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O seguro de vida não funciona como uma herança comum. Diferente de bens como imóveis ou contas bancárias, o valor da apó...
20/05/2026

O seguro de vida não funciona como uma herança comum. Diferente de bens como imóveis ou contas bancárias, o valor da apólice não entra no espólio e não precisa passar pelo inventário.

A lei trata esse contrato como um pagamento direto a terceiros. Isso significa que o dinheiro é liberado aos beneficiários de forma mais rápida, sem ITCMD e sem responder pelas dívidas do falecido.

A regra muda se não houver beneficiários indicados. Nesse caso, o valor é dividido automaticamente, sendo metade para o cônjuge e metade para os herdeiros legais. Ainda assim, a liberação costuma acontecer de forma administrativa, direto com a seguradora.

Nem todo o patrimônio precisa ficar preso ao inventário após o falecimento.

Você já conhecia essa regra sobre o seguro de vida? Deixe um comentário, compartilhe o post, salve para consultar depois e busque a orientação de um especialista em direito sucessório.

A reforma tributária gerou dúvidas sobre o fim do ICMS e do ISS. O sistema mudou, mas a transição não ocorrerá de forma ...
18/05/2026

A reforma tributária gerou dúvidas sobre o fim do ICMS e do ISS. O sistema mudou, mas a transição não ocorrerá de forma imediata.

Esses tributos serão substituídos pelo imposto sobre bens e serviços (IBS). A nova cobrança segue o modelo de imposto sobre valor agregado, criado para simplificar a arrecadação.

Antes, cada estado e município definia suas próprias regras. Com o novo modelo, a norma tende a ser unificada e aplicada de forma mais padronizada no país.

A transição será gradual. Nos primeiros anos haverá uma alíquota inicial para adaptação e, aos poucos, os tributos antigos serão reduzidos enquanto o novo imposto ganha espaço.

Os impactos na rotina das empresas são relevantes. O local de pagamento e alguns benefícios fiscais regionais devem sofrer mudanças.

Ignorar os efeitos dessa reestruturação pode gerar custos inesperados. O planejamento tributário preventivo se torna essencial para atravessar essa fase com mais segurança.

A sua empresa já está se preparando para as novas regras de arrecadação? Deixe o seu comentário, compartilhe com outros empresários, salve o conteúdo e busque orientação especializada para estruturar o planejamento.

Quando um auditor fiscal comparece à sua empresa, é comum surgirem dúvidas.Ele deve se identificar e apresentar uma inti...
15/05/2026

Quando um auditor fiscal comparece à sua empresa, é comum surgirem dúvidas.

Ele deve se identificar e apresentar uma intimação ou termo por escrito, informando o motivo da fiscalização e quais documentos ou informações serão analisados, sendo possível conferir esses dados nos sites dos órgãos oficiais.

Durante a fiscalização, o auditor pode solicitar documentos, examinar livros contábeis, notas fiscais, declarações eletrônicas, contratos e pedir esclarecimentos aos funcionários. É fundamental exigir o protocolo de entrega de tudo o que for apresentado, pois esse comprovante demonstra que a empresa cumpriu suas obrigações.

Por outro lado, o auditor fiscal deve respeitar os limites legais e o devido processo. Ele não pode divulgar dados sigilosos da empresa, nem inserir, alterar ou excluir informações de forma indevida nos sistemas oficiais.

Como as exigências do auditor seguem prazos e regras específicas, o acompanhamento jurídico é essencial para evitar irregularidades e proteger a saúde financeira e legal da empresa.

Sua empresa está preparada para uma fiscalização hoje? Não espere o auditor bater à porta para organizar seus processos!

Proteja seu patrimônio com uma assessoria jurídica especializada e garanta que todos os protocolos sejam seguidos à risca.

Investir em Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) é uma excelente forma de diversificar a carteira e garantir renda ...
13/05/2026

Investir em Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) é uma excelente forma de diversificar a carteira e garantir renda passiva.

Com a reforma tributária, algumas regras sobre a tributação desses rendimentos vão mudar, e é importante entender essas alterações para não ter surpresas com a Receita Federal.

Como é hoje:

Os rendimentos distribuídos pelos FIIs são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que o fundo tenha mais de 500 cotistas e as cotas sejam negociadas em bolsa de valores.

O que muda a partir de 2026:

Com as novas regras, fundos com mais de 100 cotistas passarão a ter tributação de 5% sobre os rendimentos, retida na fonte pelo administrador do fundo.

Tributação sobre o lucro na venda das cotas:

Atualmente, a alíquota é de 20% sobre o lucro obtido.
A partir de 2026, essa alíquota será de 17,5%.

