06/01/2026
Há momentos em que a vida pede silêncio.
Em outros, pede coragem.
E em alguns, raros, ela pede mudança.
Mudança não como ruptura, mas como amadurecimento.
Como quem entende que crescer é permitir que o que já existe encontre novos espaços para florescer.
Os ciclos mudam.
As prioridades se reorganizam.
Aquilo que antes fazia sentido de um único jeito, passa a pedir novas formas de existir.
Eu também mudei.
Internamente, muita coisa se transformou.
Externamente, novas portas se abriram.
E quando a gente muda por dentro, a forma de se comunicar com o mundo também muda.
Nada aqui é abandono.
É ampliação.
É abertura.
É verdade.
Meu trabalho sempre foi pautado em garantir o Direito daqueles que não podem esperar: famílias, pacientes oncológicos, pessoas com deficiência, com doenças raras, em tratamento contínuo, em situações de urgência/emergencia, com transtornos mentais/psicológicos, mães exaustas, crianças atípicas, pessoas que não podem ter sua vida colocada em pausa por uma negativa de plano de saúde.
Por muito tempo, aqui no Instagram, escolhi falar quase exclusivamente com mães atípicas.
Porque eram elas que mais gritavam, mesmo quando em silêncio, por ajuda, acolhimento e orientação.
Isso continua vivo em mim.
E sempre continuará, afinal sou uma dessas mães.
O que muda agora é a forma de comunicar.
Este perfil passa a refletir com mais fidelidade a realidade da minha atuação, além dos Direitos das Pessoas com Deficiência, o Direito da Saúde e o enfrentamento aos abusos dos planos de saúde, especialmente nos casos sensíveis, urgentes e complexos, de beneficiários cujo os tratamentos que não podem ser interrompidos.
Um novo ano começa.
E com ele, uma Juliana mais inteira, mais consciente, mais alinhada.
Se você chegou agora, seja bem-vinda!
Se já estava aqui, seguimos juntas — com mais clareza, mais força e mais propósito do que nunca.
Porque no fim, tudo continua sendo sobre a mesma coisa:
A luta pelos direitos daqueles que não podem esperar!
Você vem comigo?