Sabbagh Esteves & Santos Advogados

Sabbagh Esteves & Santos Advogados Atender seus clientes com a máxima competência e resultados, em diversas áreas do Direito. OAB/SP 12.923.

A Sociedade atua nas áreas de Direito Societário e Empresarial, contemplando o administrativo e judicial; Direito do Trabalho; Direito Tributário e Penal Empresarial; Família e Sucessões; Direito Imobiliário; Direito Cível e Consumidor; Direito do Terceiro Setor e cooperativismo; Contencioso bancário.

Imagina só: você dá entrada em um benefício no INSS, mas, no final, recebe outro diferente daquele que pediu. Isso pode ...
30/03/2026

Imagina só: você dá entrada em um benefício no INSS, mas, no final, recebe outro diferente daquele que pediu. Isso pode acontecer?

Sim, e tem nome: princípio da fungibilidade.

Na prática, isso signif**a que o INSS ou até mesmo o juiz podem conceder um benefício diferente do que foi solicitado, desde que você tenha direito a ele e todos os requisitos estejam preenchidos.

Funciona assim: às vezes, o segurado pede um benefício sem saber que existe outro mais vantajoso.

Nesses casos, tanto o INSS quanto a Justiça podem analisar os documentos e, ao perceberem essa possibilidade, conceder um benefício diferente, mas melhor para você.

Por exemplo, alguém pede aposentadoria por tempo de contribuição, mas descobre que se encaixa nas regras da aposentadoria da pessoa com deficiência, que oferece um valor maior ou condições melhores.

Nesse cenário, é possível receber esse benefício, mesmo sem ter solicitado inicialmente.

Outro exemplo bem comum acontece quando a pessoa pede auxílio-doença, mas, ao avaliar o processo, f**a claro que ela não possui mais qualidade de segurado e, na verdade, tem direito ao benefício assistencial (LOAS). A regra permite essa mudança.

Isso também vale durante o processo judicial. O juiz, ao analisar as provas, pode entender que você tem direito a outro benefício e concedê-lo, mesmo que não tenha sido o pedido principal da sua ação.

Mas, quando isso acontece na esfera administrativa, o INSS deve apresentar os cálculos dos benefícios possíveis e pedir que você escolha qual deseja receber.

Esse princípio existe para garantir uma coisa muito importante: o seu direito ao melhor benefício.

Afinal, ninguém deve ser prejudicado por falta de informação ou por um pedido feito sem orientação adequada.

Por isso, buscar a ajuda de um advogado especialista em Direito Previdenciário faz toda a diferença.

A fibromialgia é uma condição real e dolorosa e, quando as crises começam a impedir tarefas básicas, é possível ter dire...
26/03/2026

A fibromialgia é uma condição real e dolorosa e, quando as crises começam a impedir tarefas básicas, é possível ter direito ao auxílio-doença ou até aposentadoria por incapacidade.

Mas o INSS não decide só pelo diagnóstico: o que vale é provar que você não consegue mais trabalhar.

O auxílio-doença é temporário; já a aposentadoria é concedida quando não há chance de retorno ao trabalho.

A perícia é o ponto decisivo. O perito analisa exames, laudos, tratamentos, medicamentos e como a dor, cansaço, lapsos de memória e limitações afetam sua rotina profissional. Quanto mais provas, maiores as chances de aprovação.

Muitos pedidos são negados porque a pessoa leva apenas o diagnóstico, sem documentos que comprovem a incapacidade.

É essencial mostrar como os sintomas impedem suas funções, especialmente em atividades que exigem esforço físico, repetição ou alta concentração.

Se você vive essa realidade, procure orientação especializada.

Uma análise completa dos seus documentos pode evitar negativas injustas e garantir o benefício.

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# aposentadoria

Comprar um terreno pode ser o primeiro passo para realizar um sonho, mas sem atenção aos aspectos legais, a aquisição po...
24/03/2026

Comprar um terreno pode ser o primeiro passo para realizar um sonho, mas sem atenção aos aspectos legais, a aquisição pode trazer problemas sérios no futuro.

Acompanhe cinco cuidados legais essenciais para uma boa compra:

1. Verifique a matrícula atualizada.

É o documento que comprova a propriedade;

Confirme se não há ônus, dívidas ou ações judiciais registradas.

2. Certidões e escritura.

Solicite certidões negativas de débitos (IPTU, taxas municipais);

Após a compra, faça a escritura pública e pague o ITBI, garantindo que tudo esteja regularizado perante a lei.

3. Zoneamento e infraestrutura.

Confirme na prefeitura se a área permite construção e se respeita o plano diretor;

Verifique se possui serviços essenciais como água, luz e esgoto, evitando surpresas e prejuízos.

4. Restrições ambientais e metragem.

Confira limitações ambientais ou de uso do solo;

Verifique se a metragem e os confrontantes do terreno correspondem ao registrado.

5. Contrato bem elaborado.

Analise todas as cláusulas: preço, forma de pagamento, responsabilidades, desistência e registro no cartório;

Documentos de publicidade também podem fazer parte do acordo.