O imposto deve ser pago via DARF até o último dia útil do mês seguinte à venda.
Se houver prejuízo, ele pode ser compensado com lucros futuros, o que ajuda a diminuir o valor do imposto a pagar.

Se você investe ou pretende investir em FIIs, é importante acompanhar essas mudanças e se planejar com antecedência.

Procure um advogado ou contador especializado em direito tributário para esclarecer dúvidas e orientar suas decisões.

Compartilhe este conteúdo com quem também investe e quer entender as novas regras da reforma tributária!

O acúmulo de juros e multas faz qualquer dívida tributária crescer rapidamente. Um valor inicial não pago pode se transf...
09/05/2026

O acúmulo de juros e multas faz qualquer dívida tributária crescer rapidamente. Um valor inicial não pago pode se transformar em um compromisso financeiro muito maior, especialmente quando o débito é inscrito em dívida ativa.

A inscrição em dívida ativa ocorre quando o tributo não é quitado no prazo e a situação não é regularizada junto ao órgão responsável. A partir desse momento, passam a incidir correção monetária e encargos legais, atualizando o valor da dívida ao longo do tempo.

Essa atualização constante é um dos fatores que levam muitas pessoas e empresas a sentirem dificuldade para manter o controle sobre seus débitos fiscais.

Apesar disso, a legislação prevê alternativas de regularização. Existem modalidades de parcelamento e programas de negociação que podem incluir prazos ampliados e, em alguns casos, redução de multas e juros.

Antes de aderir a qualquer acordo, é importante realizar uma análise adequada da situação. A escolha do tipo de parcelamento precisa considerar o valor da dívida, sua origem e a capacidade de pagamento do contribuinte.

Uma avaliação técnica pode ajudar a identificar a estratégia mais adequada para regularizar o débito e evitar impactos maiores no planejamento financeiro.

Se esse tema faz parte da sua realidade, compartilhe este conteúdo com outros gestores, salve para consultar quando necessário e busque orientação especializada antes de formalizar qualquer acordo.

O término de um relacionamento e a saída de um dos cônjuges do imóvel não encerram automaticamente as obrigações do cont...
08/05/2026

O término de um relacionamento e a saída de um dos cônjuges do imóvel não encerram automaticamente as obrigações do contrato de locação. Pela Lei do Inquilinato, o vínculo continua com quem permanece no imóvel.

A substituição do locatário pode ocorrer, mas se ambos assinaram o contrato, a responsabilidade financeira segue para os dois até a alteração formal. Sair do imóvel não significa sair do contrato.

Para evitar cobranças futuras, é necessário comunicar formalmente o locador. Essa notificação também afeta as garantias, permitindo que fiadores sejam informados e possam pedir a desoneração nos prazos legais.

Sem essa formalização, o contrato permanece como está. Em caso de inadimplência, a cobrança pode recair sobre todos os assinantes, independentemente de quem mora no imóvel.

Situações de separação exigem ajuste formal do contrato para evitar riscos. Deixe um comentário, compartilhe, salve para consultar depois e busque a orientação de um advogado especialista para fazer a alteração com segurança.

A fiscalização tributária passou a atuar em tempo real e identifica inconsistências de forma imediata. A Receita Federal...
04/05/2026

A fiscalização tributária passou a atuar em tempo real e identifica inconsistências de forma imediata. A Receita Federal cruza dados de diversos sistemas, reduzindo o espaço para falhas nas declarações das empresas.

A grande mudança não está apenas no volume de informações coletadas, mas na tecnologia utilizada. O uso de inteligência artificial permite que o governo cruze dados fiscais e financeiros em poucos segundos.

Por meio das notas fiscais eletrônicas, o sistema acompanha a origem e o destino de mercadorias antes mesmo da entrega. No setor trabalhista, o eSocial cruza a folha de pagamento com as obrigações previdenciárias.

Essa vigilância também alcança as movimentações financeiras. Operações via Pix, cartões e transferências são informadas pelas instituições financeiras e comparadas com o faturamento declarado.

No cenário atual, um erro de digitação ou uma omissão de receita pode gerar um alerta automático na Receita e levar a fiscalizações mais amplas.

Para evitar esse cenário, a estruturação de um setor de compliance ajuda a revisar processos internos e alinhar as informações financeiras da empresa com a legislação.

O avanço da tecnologia pública exige que o empresário também atue com estratégia jurídica preventiva.

