02/05/2025
Contratar um Advogado:
O primeiro passo é contratar um advogado especializado. Esse profissional irá orientar e representar os interesses dos herdeiros durante todo o processo.
Apurar a Existência de Testamento:
Verifique se o falecido deixou um testamento registrado. O testamento pode influenciar a divisão dos bens, então é importante identif**ar se ele existe.
Analisar o Patrimônio:
Faça um levantamento completo de todos os bens, propriedades e ativos pertencentes ao falecido, incluindo contas bancárias, imóveis, veículos e investimentos.
Decidir se o Inventário Será Judicial ou Extrajudicial:
Com base na situação específ**a, você deve decidir se o inventário será realizado judicialmente, por meio de um processo na justiça, ou extrajudicialmente, em cartório. A escolha depende de fatores como a existência de menores de idade entre os herdeiros e a concordância de todos os envolvidos.
Escolher o Inventariante:
Se o inventário for judicial, um inventariante será nomeado pelo juiz. Se for extrajudicial, os herdeiros devem escolher um representante, chamado inventariante, para administrar o processo.
Negociar as Dívidas, se Existir:
Caso o falecido tenha dívidas, é importante negociá-las e determinar como serão pagas com os ativos do espólio.
Determinar Como Farão a Partilha de Bens:
Defina como os bens serão distribuídos entre os herdeiros. Isso pode ser feito de acordo com a lei ou seguindo as diretrizes do testamento, se houver um.
Pagar os Impostos:
Calcule e pague os impostos devidos sobre a herança, como o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD).
Emitir o Formal de Partilha ou Escritura Pública:
No final do processo, o inventariante deve obter o Formal de Partilha (caso o inventário seja judicial) ou a Escritura Pública de Inventário (caso seja extrajudicial). Isso formaliza a divisão dos bens e permite que os herdeiros registrem a transferência de propriedade.