Hoppe Advocacia

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Hoppe Advocacia Hoppe Advocacia é um escritório que presta serviços de consultoria e advocacia.

Hoppe Advocacia é um escritório que presta serviços de consultoria e advocacia com forte atuação na área do direito de família e sucessões, agrário, empresarial e imobiliário. Na representação de seus clientes em questões consultivas e contenciosas, a Hoppe Advocacia prioriza a excelencia no atendimento, o que se traduz no acompanhamento direto dos sócios em cada caso. Registrada na OAB/RS sob o nº 4.360, a Hoppe Advocacia busca resoluções práticas para questões complexas de diversas naturezas. A história da Hoppe Advocacia inicia há mais de meio século com o advogado Mário Daniel Hoppe, em Passo Fundo. A vocação pelo direito e sua ligação com a terra foram os legados transmitidos para as gerações seguintes. Seu filho, Marcel Esquivel Hoppe, imbuído dos valores, princípios e da experiência jurídica de seu pai, atuou como magistrado em várias comarcas do interior do Estado do Rio Grande do Sul, vindo a se aposentar como Desembargador do Tribunal de Justiça. A volta para a advocacia e a extensão para Porto Alegre vieram com a terceira geração, representada por Wellington Hoppe. A sede do escritório está situada na Praça Marechal Deodoro, no Centro Histórico de Porto Alegre, mais conhecida como Praça dos Três Poderes. De fácil acesso e no núcleo dos acontecimentos, ao lado dos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo, assim como da Catedral Metropolitana e do Theatro São Pedro.

Em outras oportunidades já mencionei que não são poucas as consultas de clientes que chegam com a solução pronta: abrir ...
30/09/2026

Em outras oportunidades já mencionei que não são poucas as consultas de clientes que chegam com a solução pronta: abrir uma holding.

É bastante interessante quando essa consulta é feita por pessoas que construíram o patrimônio não através de uma indústria familiar ou comércio próprio, mas através dos cargos que ocuparam, com os salários que receberam.

Essas pessoas, altamente instruídas, muitas vezes chegam com a informação de que pacotes prontos seriam o ideal para atendê-las. No entanto, essa nem sempre é a melhor forma. O que muitas delas procuram é organizar a distribuição do patrimônio. O que desejam, efetivamente, é organizar a última vontade.

👉E para organizar a última vontade, a solução não é uma holding. O nome disso é testamento.

Os valores cobrados por um testamento e por uma holding são bastante distintos, sendo que a holding tem um ticket bem mais alto. Talvez por isso exista tanto apelo em torno dela.

Mas nunca se pode esquecer que o advogado deve buscar o que é melhor para o seu cliente. Deve buscar a opção juridicamente mais segura, eficiente em termos gerenciais e tributários, e que efetivamente atenda ao que aquela pessoa está pedindo.

Como sempre: não há decisão pronta, mas sim aquela que mais atende àquela pessoa, àquela família. O caminho é sempre sob medida. Antes de oferecer a solução, é preciso entender a pergunta. E a pergunta nem sempre é aquela que o cliente traz na ponta da língua.😉

Minha filha de 7 anos, sem querer, resumiu o que acontece em muitas dissoluções de empresa familiar.O jogo da harmonia e...
26/09/2026

Minha filha de 7 anos, sem querer, resumiu o que acontece em muitas dissoluções de empresa familiar.

O jogo da harmonia estava aberto para os dois lados. A bola estava no meio do campo. Um lado simplesmente escolheu não entrar em campo.🥅

A paz é o ativo mais valioso de uma família. E defender o que é valioso, quando o outro lado não colabora, às vezes custa caro.

Obrigada, Georgia!😊

Tem valores que a gente aprende antes de entender o que signif**am.O valor da palavra. O trabalho que se faz sem alarde....
20/09/2026

Tem valores que a gente aprende antes de entender o que signif**am.

O valor da palavra. O trabalho que se faz sem alarde. A lealdade que não se negocia. O olhar no olho. E quando a situação aperta, é exatamente ali que o caráter aparece.
São valores que a cultura gaúcha carrega há gerações. E que, quando entram num escritório de advocacia, mudam a forma de trabalhar.

Na Hoppe, quatro advogados com trajetórias diferentes compartilham o mesmo jeito de encarar cada caso: com maturidade para entender que problemas complexos exigem profundidade. Com atenção aos detalhes que outros deixam passar. Com o entendimento de que por trás de cada processo existe uma pessoa, uma família, uma história que precisa ser ouvida de verdade.

E com a convicção de que, quando um cliente confia à Hoppe o que construiu, não há espaço para solução de prateleira, para resposta rápida, para meio trabalho.
Verás que um filho teu não foge à luta.

No escritório, isso signif**a: enquanto houver caminho, a Hoppe percorre. Enquanto houver argumento, a Hoppe apresenta. Enquanto houver cliente que precisa de alguém ao lado, a Hoppe está lá.

