Carlos Braga

Carlos Braga Reflexões do cotidiano.

09/08/2024

Certo dia apareceu lá em casa uma linda gatinha que calculei ter uns seis meses de idade.
Foi surreal. Eu estava no sofá vendo televisão com a janela da sala aberta, e, pelo fato de morar em casa, ela pulou a janela, e sem a menor cerimônia e sem nunca ter me visto, muito menos eu a ela, pulou no meu colo e ali se aninhou ronronando e esfregando sua cabeça em minha barriga, numa intensa demonstração de carinho e carência.
Fiquei maravilhado e surpreso com aquilo tudo, pois sempre gostei muito de animais.
Os dias foram passando e fui me afeiçoando cada vez mais a ela, e agradecendo a Deus pelo presente maravilhoso que só Ele poderia ter me enviado, talvez para amenizar um pouco a minha solidão, uma vez que sou viúvo e moro só.
Mas como todo bom relacionamento tem também os seus atritos. Certo dia , com suas brincadeiras, ela feriu minha perna com suas unhas afiadas causando-me muita dor. Naquele momento em um gesto instintivo de defesa, fiz o que jamais poderia ter feito. Com o pé , a empurrei com violência para longe de mim. Não chegou a ser um chute, mas beirou.
Ato continuo a procurei para lhe fazer um afago, mas para minha surpresa ela não aceitou e me ameaçou com sua patinha mostrando suas garras salientes.
Deste dia em diante ela nunca mais aceitou meu colo, nem meus carinhos e afagos.
Continuou lá em casa, mas começou a dormir fora e até a passar dias fora, só aparecendo na hora de comer sua ração. Esses dias foram rareando
até que nunca mais voltou.
Hoje sinto muito a sua falta mas sei que ela jamais vai voltar.
Com ela aprendi lições, principalmente que temos que nos conter e jamais magoar a quem nos ama incondicionalmente e sem nada exigir , além da companhia e carinho.
Aprendi também que o gato, diferente do cão, se for magoado ele não esquece.

09/08/2024

Se o Hamas baixar as armas acaba a guerra. Se Israel baixar as armas acaba israel.

18/04/2023

Olá, amantes da língua portuguesa, bom dia! Há muitas pessoas, neste Brasil, que ainda não sabe a diferença entre "mas" e "mais." 🙂

17/04/2023
17/04/2023

Na Idade Média, não havia escovas de dente, perfumes, desodorantes e muito menos papel higiênico. Excremento humano era jogado das janelas do palácio.

Num dia de festa, a cozinha do palácio podia preparar um banquete para 1500 pessoas, sem a mínima higiene.

Nos filmes de hoje, vemos pessoas daquela época se sacudindo ou se abanando.

A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam sob as saias (feitas de propósito para conter o cheiro das partes íntimas, já que não havia higiene). Também não era costume tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água corrente.

Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, dissipar o mau cheiro que o corpo e a boca exalavam, além de afugentar os insetos.

Quem esteve em Versalhes admirou os imensos e belos jardins que, naquela época, não eram apenas contemplados, mas serviam de banheiro nas famosas baladas promovidas pela monarquia, por não haver banheiros.

Na Idade Média, a maioria dos casamentos acontecia em junho (para eles, o início do verão). O motivo é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; então, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Porém, como alguns cheiros já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores perto do corpo para disfarçar o fedor. Daí a explicação da origem do buquê de noiva.

Os banhos eram feitos em uma única banheira enorme cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho em água limpa. Então, sem trocar a água, os demais chegaram à casa, por ordem de idade, mulheres, também por idade e, por fim, filhos. Os bebês eram os últimos a se banhar.

As vigas de madeira, que sustentavam os telhados das casa, eram o melhor lugar para os animais, cachorros, gatos, ratos e besouros, se aquecerem. Quando chovia, as goteiras obrigavam os animais a pularem no chão.

Quem tinha dinheiro tinha chapas de lata. Certos tipos de alimentos oxidam o material, fazendo com que muitas pessoas morram de envenenamento. Os hábitos de higiene da época eram terríveis. Os tomates, por serem ácidos, foram considerados venenosos por muito tempo, as xícaras de lata eram usadas para beber cerveja ou uísque; essa combinação às vezes deixava o indivíduo "no chão" (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura de bebida alcoólica com óxido de estanho).

Alguém andando na rua pensaria que ele estava morto, então eles recolhiam o corpo e se preparavam para o funeral. Em seguida, o corpo era colocado na mesa da cozinha por alguns dias e a família observava, comia, bebia e esperava para ver se o morto acordava ou não.

A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia um lugar para enterrar todos os mortos. Os caixões foram então abertos, os ossos removidos, colocados em ossários e a tumba foi usada para outro cadáver. Às vezes, ao abrir os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas internas, indicando que o morto havia, de fato, sido enterrado vivo.
Assim, ao fechar o caixão, surgiu a ideia de amarrar uma alça do pulso do falecido, passando-a por um orifício feito no caixão e amarrando-a a uma campainha. Após o enterro, alguém foi deixado de plantão ao lado do túmulo por alguns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria soar a campainha. E seria "salvo pelo gongo", que é uma expressão popular que usamos até hoje.

Douglas Brizzante

17/04/2023

Parece fake, mas essa foto é totalmente real.
Trata-se de um louva-a-deus flor asiático da espécie 'Creobroter gemmatus'.

17/04/2023

A natureza é incrível 🌈✨

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