27/04/2026
O risco cibernético deixou de ser uma pauta técnica. Hoje, é uma questão de estabilidade empresarial e, cada vez mais, de estabilidade de mercado.
A exposição crescente a riscos digitais tem impulsionado a demanda por seguros mais integrados e sofisticados no Brasil. Ainda assim, há um ponto crítico que precisa ser tratado com maturidade: o seguro cyber não pode ser visto como solução isolada.
Na Torelly Bastos, atuamos como escritório de advocacia ao lado das operadoras de seguro no Brasil com uma convicção clara. O papel do seguro vai além da indenização. Ele deve contribuir para a resiliência do sistema empresarial como um todo.
Isso exige integração entre gestão de risco, tecnologia, governança e estrutura de seguros. Quando essa integração não existe, o seguro assume um papel paliativo. Quando existe, passa a ser parte efetiva da estratégia de continuidade dos negócios.
O desafio é que a evolução do risco cibernético ocorre em ritmo mais acelerado do que a maturidade de muitas organizações. Esse desalinhamento gera exposição não apenas para as empresas, mas também para seguradoras e para o próprio equilíbrio do mercado.