Feliz 20 de setembro, de quem leva o Rio Grande no jeito de trabalhar. 😉🧉

Fomos consultados por um casal de brasileiros que há anos reside no exterior sobre a possibilidade de fazer um testament...
18/09/2026

Fomos consultados por um casal de brasileiros que há anos reside no exterior sobre a possibilidade de fazer um testamento dos bens que possuem no Brasil, considerando que não têm filhos.

A ideia era deixar, para dois afilhados, uma área de terras produtiva no interior do Rio Grande do Sul, em partes iguais. Perguntei sobre esses futuros beneficiários, o que faziam, onde moravam e eles me contaram que um já possuía uma área ao lado da que lhes pertencia e era produtor rural, enquanto o outro ainda estudava e não tinha qualquer vínculo com o agronegócio.

Com isso em mente, expliquei que a área f**aria em condomínio entre os dois, e quais seriam as consequências práticas dessa disposição. Isso os preocupou, afinal, os afilhados sequer se conheciam.

A alternativa que propusemos, e que deixou nossos clientes muito satisfeitos, foi deixar a terra para um deles e os frutos de um eventual arrendamento, por um prazo que eles próprios determinariam, para o outro. Assim, conciliamos a vontade dos clientes com a realidade de cada beneficiário.

Uma forma de afeto também é pensar no que não vamos presenciar.
É evitar, hoje, um conflito que poderá existir depois de nossa partida e poupar quem f**a de um possível fardo que nunca pediu para carregar. Testamento bem-feito também nasce desse cuidado.

👉Planejamento patrimonial e sucessório precisa ser feito com zelo e o carinho de quem entende todos os lados. Conte conosco!

Assisti ao documentário Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime, sobre esse homicídio chocante que teve repercussão à époc...
15/09/2026

Assisti ao documentário Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime, sobre esse homicídio chocante que teve repercussão à época, pela forma como aconteceu e por seus personagens.

Enquanto a acusação apostou em dados técnicos para convencer os jurados, a defesa entendeu que o caso exigia estratégia, humanização e comunicação assertiva. Me vi fazendo esse raciocínio para os clientes que atendo do escritório.

A condenação era praticamente inevitável, pois a ré era confessa. Mas a defesa conseguiu o que era possível: afastar duas das três agravantes postuladas.
Longe do viés criminal (que não é minha praia!), o que prendeu minha atenção foi a estratégia. Ela muda tudo. Sempre. Está no tempo de processo, no custo, nos riscos maiores ou menores e, claro, no resultado.

Estratégia, na advocacia, não é sinônimo de manobra ou de artifício, como muita gente pensa; é a capacidade de enxergar o caso além da tese jurídica isolada. É entender quem julga, o que sensibiliza, o que convence, e em que momento cada argumento deve ser apresentado. Dois advogados podem ter o mesmo conhecimento técnico e alcançar resultados completamente diferentes, porque um constrói uma narrativa e o outro apenas empilha fundamentos.

A técnica sustenta o argumento; a estratégia decide se ele será ouvido.

No fim, o documentário não era sobre um crime. Era sobre a escolha do que fazer com o caso que se tem. E é disso que vive a estratégia: não de condições perfeitas, mas da melhor resposta possível diante da situação real.

— Aline Molling

Por muito tempo eu quis ser juíza estadual. Direcionei todo o meu período de estágios para acumular experiências e, assi...
12/09/2026

Por muito tempo eu quis ser juíza estadual. Direcionei todo o meu período de estágios para acumular experiências e, assim que concluí a graduação, comecei a estudar para a magistratura. No mesmo período comecei a advogar.

Meu primeiro caso foi a defesa em uma ação de exoneração de alimentos. Do outro lado, um pai médico, com amplas condições financeiras, genitor de três filhos. Um deles, minha cliente. O pai deixava claro que não a via da mesma forma que os demais, rejeitando-a de todas as formas. O que queria era parar de pagar os alimentos assim que ela atingisse a maioridade.

Minha cliente era estudante na UFRGS. Faltava pouco para a formatura, mas precisava muito daquele valor para se manter: as aulas espalhadas entre manhã, tarde e noite tornavam quase impossível conciliar um estágio, e os custos do curso eram consideráveis.

O que ela pedia era simples: que os alimentos se mantivessem até o fim do curso.
A situação mexeu comigo. Não só pelos contornos pessoais e familiares, mas pela chance de usar o Direito como instrumento para fazer diferença na vida de alguém. Ela e eu tínhamos quase a mesma idade, e eu via nela, pela arquitetura, a mesma paixão que eu sentia pelo Direito.

