Maximo Advogados

Maximo Advogados Atuamos em várias áreas do Direito. wi-fi disponível aos clientes e acessibilidade.

22/05/2026

O futuro com a Inteligência Artificial vai alterar a ordem dos processos de trabalho e as profissões. Você está pronto?

Veja a opinião do especialista

Comente abaixo.

Será que uma busca domiciliar a partir de uma denúncia anônima é legal?Leia este post e descubra!Essa é uma ferramenta m...
22/05/2026

Será que uma busca domiciliar a partir de uma denúncia anônima é legal?

Leia este post e descubra!

Essa é uma ferramenta muito comum e útil para a segurança pública, pois permite o recebimento de informações importantes para a resolução de crimes.

Porém, tratando-se de um canal pelo qual a pessoa não precisa se identificar, algumas cautelas são necessárias.

Essas diligências iniciais não geram um inquérito, que é a formalização da investigação policial, mas apenas um relatório encaminhado ao delegado.

Afinal, nem todos os informantes falam a verdade!

Justamente por isso, é necessário checar se as informações são verídicas.

Isso ocorre por meio das chamadas investigações preliminares.

Uma vez constatado que as informações são verdadeiras, diversas medidas podem ser tomadas, como, por exemplo, o pedido de busca domiciliar.

Para isso, é preciso apresentar indícios sólidos de que algum crime está sendo cometido no local ou que algum objeto usado para a prática de crime está mantido no domicílio.

Assim, após o pedido do delegado de polícia, o juiz concederá, ou não, a autorização judicial de entrada no domicílio.

Caso a única informação utilizada para conceder a ordem de busca seja uma denúncia anônima, estaremos diante de uma busca ilegal.

A ilegalidade também estará presente se a equipe policial, sem qualquer outra justificativa, entrar na residência para efetuar buscas.

Isso só poderá acontecer se, nesse momento, a polícia se deparar com um crime em andamento, ou seja, uma situação de flagrante.

Conseguiu entender?

Se ficou com alguma dúvida, nos conte nos comentários ou mande um direct!

E não se esqueça de consultar um advogado da sua confiança.

#190

Já passou pela situação de ser impedido de dividir o prato com outra pessoa no restaurante?Dependendo da modalidade de c...
21/05/2026

Já passou pela situação de ser impedido de dividir o prato com outra pessoa no restaurante?

Dependendo da modalidade de cobrança, essa prática pode ser considerada abusiva, conforme os princípios do Código de Defesa do Consumidor, especialmente o artigo 39, incisos I, II e IX.

Nos restaurantes por quilo ou em pratos individuais sem acréscimo de consumo, a cobrança extra ou a proibição injustificada de compartilhamento pode caracterizar vantagem manifestamente excessiva ao fornecedor.

Isso porque, em regra, o consumidor está pagando pela quantidade efetivamente consumida.

Já nos restaurantes “à vontade”, rodízios ou sistemas de consumo individual, a cobrança pode ser vinculada ao serviço prestado por pessoa. Nesses casos, o estabelecimento pode impor restrições ao compartilhamento, desde que as regras sejam claras, previamente informadas e não exponham o consumidor a constrangimento ou abuso.

O CDC garante equilíbrio nas relações de consumo e protege o consumidor contra cobranças desproporcionais e práticas abusivas.

Quer se manter informado sobre seus direitos como consumidor?

Acompanhe nossa página!

E não se esqueça de comentar abaixo.

Se precisar de ajuda, busque um advogado de confiança.

12/05/2026

O Tesouro Reserva chegou para mudar o conceito de reserva de emergência no Brasil.

O novo título do Tesouro Direto rende 100% da Selic, permite movimentação praticamente 24 horas por dia e foi criado para competir diretamente com poupança, CDBs e “caixinhas” digitais.

- Aplicação mínima de R$ 1
- Resgate imediato via Pix
- Funciona 24h por dia
- Disponível inclusive aos finais de semana e feriados
- Sem marcação a mercado
- Foco em reserva de emergência

Mas atenção: o Tesouro Reserva não rende em dias não úteis (assim como outros rendimentos desta modalidade).

Segundo o Tesouro Nacional, o rendimento ocorre diariamente, com remuneração vinculada à Selic, inclusive com movimentações liberadas em fins de semana e feriados.

Como investir?
Neste momento, somente clientes do Banco do Brasil conseguem acessar o produto. Basta entrar no app Investimentos BB, acessar a área do Tesouro Direto, escolher o “Tesouro Reserva” e investir digitalmente via Pix. A intenção é que outros bancos também disponibilize esta aplicação com o tempo.

Com esta modalidade, o governo entra oficialmente na disputa pela reserva de emergência dos brasileiros — agora com liquidez instantânea, tecnologia 24/7 e rendimento diário ligado à Selic.

Tesouro Reserva do banco central.