A sua empresa possui um controle seguro sobre as informações enviadas ao governo? Deixe o seu comentário, compartilhe o post com outros empresários, salve para ler depois e busque a orientação de um especialista para estruturar o compliance do seu negócio.

Você sabia que alguns casamentos podem ser desfeitos como se nunca tivessem existido?Isso acontece quando há erro, coaçã...
01/05/2026

Você sabia que alguns casamentos podem ser desfeitos como se nunca tivessem existido?

Isso acontece quando há erro, coação, incapacidade ou falta de autorização. Nesses casos, a própria lei entende que o casamento não deveria ter acontecido.

A anulação é diferente do divórcio. No divórcio, o casamento foi válido, mas terminou. Na anulação, ele é considerado inválido desde o início.

Um casamento pode ser anulado quando:

- Uma das pessoas foi forçada a casar (ameaça ou pressão);
- Houve engano grave, como esconder uma doença séria, transtorno mental, identidade falsa ou histórico criminal importante;
- Uma das pessoas não tinha plena capacidade mental no momento da cerimônia;
- O casamento envolveu menor de idade sem autorização dos responsáveis;
- A cerimônia foi feita por alguém sem autoridade legal;
- O casamento foi realizado por procuração que já tinha sido cancelada;
- Existe impotência física anterior e definitiva.

Cada situação tem um prazo específico para pedir a anulação, que depende da causa e do momento em que o problema foi descoberto.

Se você acredita que seu casamento pode ser anulado, procure um advogado especializado em direito de família para avaliar o caso e indicar o melhor caminho.

Compartilhe essa informação com quem precisa saber!

Você sabia que algumas doenças graves podem garantir isenção do imposto de renda?Essa é uma previsão legal que muitos be...
29/04/2026

Você sabia que algumas doenças graves podem garantir isenção do imposto de renda?

Essa é uma previsão legal que muitos beneficiários ainda desconhecem.

A isenção vale para doenças como câncer, esclerose múltipla, cardiopatia grave, Parkinson, hanseníase, entre outras previstas em lei.

Mas ela não é automática — é necessário comprovar a condição por meio de laudos médicos oficiais, emitidos por serviços médicos da União, estados ou municípios.

A solicitação é feita pelo site 'Meu INSS'. Se necessário, o órgão pode convocar o segurado para perícia presencial. Com a isenção aprovada, o INSS ou fundo de previdência deixa de reter o imposto na fonte.

Importante: a isenção vale apenas para aposentadoria, pensão ou reforma. Outras rendas, como salários ou aluguéis, continuam sendo tributadas.

Se você se enquadra nessa situação, buscar orientação profissional pode garantir seu direito com segurança. Procure um advogado e saiba como obter a isenção do imposto de renda.

Comprar uma empresa pode parecer um ótimo negócio, mas essa decisão vai muito além da assinatura do contrato.Ao adquirir...
28/04/2026

Comprar uma empresa pode parecer um ótimo negócio, mas essa decisão vai muito além da assinatura do contrato.

Ao adquirir um negócio, clientes e faturamento vêm junto, mas pendências do passado também podem se tornar sua responsabilidade.

No Brasil, a lei protege funcionários, credores e o fisco. Por isso, em muitos casos, o comprador assume dívidas deixadas pela gestão anterior.

Um exemplo comum são os débitos trabalhistas. Mesmo que o processo seja antigo ou o funcionário já tenha sido desligado antes da compra, a empresa continua responsável por salários, férias, FGTS e indenizações.

A mudança de dono não extingue essas obrigações.

O mesmo ocorre com dívidas fiscais, como impostos federais, estaduais ou municipais. Se o antigo proprietário encerrar as atividades ou abrir outro negócio em pouco tempo, o comprador pode ser obrigado a pagar tributos atrasados e multas.

O débito acompanha a empresa, não a pessoa que a administrava.

Também entram nesse pacote as dívidas cíveis e contratuais, como empréstimos bancários, contratos com fornecedores, aluguéis e ações judiciais em andamento.

Além disso, existem os passivos ocultos, valores que não aparecem no dia a dia, mas surgem depois da aquisição e costumam ser os mais perigosos.

Por isso, a compra de uma empresa exige análise além dos números apresentados. A auditoria jurídica e contábil é essencial para identificar riscos, revisar contratos e negociar cláusulas de proteção.

Sem esse cuidado, um bom negócio pode se transformar em um problema financeiro sério.

Vale comentar, compartilhar com quem pensa em investir, salvar este post e procurar assessoria jurídica especializada para evitar surpresas desagradáveis no caminho.

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Avenida Cristovão Colombo, 2955 Sala 401
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90540145

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