01/12/2025
Se você está pensando em arrematar um imóvel em leilão, saiba que o primeiro passo é ler o edital com atenção total. É ali que estão todos os detalhes que podem definir se o negócio vale a pena ou se pode virar uma grande dor de cabeça.
O edital funciona como um contrato. Ele traz as regras do jogo, descreve o bem e informa tudo o que o arrematante precisa saber para participar com segurança.
Confira os pontos que você não pode ignorar:
Informações do imóvel: localização, metragem, estado de conservação, se está ocupado ou desocupado, além de possíveis dívidas como IPTU, taxas condominiais, hipoteca, penhora ou processos judiciais relacionados ao bem.
Condições do leilão: se será presencial, online ou híbrido, data e horário de encerramento, valor de avaliação, lance mínimo, comissão do leiloeiro e forma de pagamento (à vista, parcelado, prazos e exigências).
Requisitos para participação: cadastro prévio em site ou sistema, documentos obrigatórios como RG, CPF, comprovante de endereço, além da idade mínima exigida.
Outras informações essenciais: nome e registro do leiloeiro (confira se é profissional habilitado), canal de contato para dúvidas, e regras para retirada do imóvel ou bem arrematado.
Importante: em regra, não há devolução após a arrematação.
Antes de dar um lance, calcule tudo: valor do bem, comissão, impostos, eventuais custos com desocupação, regularização e transferência.
Leilão pode ser uma excelente oportunidade, mas também envolve riscos. Por isso, nunca p**e a leitura do edital. É nele que mora a segurança ou o problema.
Conte com a orientação de um advogado especializado em direito imobiliário para garantir uma arrematação segura. .