, abrindo espaço para disputas.

Um advogado revisa o contrato com atenção para garantir que ele cubra todas as questões relevantes e proteja seus interesses.

E tem mais: as leis mudam o tempo todo e um contrato válido hoje pode não estar adequado amanhã.

Um profissional acompanha essas atualizações e assegura que seus contratos estejam sempre dentro das normas vigentes.

Além disso, a revisão contratual pode ser uma ótima oportunidade para renegociar termos desfavoráveis e conseguir condições melhores.

Ter um especialista ao seu lado pode fazer toda a diferença.

Antes de assinar qualquer contrato, consulte um advogado.

Isso evita surpresas desagradáveis e garante mais segurança para você!

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Uma consumidora que sofreu queda dentro de um supermercado após escorregar em produto derramado no chão será indenizada ...
30/07/2026

Uma consumidora que sofreu queda dentro de um supermercado após escorregar em produto derramado no chão será indenizada pela empresa.

O caso foi analisado pela 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que entendeu que houve falha na prestação do serviço. Segundo o tribunal, o local não estava devidamente higienizado nem sinalizado, o que colocou os clientes em risco.

De acordo com o processo, a mulher escorregou em amaciante de roupa derramado no piso, fraturou o ombro e precisou passar por cirurgia e período de reabilitação, além de enfrentar dificuldades para realizar atividades do dia a dia.

A Justiça reconheceu que o estabelecimento tem responsabilidade pela segurança dos consumidores dentro da loja.

Com isso, o supermercado foi condenado a pagar R$ 20 mil por danos morais, R$ 10 mil por danos estéticos e R$ 243,45 por danos materiais.

Situações como quedas em supermercados, shoppings ou outros estabelecimentos podem gerar direito à indenização quando há falha na segurança do local.

Se você sofreu um acidente em estabelecimento comercial, buscar orientação jurídica pode ajudar a avaliar se houve responsabilidade da empresa.

Processo: 0716672-73.2024.8.07.0020.

Endereço

Rua Tupi, 819/sala 4/Vila Tupi
Praia Grande, SP
11703-260

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