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14/02/2026

Bem-vindo(a) ao nosso novo feed!
Aqui, você encontrará conteúdos atualizados, dicas úteis e informações sobre diversas áreas do Direito. Compartilharemos notícias relevantes, curiosidades legais e conselhos valiosos para ajudá-lo(a) a compreender seus direitos e deveres.

Nossa missão é tornar o mundo jurídico mais acessível, descomplicado e interessante!

Fique atento(a) às nossas publicações e aproveite para interagir, tirar suas dúvidas e dividir conhecimento.

É importante ressaltar que nosso conteúdo não substitui uma consulta jurídica personalizada. Caso precise de orientação específ**a para o seu caso, recomendamos que procure um escritório de advocacia especializado.

A inteligência artificial já faz parte das decisões de gestão de pessoas, analisando currículos, produtividade, promoçõe...
12/02/2026

A inteligência artificial já faz parte das decisões de gestão de pessoas, analisando currículos, produtividade, promoções e até desligamentos.

O problema é que decisões automáticas sem supervisão adequada e sem transparência trazem riscos jurídicos e a empresa responde pelas falhas do sistema.

A IA pode agilizar processos, mas também cometer injustiças, como padrões discriminatórios, avaliações baseadas em dados incompletos ou uso indevido de informações pessoais.

Isso pode gerar violações trabalhistas, multas pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), ações por discriminação e indenizações.

Por isso, o uso de IA no RH exige validação constante, supervisão humana real e critérios claros. As decisões precisam ser explicáveis, fundamentadas e juridicamente seguras.

Se a empresa pretende adotar IA no RH, é essencial buscar orientação jurídica e técnica especializada.

Comente o que você acha, compartilhe com quem precisa entender o tema e salve para consultar depois!

Você já sentiu que faz muito mais do que foi contratado para fazer?Isso pode ser um caso de acúmulo de função, e, em cer...
10/02/2026

Você já sentiu que faz muito mais do que foi contratado para fazer?

Isso pode ser um caso de acúmulo de função, e, em certas situações, gera direito a adicional no salário.

O que caracteriza o acúmulo de função:

- O trabalhador, além das tarefas originais, passa a desempenhar atividades que normalmente exigiriam outro profissional.
- As novas funções são habituais, não apenas ocasionais.
- Há aumento real da carga de trabalho e das responsabilidades sem ajuste contratual.

O que NÃO é acúmulo de função:

- Atividades esporádicas ou eventuais.
- Tarefas que já são compatíveis e esperadas dentro da função.
contratada.

O adicional por acúmulo de função pode variar entre 20% a 40% do salário (referência usada pela Justiça em alguns casos) e pode refletir em outras verbas, como férias, 13º salário, aviso prévio e FGTS.

O que fazer se você estiver nessa situação:

- Documente: guarde e-mails, ordens de serviço e testemunhas que comprovem as funções extras.
- Procure um advogado trabalhista: ele poderá avaliar se o seu caso gera direito ao adicional.
- Aja no prazo: se for necessário entrar com ação judicial, o prazo é de até dois anos após o fim do contrato de trabalho.

Lembre-se: o empregador não pode alterar suas funções de forma unilateral sem o seu consentimento!

Já passou por uma situação parecida? Conte nos comentários!

Compartilhe este post com quem precisa saber disso e siga nosso perfil para mais conteúdos jurídicos explicados de forma simples.

Muita gente acredita que, ao voltar a trabalhar depois de um acidente, perde o direito ao auxílio-acidente. Isso é um mi...
06/02/2026

Muita gente acredita que, ao voltar a trabalhar depois de um acidente, perde o direito ao auxílio-acidente. Isso é um mito!

Esse benefício pode ser pedido mesmo quando o segurado continua exercendo sua atividade profissional. O auxílio-acidente não substitui o salário.

Ele tem natureza indenizatória e é pago quando, após o tratamento, f**am sequelas permanentes que reduzem a capacidade de trabalho. Não é necessário estar totalmente incapacitado.

Um exemplo comum é o trabalhador que sofre um acidente, retorna ao serviço e percebe perda de força, limitação de movimentos ou dores constantes.

Mesmo empregado, se houver redução da capacidade laboral, o direito pode existir.

Muitos pedidos são negados injustamente quando não são feitos da forma correta. A documentação adequada faz toda a diferença.

Se você sofreu um acidente e ficou com sequelas, procure orientação jurídica especializada para avaliar seu direito.

Comenta, compartilha com alguém que precisa saber e salva esse post.