Dica final: contar com um advogado especializado em direito imobiliário é essencial para garantir segurança jurídica, evitar fraudes e problemas futuros.

Comente suas dúvidas, compartilhe com amigos e siga nosso perfil para mais dicas jurídicas!

Empresas, autônomos e trabalhadores podem pagar impostos a mais sem perceber: por erro de cálculo, retenções equivocadas...
19/03/2026

Empresas, autônomos e trabalhadores podem pagar impostos a mais sem perceber: por erro de cálculo, retenções equivocadas ou cobranças indevidas.

Quando isso ocorre, é possível recuperar os valores, desde que o procedimento correto seja seguido dentro do prazo.

Isso acontece em situações como base de cálculo errada, IRRF retido acima do devido ou contribuições pagas duas vezes.

A recuperação pode ser feita por restituição, com devolução direta, ou compensação, abatendo tributos futuros. A escolha depende do tipo de tributo e dos prazos.

Exemplo: um prestador de serviços com retenção maior no IR pode recuperar o valor por restituição na declaração ou por compensação.

Mas há prazo para pedir. Se o contribuinte não age, perde o direito. Revisar notas, guias e retenções evita prejuízo.

Como cada caso tem regras próprias, a orientação de um advogado tributarista garante que o processo seja seguro e dentro da lei.

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Antes de assumir sozinho o custo de um muro entre propriedades, vale saber que ele pode ser responsabilidade dos dois.O ...
16/03/2026

Antes de assumir sozinho o custo de um muro entre propriedades, vale saber que ele pode ser responsabilidade dos dois.

O muro divisório é aquele que f**a exatamente na linha entre os imóveis. Quando é comum aos dois proprietários, a lei prevê a divisão das despesas, já que ambos se beneficiam.

Se alguém constrói o muro sozinho, sem avisar o vizinho, ou fora dos limites corretos, não pode exigir reembolso depois. O mesmo vale quando a obra atende apenas a uma necessidade particular.

Por isso, antes de iniciar a construção, o ideal é comunicar o vizinho, apresentar orçamento, conferir a metragem e formalizar o acordo. Isso evita conflitos e cobranças indevidas.

Em caso de recusa injustif**ada ou discussão sobre valores, um advogado pode ajudar a comprovar o direito e evitar prejuízos.

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A lei brasileira permite mudar o regime de bens do casamento, desde que alguns requisitos sejam cumpridos.Acompanhe e en...
13/03/2026

A lei brasileira permite mudar o regime de bens do casamento, desde que alguns requisitos sejam cumpridos.

Acompanhe e entenda!

A mudança não é automática: é preciso entrar com uma ação judicial, com o consentimento dos dois cônjuges e uma justif**ativa para a alteração.

Os motivos mais comuns são:

- Proteção patrimonial, quando um membro do casal é empresário e quer proteger os bens da família de dívidas;

- Organização financeira, para facilitar a gestão do patrimônio conjunto;

- Mudanças financeiras, quando a nova realidade do casal pede novas regras.

O juiz analisará se a mudança é justa e se não prejudica terceiros, como credores ou herdeiros.

Para isso, é preciso apresentar documentos como certidão de casamento e comprovantes de bens e dívidas.

Por ser um processo judicial, é essencial contar com um advogado especializado em direito de família para garantir segurança e aumentar as chances de sucesso.

Um erro muito comum no planejamento patrimonial é acreditar que todos os bens devem ser transferidos para a holding da f...
10/03/2026

Um erro muito comum no planejamento patrimonial é acreditar que todos os bens devem ser transferidos para a holding da família.

Quando aplicada sem análise, essa ideia pode gerar custos desnecessários, impostos inesperados e até problemas jurídicos no futuro.

Na prática, nem todo bem é adequado para a holding. A natureza do patrimônio faz toda a diferença.

Imóveis de aluguel, por exemplo, costumam se encaixar bem, pois facilitam a gestão e a sucessão, enquanto bens de uso pessoal, como o imóvel onde a família mora, veículos ou determinados investimentos, nem sempre fazem sentido dentro da estrutura.

Além disso, cada transferência pode gerar ITBI, imposto de renda, custos cartorários e reflexos fiscais que precisam ser avaliados com cuidado.

A holding não é um depósito de bens, mas uma ferramenta que deve ter um objetivo claro de organizar, proteger e facilitar a sucessão patrimonial.

Quando isso não é respeitado, o que deveria trazer segurança acaba virando dor de cabeça. Por isso, planejar antes de transferir é essencial para proteger o patrimônio e evitar prejuízos, sendo a orientação jurídica especializada o melhor caminho antes de colocar bens na holding familiar.

Comente se tiver dúvidas, compartilhe e envie este conteúdo para quem precisa!

08/03/2026
O conflito entre sócios geralmente nasce da ausência de regras. Quando ninguém define quem decide, como decide e o que f...
05/03/2026

O conflito entre sócios geralmente nasce da ausência de regras. Quando ninguém define quem decide, como decide e o que fazer em caso de discordância, qualquer escolha vira um problema.

