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A única coisa que o policial ou agente de trânsito pode fazer com um veículo que desobedeceu ordem de parada é multá-lo....
27/11/2019

A única coisa que o policial ou agente de trânsito pode fazer com um veículo que desobedeceu ordem de parada é multá-lo. Atirar, nem pensar.

Por Redação

CCJ quer tornar feminicídio e estupro imprescritíveis  30/10/2019, 14h46A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprov...
30/10/2019

CCJ quer tornar feminicídio e estupro imprescritíveis


30/10/2019, 14h46

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (30) a inclusão do feminicídio e do estupro no rol dos crimes inafiançáveis e imprescritíveis. A proposta (PEC 75/2019) seguiu para análise do Plenário. A autora do projeto, senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), e o relator, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), afirmam que algo precisa ser feito para conter a violência contra as mulheres. A reportagem é de Bruno Lourenço, da Rádio Senado. Ouça o áudio com mais informações.

Fonte: Agência Senado

A Comissão de Constituição e Justiça ( CCJ ) aprovou nesta quarta-feira (30) a inclusão do feminicídio e do estupro no rol dos crimes inafiançáveis e imprescritíveis. A proposta ( PEC 75/2019 ) seguiu para análise do Plenário. A autora do projeto, senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), e ...

25/09/2019
3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) que confirmou uma decisão de primeira instância e...
26/07/2019

3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) que confirmou uma decisão de primeira instância excluindo dois acusados de tentativa de homicídio de julgamento pelo tribunal do júri.

Decisão unânime é da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). Suspeitos não irão a júri popular

Fabricante do Toddynho é condenada por contaminação do produto
27/12/2018

Fabricante do Toddynho é condenada por contaminação do produto

Discussões sobre PEC da licença para mãe de prematuro devem ser retomadas em 2018Quando voltarem os trabalhos, em fevere...
28/06/2018

Discussões sobre PEC da licença para mãe de prematuro devem ser retomadas em 2018

Quando voltarem os trabalhos, em fevereiro, os deputados ainda terão na pauta as propostas de emenda constitucional que tratam da ampliação da licença-maternidade para mães de bebês prematuros (PEC 181/15 e PEC 58/11). A comissão especial que analisa a questão já aprovou o texto-base, determinando que mães de bebês prematuros tenham direito à extensão da licença para a quantidade de dias que o recém-nascido passar internado.

Câmara Notícias

INTERNAÇÃO PROLONGADALicença-maternidade começa a contar só após saída de bebês da UTI, diz TJ-DFConsiderando o melhor i...
28/06/2018

INTERNAÇÃO PROLONGADA

Licença-maternidade começa a contar só após saída de bebês da UTI, diz TJ-DF

Considerando o melhor interesse da criança e a finalidade da licença-maternidade, a Justiça do Distrito Federal garantiu a uma mãe que o período de licença a que tem direito comece a contar somente a partir da saída dos filhos da UTI.

Para Turma Recursal, omissão do legislador não pode inviabilizar o direito das crianças de conviverem com a mãe.

Ela teve trigêmeos, mas um dos bebês não sobreviveu devido a complicações — eles nasceram prematuros e permaneceram na unidade de terapia intensiva por 31 dias. De acordo com a decisão da 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça do DF, esse período internado deve ser considerado como licença por motivo de doença de familiar.

Em primeira instância, o pedido de prorrogação da licença-maternidade havia sido negado. Com base na Lei Complementar Distrital 790/2008, que trata da licença-maternidade dos servidores estatutários do DF, a juíza Ana Beatriz Brusco entendeu que não era possível a prorrogação da licença-maternidade por falta de previsão legal.

"A inicial tece longas considerações acerca das garantias à gestante e ao neonato, bem como sobre a proteção da maternidade. Não obstante, não se mostra possível ao Poder Judiciário prolongar a licença maternidade sem previsão legal", concluiu.

Com base no princípio do melhor interesse da criança, a professora recorreu pedindo a prorrogação da licença. Ao julgar o recurso, a Justiça do Distrito Federal permitiu que o período da licença comece a ser contado somente a partir da data em que as crianças receberam alta.

O relator, juiz João Fischer, explicou que a licença-maternidade é benefício concedido em prol dos recém-nascidos, que necessitam dos cuidados da mãe por tempo integral, tendo em vista que a convivência com a mãe nos primeiros meses de vida é fundamental para assegurar o desenvolvimento físico, psíquico e emocional saudável da criança.

Assim, observou que a internação prolongada dos bebês e os diversos problemas de saúde que apresentaram no período — o que acarretou, inclusive, a morte de um deles — impediram a concretização de uma das finalidades da licença, que é a de convivência e estreitamento do laço afetivo entre a mãe e os filhos.

Para o juiz, a omissão do legislador não pode inviabilizar o direito das crianças de conviverem com a mãe e de obterem dela os cuidados de que tanto necessitam, especialmente no caso concreto, em que a situação dos neonatos era de extrema fragilidade. Para ele, a contagem da licença-maternidade, em razão do princípio do melhor interesse da criança, deve se iniciar somente após a saída dos recém-nascidos da UTI.

Assim, seguindo o voto do relator, o colegiado deu provimento ao recurso para determinar o início da licença-maternidade a partir da saída dos gêmeos da UTI e para que o período em que estiveram internados seja considerado como licença por motivo de doença em pessoa da família. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.

0723719-91.2016.8.07.0016

Revista Consultor Jurídico, 15 de abril de 2018, 6h38

Considerando o melhor interesse da criança e a finalidade da licença-maternidade, a Justiça do Distrito Federal garantiu a uma mãe que o período de licença a que tem direito comece a contar somente a partir da saída dos filhos da UTI. Para Turma Recursal, omissão do legislador não...

“Votos nulos são como se não existissem: não são válidos para fim algum. Nem mesmo para determinar o quociente eleitoral...
11/06/2018

“Votos nulos são como se não existissem: não são válidos para fim algum. Nem mesmo para determinar o quociente eleitoral da circunscrição...”

Para os defensores da campanha do voto nulo, o art. 224 do Código Eleitoral prevê a necessidade de marcação de nova eleição se a nulidade atingir mais de metade dos votos do país. O grande equívoco dessa teoria reside no que se identifica como “nulidade”. ..
A nulidade a que se refere o Código Eleitoral decorre da constatação de fraude nas eleições, como, por exemplo, eventual cassação de candidato eleito condenado por compra de votos. Nesse caso, se o candidato cassado obteve mais da metade dos votos, será necessária a realização de novas eleições, denominadas suplementares...
É importante que o eleitor tenha consciência de que, votando nulo, não obterá nenhum efeito diferente da desconsideração de seu voto. Isso mesmo: os votos nulos e brancos não entram no cômputo dos votos, servindo, quando muito, para fins de estatística.

Texto de Polianna Pereira dos Santos sobre voto nulo e novas eleições.

Endereço

Porto Alegre, RS

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