Diego Araujo Granjeiro

Diego Araujo Granjeiro Um Advogado Combativo com larga experiência, especializado em resolver o seu problema e ganhar caus Diego Araujo Granjeiro é Advogado.

Possui MBA em Produção e Logística pela Faculdade de Tecnologia Ciências e Educação - SP (2009) e Pós-graduação em Marketing pela Faculdade de Tecnologia Ciências e Educação - SP (2010).Formado em Administração de Empresas pela Faculdade de Tecnologia Ciências e Educação (FATECE) e Gestão Empresarial pela Faculdade Drummond de Andrade. Foi 1º Tenente do 13º Regimento de Cavalaria Mecanizado - SP e

proprietário da empresa Gran Lunas.Cursou o Bacharelado em Direito pela Universidade Camilo Castelo Branco (UNICASTELO). Tem experiência em Administração com ênfase em Marketing, atuando nos seguintes temas: estratégia de negócios, licitações e contratos, a estrutura do campo da estratégia empresarial, gestão estratégica e teoria crítica.

23/08/2025
23/08/2025
14/11/2017

🚫 Racismo é Crime! 🚫

A sociedade brasileira é ra***ta. O racismo está impregnado na sua história, nas suas estruturas de poder, no seu cotidiano, na distribuição dos papéis sociais, na seletividade penal, na ocupação do território urbano. A chave de leitura do Brasil passa, necessariamente, pelos 'institutos' do navio negreiro, senzala, capitão-do-mato e gueto.

Quando criança, meus professores e professoras de história falavam da tal 'influência' indígena e africana na cultura do Brasil... expressões populares, nomes, comidas e costumes.
Como se o país não fosse negro e indígena. Como se a nossa história não fosse a história do genocídio ameríndio e da espoliação e matança das pessoas sequestradas na costa da mãe África. Não temos 'influência' ou 'matizes'... somos essencialmente negros e indígenas..., conquanto o racismo nos tenha legado um imaginário de que teríamos que ser a tal Europa na América (E o obtuso 'O sul é meu país' não deixa de ser uma projeção disso!)... à exemplo da suposição tosca de que alguém só consegue filosofar em alemão ou de que é impossível ser reflexivo e meditativo nos trópicos. Somos um caldo de culturas, claro. Mas, boa parte de caldo cultural é vilipendiada pela falta de tomada de consciência pelos inúmeros preconceitos diluídos na cultura ou pela visão de mundo que teima em hierarquizar e segregar humanos..., normalizando o que jamais poderia ser aceito, de modo que, as pessoas parecem não estranhar a seletividade ra***ta do sistema de repressão penal, a seletividade ra***ta na distribuição dos papeis sociais... não estranham o gueto incrustado na polis...

Brilhante jornalista? De que adianta ser 'brilhante' jornalista, 'brilhante' médico ou 'brilhante' qualquer coisa, se o sujeito é ra***ta?

A Constituição Federal garante igualdade a todos perante a lei, sem distinções de qualquer natureza, garantindo, assim, os direitos à vida, à liberdade, à igualdade e à segurança. Confira o artigo 5°, inciso XLII, da Constituição Federal: http://bit.ly/1dFiRrW.

Racismo é Crime!
Não tem fiança que resolva.
Não prescreve.
Não cabe no país que queremos!
Denuncie.

Descrição da imagem : rosto de um homem negro.
Texto da imagem: Não é a cor nem o cabelo que são ruins. Ruim é o seu racismo. Essa prática é um crime inafiançável e imprescritível. Diga não!
Texto: Flávio Antônio da Cruz

Caso conheça alguém, presencie ou esteja enfrentando problemas ou dúvidas com Racismo ou Injúria Racial, entre em contato!

14/11/2017

“A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados.” Gandhi.

Confira a Declaração Universal dos Direitos dos Animais: http://bit.ly/1lEUkD4

Descrição da imagem : Fotografia de uma cachorrinha com óculos de grau segurando um livros com as patas como se estivesse lendo.

Texto: Direito dos animais. É importante conhecê-los! Todo animal tem o direito à atenção, aos cuidados, e à proteção do homem. Declaração Universal dos Direitos dos Animais, art. 2º, inciso 3.

05/11/2017

🤡05 de Novembro - Dia Nacional da Cultura🤡

A cultura brasileira é tão diversa que não se pode falar dela em apenas um dia. Apesar disso, hoje foi escolhido para festejarmos as manifestações culturais de norte a sul e de leste a oeste.

O Brasil, como todos já sabem, é um país de formação multirracial e por isso carrega um pouco do costume de cada povo que aqui veio morar. Dos negros, herdamos o candomblé, a capoeira, parte do nosso vocabulário e muito do nosso folclore. Dos índios, herdamos o artesanato, a pintura, comidas exóticas como o peixe na folha da bananeira e a rede. Do português, ficamos com o costume católico, a língua, as roupas.

Essa mistura toda não se deu de maneira pacífica, mas sim por meio da dominação cultural e da escravização de índios e negros. No entanto, características culturais de ambas etnias sobreviveram ao tempo e hoje compõe uma enorme riqueza cultural. Alguns estudiosos, como o escritor Sérgio Buarque de Holanda, acreditam que o fato de outras culturas permearem a cultura brasileira nos tornou “desterrados em nossa própria terra”. O movimento modernista da década de 20 mostrou a idéia de intelectuais que sentiam falta de um caráter estritamente nacional e que importava modelos sócio-culturais. O escritor Mário de Andrade construiu o personagem “Macunaíma” para retratar isso.

Independente da existência ou não de uma identidade nacional, o fato é que temos muito que comemorar hoje. Os costumes do povo brasileiro, seu folclore, suas comidas e suas músicas são neste sentido, grandes representantes das peculiaridades da cultura do país.

O folclore brasileiro é recheado de lendas e mitos como o Saci-pererê, criado por um escritor residente aqui em Porto Ferreira, Sr. Jean Gabriel Villin, que o retratou como um menino de uma perna só que mora na floresta, usa um gorro vermelho e fuma ca****bo. Uma de suas travessuras mais comuns é emaranhar a crina dos cavalos de viajantes que acampam na floresta. Seu nome vem do tupi-guarani.Há também outras lendas como a da Mula-sem-cabeça, do Curupira, Iara Mãe D’Água, Boi Tatá, o Negrinho do Pastoreio e do Boto cor de rosa também são bastante conhecidas.

A música estava presente no cotidiano do índio e do negro, relacionada tanto ao simples prazer quanto a rituais religiosos. As cantigas de roda infantis e as danças de quadrilhas são de origem francesa. Pela influência de vários povos e com a vinda de instrumentos estrangeiros (atabaques, violas, violão, reco-reco, cuíca e cavaquinho), inventamos o samba, o maracatu, o maxixe e o frevo. Inventamos também o axé, a moda de viola, que é a música do homem do interior, e o chorinho. Alguns movimentos musicais, como a Bossa Nova e a Tropicália, também foram importantes na formação musical brasileira.

Assim como em outras instâncias da nossa cultura, o índio, o negro e o branco fizeram essa miscelânea que é nossa tradição culinária. Aprendemos a fazer a farinha de mandioca com os índios e dela fazemos a tapioca, o beiju e também o mingau. A feijoada é fruto da adaptação do negro às condições adversas da escravidão, pois era feita com a sobra das carnes. O azeite de dendê também é uma grande contribuição africana à nossa culinária, pois com ele fazemos o acarajé e o abará.

Os portugueses nos ensinaram técnicas de agricultura e de criação de animais. Deles, herdamos o costume de ingerir carne de boi e porco, além de aprendermos a fabricar doces, conservas, queijos, defumados e bebidas.

Em tempos tão sombrios e obscuros, comemorar o Dia da Cultura, não é apenas reavivar este sentimento simbólico e patriótico, e sim protagonizar a arte tão distante nos tempos atuais daqueles que mais necessitam dela...

Endereço

Rua Doutor Carlindo Valeriani, 596/Centro
Porto Ferreira, SP
13660-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Diego Araujo Granjeiro posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Diego Araujo Granjeiro:

Compartilhar