Ao final, consegui a determinação de que o pai pagasse alimentos até a conclusão do curso, incluindo o período em que ela foi bolsista de intercâmbio na Argentina.
Quando o processo foi ganho, senti um orgulho diferente. Não era só pelo resultado. Era a certeza de que, ali, o Direito tinha servido exatamente para o que deveria: fazer justiça.

Foi exercendo a advocacia, no dia a dia, que percebi ali o meu propósito. Quando parei de estudar para a magistratura, muita gente perguntou por que eu havia "desistido". Mas a magistratura era um projeto traçado antes de conhecer, na prática, o que me movia de verdade.

Por isso minha resposta sempre foi a mesma: seguir na advocacia foi uma escolha. E o que faz dela uma escolha é que eu a renovo todos os dias, a cada causa que abraço.
Aquela primeira cliente nunca soube, mas foi defendendo o futuro dela que eu consegui enxergar o meu. No fim, não escolhi a advocacia: enxerguei nela o caminho para ser quem eu sempre fui.

— Aline Molling

Conflito societário mal resolvido não termina quando os haveres são pagos. Às vezes ele segue organizando decisões tomad...
08/09/2026

Conflito societário mal resolvido não termina quando os haveres são pagos. Às vezes ele segue organizando decisões tomadas para depois da morte.

Quase sempre havia como evitar. As regras que ninguém quis discutir em tempo de paz acabam sendo escritas depois, com a letra do ressentimento.

Fale com a Hoppe. Link na bio.

🏘Um cliente nos procurou para organizar os bens que sua esposa possuía em condomínio com a irmã, herdados do pai.Ao anal...
04/09/2026

🏘Um cliente nos procurou para organizar os bens que sua esposa possuía em condomínio com a irmã, herdados do pai.

Ao analisar as matrículas, percebi que sete imóveis haviam sido transferidos às irmãs pela compra da nua-propriedade, f**ando o pai como usufrutuário. Havia, porém, mais um imóvel em nome dele que ninguém inventariou, por acreditarem que todo o patrimônio já estivesse resolvido.

A situação chamou atenção: o cliente afirmava que tudo havia sido pensado para a sucessão.

Imaginamos, inicialmente, que o usufruto tivesse sido usado para eliminar a necessidade de inventário, até porque, à época de sua instituição, a operação era isenta de imposto, o que pode ter parecido atrativo.

Mas, nesse cenário, não haveria motivo para deixar de fora justamente o imóvel onde o pai morava. E, por existir esse bem sem usufruto, o inventário se tornaria inquestionável, assim como a incidência do ITCMD quando extinção do usufruto, pela morte do usufrutuário.

Em pouco tempo, encontramos muitos motivos pelos quais aquela organização patrimonial não fazia sentido. Nem agora, nem quando foi pensada.

Uma estratégia sucessória só entrega o que promete quando é pensada até o fim:
👉 precisa ser clara o suficiente para que a família entenda cada decisão,
👉 resolutiva o bastante para não deixar lacunas como essa,
👉 e perene o suficiente para atravessar os anos sem gerar surpresas.
Faltando qualquer um desses três pilares, o que parecia planejamento se revela, mais cedo ou mais tarde, um problema represado.

Toda ausência de estratégia tem prazo de validade. Essa família descobriu isso 10 anos depois e não herdou só imóveis. Herdou também um planejamento que nunca existiu de verdade.

São inúmeros os casos que chegam aqui para resolver problemas gerados por decisões  tomadas sem que a "conversa difícil"...
30/08/2026

São inúmeros os casos que chegam aqui para resolver problemas gerados por decisões tomadas sem que a "conversa difícil" tivesse acontecido. Quando o assunto é família, então, as pessoas fazem todo o possível para evitar esse tipo de embate.

As conversas difíceis sempre foram e sempre serão complicadas, constrangedoras, desconfortáveis. Difíceis, enfim. Mas têm essas características também porque são inevitáveis. Em algum momento, elas precisam acontecer.

A certeza que temos depois de tantos anos de advocacia é que os problemas f**am muito maiores quando essas conversas não acontecem. Sejam elas de natureza familiar, empresarial ou ambas: o jacaré só vira lagartixa depois que a gente o encara de frente.

O resultado é muito melhor (e muito mais barato!) quando os clientes nos procuram antes dessas conversas. Quando nos buscam justamente para chegarem mais preparados a essas situações delicadas. A conversa f**a mais leve, os ânimos mais controlados e, principalmente, os objetivos são atingidos.
Chegar preparado para uma conversa difícil é a diferença entre complicar e resolver. Isso tem nome: estratégia.

Proteção patrimonial que ignora quem está do outro lado é exposição disfarçada de planejamento.Na Hoppe, organização pat...
28/08/2026

Proteção patrimonial que ignora quem está do outro lado é exposição disfarçada de planejamento.

Na Hoppe, organização patrimonial considera todos os lados envolvidos. Sempre.
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