Saiba mais: https://www.tesourodireto.com.br/tesouro-reserva?utm_source=chatgpt.com

investimentos mercadofinanceiro pix rendafixa educacaofinanceira dinheiro financas brasil empreendedorismo investidor reservaemergencia economiabrasileira b3 bancocentral advocacia sigaseudireito

10/05/2026

A recente abordagem envolvendo uma promotora de Justiça do Ministério Público do Acre durante a Operação Ágata 2026 reacendeu um debate jurídico importante no Brasil: até onde vai o poder de polícia das Forças Armadas em regiões de fronteira?

Segundo as informações divulgadas, a abordagem ocorreu em Plácido de Castro/AC, durante operação coordenada pelo Ministério da Defesa, com atuação do Exército Brasileiro no combate a crimes transfronteiriços, tráfico, contrabando e delitos ambientais.

Do ponto de vista jurídico, a atuação do Exército possui fundamento na Lei Complementar nº 97/1999, alterada pelas LC nº 117/2004 e nº 136/2010, que conferem às Forças Armadas poder de polícia na faixa de fronteira, especialmente em operações de Garantia da Lei e da Ordem e repressão a crimes transfronteiriços.

A legislação autoriza: • patrulhamento; • revistas pessoais e veiculares; • inspeções; • prisões em flagrante; • apoio às forças de segurança pública.

Por outro lado, membros do Ministério Público possuem prerrogativas funcionais previstas na Constituição Federal e na Lei Orgânica Nacional do Ministério Público, inclusive independência funcional e tratamento compatível com o cargo.

Contudo, tais prerrogativas não afastam automaticamente abordagens legais em operações regulares, sobretudo em áreas de fronteira e sob comando militar legalmente instituído.

O episódio também levanta outro ponto relevante: autoridade pública não se confunde com hierarquia pessoal. Em uma operação oficial, o agente responsável pela fiscalização exerce competência legal naquele contexto específico.

No Estado Democrático de Direito, prerrogativas institucionais e poder estatal precisam coexistir com respeito mútuo, urbanidade e legalidade.

A discussão não é apenas sobre “quem manda”, mas sobre os limites constitucionais da atuação estatal e o equilíbrio entre autoridade, fiscalização e garantias individuais.

Qual opinião?

acre advocacia direitopenal direitoadministrativo forçasarmadas garantiadaleiedaord

07/05/2026

Khaby Lame virou centro de um dos debates mais polêmicos da era da Inteligência Artificial.

Segundo notícias divulgadas internacionalmente, o influenciador teria fechado um acordo milionário para autorizar a criação de um “clone digital” com IA.

O sistema utilizaria:
- rosto
- voz
- expressões
- gestos
- personalidade digital

Tudo para produzir conteúdos e vender produtos 24 horas por dia, em vários idiomas, mesmo enquanto ele dorme.

A internet apelidou isso de “venda da alma digital”.

Mas juridicamente o debate é ainda maior:

Quem controla sua imagem na era da IA?
Até onde uma pessoa pode licenciar sua própria identidade?
O clone digital pode agir para sempre?
Quem responde por abusos cometidos pela IA?
E após a morte do titular, esses direitos continuam?

O futuro da Inteligência Artificial não discute apenas tecnologia.

Discute personalidade, identidade, voz, imagem e direitos humanos digitais.

advocacia tecnologia digitaltwin clonedigital deepfake inovacao direitocivil direitodaimagem protecaodedados lgpd futurodigital advogado redessociais tecnologiajuridica conteudodigital maximoadvogados

07/05/2026

Khaby Lame virou centro de um dos debates mais polêmicos da era da Inteligência Artificial.

Segundo notícias divulgadas internacionalmente, o influenciador teria fechado um acordo milionário para autorizar a criação de um “clone digital” com IA.

O sistema utilizaria:
- rosto
- voz
- expressões
- gestos
- personalidade digital

Tudo para produzir conteúdos e vender produtos 24 horas por dia, em vários idiomas, mesmo enquanto ele dorme.

A internet apelidou isso de “venda da alma digital”.

Mas juridicamente o debate é ainda maior:

Quem controla sua imagem na era da IA?
Até onde uma pessoa pode licenciar sua própria identidade?
O clone digital pode agir para sempre?
Quem responde por abusos cometidos pela IA?
E após a morte do titular, esses direitos continuam?

O futuro da Inteligência Artificial não discute apenas tecnologia.

Discute personalidade, identidade, voz, imagem e direitos humanos digitais.

advocacia tecnologia digitaltwin clonedigital deepfake inovacao direitocivil direitodaimagem protecaodedados lgpd futurodigital advogado redessociais tecnologiajuridica conteudodigital

Endereço

Avenida Drive João Teodoro, 1498
Piracicaba, SP
13405240

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Maximo Advogados posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar