Bárbara Chaves Advocacia

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Bárbara Chaves Advocacia �Especialista em Direito Empresarial
�Protegendo e ajudando sua marca a crescer.
�Ponte Nova/MG

23/02/2026

Você fecha publi no WhatsApp, manda produto, o influenciador posta… e vida que segue.

Só que, juridicamente, você abriu margem para vários questionamentos futuros:
– até quando você pode usar a imagem do influenciador,
– onde essa imagem pode aparecer,
– e o que acontece se ele passar do limite.

É assim que começam muitos problemas que eu vejo no escritório:
marca usada em contexto que o dono nunca aprovaria,
promessa exagerada feita pelo influenciador,
vídeo antigo reaparecendo em campanha nova,
e ninguém sabe o que pode ou não pode… porque nunca foi escrito.

Nesse vídeo eu foquei em 3 cláusulas mínimas que qualquer contrato com influenciador deveria ter:
1) Prazo de uso da imagem.
2) Canais em que essa imagem pode ser usada.
3) Penalidades se o combinado não for respeitado.

Não é frescura de advogado.
É proteger um patrimônio que você tá construindo há anos.

Se você já investe em produto, estoque, divulgação e parceria com influenciador,
faz zero sentido deixar justamente a sua MARCA desprotegida.

Salva esse vídeo pra revisar antes da próxima parceria.

Tratar sua marca como patrimônio começa aqui.

09/02/2026

Muita gente respira aliviada quando recebe o número do processo no INPI.

“Pronto, agora minha marca tá protegida.”

Na prática, não é bem assim.

O que quase ninguém te conta é que:
✔ escolher a classe errada
✔ descrever mal o que você faz
✔ ou copiar modelo pronto da internet

pode transformar o seu “registro” em uma ilusão de segurança.

Eu vejo isso no escritório com frequência:
empresário que investiu em fachada, Instagram, divulgação…
achando que estava protegido,
e descobre depois que a marca não cobre o segmento em que ele realmente atua.

Ou seja:
pagou taxa,
perdeu tempo,
e continua vulnerável.

Quando essa ficha cai?
Quando aparece um conflito:
alguém usando nome parecido,
uma notif**ação,
ou a notícia de que outra pessoa registrou certo, na classe certa.

É nesse momento que a objeção de preço muda de figura.
O que parecia caro antes,
f**a barato perto do custo de refazer tudo
ou, em alguns casos, abandonar o nome que você construiu.

Registrar marca não é só “dar entrada”.
É entender o que você faz,
em qual classe isso se encaixa
e como proteger seu negócio de verdade.

Se você quer aprender a proteger a sua marca com clareza, sem juridiquês
e sem cair na armadilha do “barato que sai caro”,
segue o perfil e acompanha os próximos conteúdos.

Uma decisão bem feita hoje pode evitar um prejuízo grande amanhã.

09/02/2026

Muita gente respira aliviada quando recebe o número do processo no INPI.

“Pronto, agora minha marca tá protegida.”

Na prática, não é bem assim.

O que quase ninguém te conta é que:
✔ escolher a classe errada
✔ descrever mal o que você faz
✔ ou copiar modelo pronto da internet

pode transformar o seu “registro” em uma ilusão de segurança.

Eu vejo isso no escritório com frequência:
empresário que investiu em fachada, Instagram, divulgação…
achando que estava protegido,
e descobre depois que a marca não cobre o segmento em que ele realmente atua.

Ou seja:
pagou taxa,
perdeu tempo,
e continua vulnerável.

Quando essa ficha cai?
Quando aparece um conflito:
alguém usando nome parecido,
uma notif**ação,
ou a notícia de que outra pessoa registrou certo, na classe certa.

É nesse momento que a objeção de preço muda de figura.
O que parecia caro antes,
f**a barato perto do custo de refazer tudo
ou, em alguns casos, abandonar o nome que você construiu.

Registrar marca não é só “dar entrada”.
É entender o que você faz,
em qual classe isso se encaixa
e como proteger seu negócio de verdade.

Se você quer aprender a proteger a sua marca com clareza, sem juridiquês
e sem cair na armadilha do “barato que sai caro”,
segue o perfil e acompanha os próximos conteúdos.

Uma decisão bem feita hoje pode evitar um prejuízo grande amanhã.

29/01/2026

Quando alguém copia a sua marca, a primeira reação quase sempre é a mesma: raiva, vontade de expor, de mandar mensagem atravessada, de “resolver na marra”.

E é justamente aí que muita gente joga fora a chance de se proteger do jeito certo.

Eu já atendi empresário que chegou pra mim decidido a fazer escândalo em rede social, ameaçar processo por mensagem e até abandonar o nome da marca sem nem saber se ele tinha prioridade sobre aquele nome.

O problema é que:
– Tudo que você escreve com raiva pode ser usado contra você depois;
– Você pode estar na frente (por uso ou por registro) e abrir mão dessa vantagem por medo;
– E, tentando “economizar” advogado, acaba criando um problema jurídico muito maior.

Na maioria dos casos, o primeiro passo não é gritar.
É entender o cenário.

Quem tem registro no INPI?
Quem usou primeiro?
Em que segmento cada um atua?
Quais provas você tem do uso da sua marca?

É aqui que entra o trabalho de uma advogada especializada em marca: organizar o caos, olhar o que a lei diz e traçar a melhor estratégia pra proteger o que você construiu.

Da próxima vez que você desconfiar que copiaram sua marca, lembra disso:
respira, guarda provas, e fala com um profissional antes de tomar qualquer atitude definitiva.

Compartilha esse vídeo com quem tem negócio e pode estar correndo esse risco agora, sem nem saber.

16/01/2026

Todo mundo comenta a treta da Anitta com o remédio Annita como se fosse só mais uma polêmica de famoso.

Mas, como advogada empresarial, quando eu li essa notícia, a primeira coisa que eu pensei foi:
“É exatamente isso que o pequeno empresário NÃO faz com o próprio nome.”

O que aconteceu, em resumo?
– Já existia um remédio chamado Annita, com grafia diferente, registrado há anos.
– A confusão começou quando a farmacêutica quis usar “Anitta”, igual ao nome artístico da cantora, para uma linha de cosméticos.
– A equipe dela não ficou parada: foi direto ao INPI, administrativamente, e barrou a tentativa.

Por quê?
Porque, pela Lei de Propriedade Industrial, nome artístico não é brincadeira.
Ele é tratado como patrimônio.
E não pode ser registrado como marca sem autorização do titular.

Agora olha pro seu cenário.

Você investe em fachada, Instagram, identidade visual, divulgação…
Constrói reconhecimento em cima de um nome.
Mas, juridicamente, esse nome ainda não é seu.

Sem registro, você abre a porta pra alguém:
– usar um nome igual ou muito parecido,
– vender os mesmos produtos que você,
– concorrer diretamente com o seu negócio…

e, na prática, você não conseguir fazer nada.

A diferença entre a Anitta e a maioria dos pequenos empresários não é só fama.
É visão de patrimônio.

Ela protege o nome dela.
Você ainda trata o seu como detalhe.

E aí eu te pergunto:
O nome da sua empresa hoje é um patrimônio protegido
ou só uma plaquinha bonita na fachada?

Comenta aqui o que você faria no lugar dela
e o que você tá fazendo hoje com o nome do seu negócio.

14/01/2026

Você fecha tudo por WhatsApp, o cliente começa a pagar as parcelas antes do serviço, você entrega tudo redondinho… e na hora de pagar o resto, ele some.

E aí vem o clássico:
“Mas eu tenho tudo aqui, ó… print, áudio, conversa. Isso não vale nada?”

Como advogada empresarial, eu vejo esse filme se repetir o tempo todo.
E a parte mais dolorida é que, na maioria dos casos, a pessoa só me procura DEPOIS do calote, quando já tá com raiva, cansada e com a sensação de ter sido feita de boba.

O ponto é: o WhatsApp até ajuda como prova, mas ele não substitui um contrato bem feito.

Contrato não é frescura, não é coisa “de empresa grande”.
Contrato é o que transforma uma conversa solta em compromisso claro:
– quanto vai ser pago
– quando
– como
– e o que acontece se a outra parte não cumprir.

Sem isso, você f**a na base da esperança.
Com isso, você começa a jogar com regra clara.

Se você já passou por alguma situação de:
– cliente que some
– parceria que vira briga
– fornecedor que te deixa na mão

provavelmente faltou contrato… ou sobrou confiança demais.

Meu objetivo aqui não é te assustar, é te dar ferramenta.
Você não precisa virar advogado, mas precisa parar de tratar seu negócio como se fosse um favor.

Me segue pra aprender a usar o direito a favor do seu negócio, de um jeito simples e prático, sem juridiquês.

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Ponte Nova, MG

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Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
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