O acordo de sócios existe justamente para evitar esse cenário. Diferente do contrato social, que costuma ser mais genérico, ele trata do dia a dia da empresa, quem decide o quê, como resolver empates e o que acontece se um sócio quiser sair, vender sua parte ou agir contra os interesses do negócio.

Sem esse documento, decisões importantes podem travar completamente a empresa. Imagine dois sócios com 50% cada. Um quer expandir, o outro quer segurar, sem acordo, ninguém decide e o impasse cresce.

A relação se desgasta e, muitas vezes, a solução acaba sendo o judiciário, que é caro, demorado e desgastante. O que poderia ser prevenido vira um conflito que ameaça a própria sobrevivência da empresa.

Se você é sócio ou empreendedor, vale a reflexão, o futuro do seu negócio está protegido ou depende apenas da boa vontade de todos?

Se esse tema fez sentido pra você, comenta aqui embaixo, compartilha com aquele sócio que precisa ler isso, salva para não esquecer e busque a orientação de um advogado especializado para estruturar corretamente a sua sociedade antes que o problema apareça.

A Lei do Inquilinato garante ao inquilino o direito de preferência na compra do imóvel quando o proprietário decide vend...
02/03/2026

A Lei do Inquilinato garante ao inquilino o direito de preferência na compra do imóvel quando o proprietário decide vendê-lo.

Veja como isso funciona na prática:

O que é o direito de preferência? É o direito do inquilino de comprar o imóvel antes de terceiros, em igualdade de condições, sempre que houver intenção de venda.

Como o inquilino deve ser avisado? O proprietário deve comunicá-lo por escrito, por carta, e-mail ou notif**ação extrajudicial, informando valor, forma de pagamento, condições do negócio e possibilidade de parcelamento.

Qual é o prazo para resposta? O inquilino tem 30 dias para manifestar interesse na compra. Se não houver resposta nesse prazo, o proprietário f**a livre para vender a terceiros.

Atenção! Se o imóvel for vendido sem respeitar o direito de preferência, o inquilino pode pedir indenização ou até requerer a compra do imóvel, desde que cumpra os requisitos legais.

Está passando por uma situação assim? Busque a orientação de um advogado especializado em direito imobiliário.

Quando chega a hora de organizar o patrimônio, muita gente f**a em dúvida entre fazer a doação dos bens ainda em vida ou...
26/02/2026

Quando chega a hora de organizar o patrimônio, muita gente f**a em dúvida entre fazer a doação dos bens ainda em vida ou criar uma holding familiar.

As duas opções são legais, mas funcionam de formas bem diferentes e produzem efeitos que nem sempre são percebidos no início.

Na doação em vida, o bem passa imediatamente para o nome do herdeiro. Um pai que doa um imóvel ao filho, por exemplo, deixa de ser o proprietário, mesmo que continue morando no imóvel.

Se não houver regras claras, isso pode gerar conflitos futuros, insegurança e até dificuldades financeiras para quem doou.

Já a holding familiar funciona como uma organização do patrimônio. Os bens são integralizados em uma empresa da família e passam a ser divididos em quotas, permitindo planejar a sucessão, definir quem administra, estabelecer regras e, ao mesmo tempo, manter o controle dos bens em vida.

Famílias com vários imóveis e rendas de aluguel costumam ter a gestão facilitada, menos disputas e uma sucessão mais organizada.

Escolher a ferramenta errada pode transformar planejamento em dor de cabeça.

Ficou alguma dúvida? Comente aqui!

E, antes de decidir, busque orientação jurídica com um advogado especializado para entender qual caminho realmente protege seu patrimônio e sua família.

Grande parte dos produtores rurais mantém todo o patrimônio em nome da pessoa física, sem avaliar os riscos dessa estrut...
24/02/2026

Grande parte dos produtores rurais mantém todo o patrimônio em nome da pessoa física, sem avaliar os riscos dessa estrutura. Terras, máquinas e negócios acabam f**ando expostos e dificultam a sucessão familiar.

A holding rural pode ser usada para organizar esses bens e facilitar a transferência aos herdeiros. Trata-se de uma estrutura jurídica criada para concentrar patrimônio e atividades em uma única empresa.

Na prática, funciona como colocar ordem na casa. Em vez de cada imóvel estar no nome de um familiar, tudo f**a organizado pela holding, com regras claras.

Essa estrutura facilita a sucessão, reduz conflitos entre herdeiros e ajuda a garantir a continuidade do negócio rural. Isso é especialmente importante em caso de falecimento do produtor.

Além disso, o produtor pode definir em vida quem administra e como será a divisão futura. Isso evita disputas comuns em inventários.

Por outro lado, nem todo produtor precisa de holding. O tamanho do patrimônio, a atividade exercida e a realidade da família devem ser avaliados com cuidado.

Um planejamento mal feito pode gerar custos desnecessários. Por isso, organizar o patrimônio em vida exige análise técnica.

Ficou em dúvida se a holding rural é adequada ao seu caso? Procure um advogado especializado para avaliar sua situação. Comenta aqui, compartilha com quem vive do campo e salva esse post para consultar depois.

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