08/06/2026
Você sabe?
Quem trabalha por conta própria também pode — e deve — pensar no futuro previdenciário.
O autônomo não tem desconto automático em folha como um trabalhador CLT. Por isso, para ter acesso à aposentadoria e a outros benefícios do INSS, é necessário contribuir corretamente como contribuinte individual.
Mas atenção: não basta apenas “pagar o carnê”. É preciso saber qual código usar, qual alíquota escolher e se os pagamentos estão aparecendo corretamente no CNIS.
Existem diferentes formas de contribuição. O plano normal, com alíquota de 20%, pode permitir uma proteção mais ampla. Já o plano simplif**ado, de 11% sobre o salário mínimo, costuma ser uma opção mais acessível, mas possui limitações, especialmente em relação à aposentadoria por tempo de contribuição.
Além disso, quem é MEI também contribui para o INSS por meio do DAS, mas precisa entender que essa contribuição, sozinha, pode limitar o valor e o tipo de aposentadoria.
Por isso, antes de escolher a forma de pagamento, é importante analisar:
✅ sua idade;
✅ seu tempo de contribuição;
✅ sua renda mensal;
✅ se já existem contribuições antigas;
✅ se há períodos em atraso;
✅ qual aposentadoria será mais vantajosa no seu caso.
Planejar agora evita prejuízos no futuro. Muitos autônomos passam anos pagando de forma errada e só descobrem o problema quando vão pedir a aposentadoria.
Aqui na Hansel Advocacia a gente te auxilia em tudo o que precisar!
Link artigo de apoio: https://portal.trf6.jus.br/institucional/campanha-de-conscientizacao-previdenciaria/trabalhador-autonomo/