A dispensa por justa causa é a penalidade mais severa do direito do trabalho. Ela retira vários direitos do empregado e,...
04/02/2026

A dispensa por justa causa é a penalidade mais severa do direito do trabalho. Ela retira vários direitos do empregado e, por isso, qualquer erro pode gerar prejuízo para a empresa na justiça.

Não é raro ver uma justa causa ser revertida em demissão comum, com pagamento de verbas, multas e até indenização. Por isso, alguns cuidados são essenciais antes de aplicar essa penalidade.

O primeiro cuidado é ter prova concreta da falta grave. Desconfiança ou boato não sustentam justa causa e tudo precisa estar documentado, com registros, advertências ou testemunhas.

Outro ponto fundamental é a imediatidade. A punição deve ocorrer logo após o conhecimento do fato, pois demora excessiva enfraquece a gravidade da conduta.

Também é necessário observar a proporcionalidade. Nem toda falha autoriza justa causa imediata, sendo comum a necessidade de advertência ou suspensão prévia.

Por fim, todos os atos devem estar bem registrados e formalizados. Essa documentação é o que sustentará a decisão caso haja questionamento judicial.

Justa causa mal aplicada vira prejuízo certo. Se você é gestor ou atua no RH, compartilhe, salve e busque orientação jurídica especializada com um advogado trabalhista antes de tomar uma decisão.

Muita gente só descobre depois da demissão que tinha estabilidade pré-aposentadoria.Essa proteção existe para evitar que...
31/01/2026

Muita gente só descobre depois da demissão que tinha estabilidade pré-aposentadoria.

Essa proteção existe para evitar que o trabalhador seja desligado pouco antes de completar os requisitos para se aposentar.

Ela costuma estar prevista em convenções e acordos coletivos, por isso é essencial conhecer as regras da sua categoria.

Em geral, a estabilidade é garantida a quem está a alguns meses/anos da aposentadoria (como 12, 18 ou 24 meses), desde que o trabalhador comunique formalmente a empresa, ou a empresa já saiba que ele está perto de se aposentar.

Se você foi demitido nesse período, pode haver solução. Muitos trabalhadores conseguem reintegração ou indenização, desde que consigam provar que estavam dentro do período protegido.

Como agir?

- Reúna documentos que mostrem seu tempo de contribuição;
- Comprove que estava perto da aposentadoria;
- Verifique a convenção coletiva da sua categoria;
- Busque orientação jurídica especializada.

Cada categoria tem regras próprias e isso muda completamente o desfecho do caso. Se você foi desligado perto de se aposentar, procure análise individualizada com um advogado previdenciário.

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̃o

A fibromialgia é uma condição real e dolorosa e, quando as crises começam a impedir tarefas básicas, é possível ter dire...
29/01/2026

A fibromialgia é uma condição real e dolorosa e, quando as crises começam a impedir tarefas básicas, é possível ter direito ao auxílio-doença ou até aposentadoria por incapacidade.

Mas o INSS não decide só pelo diagnóstico: o que vale é provar que você não consegue mais trabalhar.

O auxílio-doença é temporário; já a aposentadoria é concedida quando não há chance de retorno ao trabalho.

A perícia é o ponto decisivo. O perito analisa exames, laudos, tratamentos, medicamentos e como a dor, cansaço, lapsos de memória e limitações afetam sua rotina profissional. Quanto mais provas, maiores as chances de aprovação.

Muitos pedidos são negados porque a pessoa leva apenas o diagnóstico, sem documentos que comprovem a incapacidade.

É essencial mostrar como os sintomas impedem suas funções, especialmente em atividades que exigem esforço físico, repetição ou alta concentração.

Se você vive essa realidade, procure orientação especializada.

Uma análise completa dos seus documentos pode evitar negativas injustas e garantir o benefício.

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# aposentadoria

Muitas empresas acreditam que contratar um Microempreendedor Individual (MEI) é sempre sinônimo de economia em encargos ...
25/01/2026

Muitas empresas acreditam que contratar um Microempreendedor Individual (MEI) é sempre sinônimo de economia em encargos trabalhistas e previdenciários.

Mas será que isso é verdade?

A dúvida ganhou força depois de uma Instrução Normativa RFB que alterou regras sobre o recolhimento de contribuições previdenciárias.

Antes dessa norma, a empresa precisava pagar a parte patronal do INSS somente quando contratava um MEI para serviços de hidráulica, eletricidade, pintura, alvenaria, carpintaria ou reparo de veículos.

Com a mudança, a Receita Federal entendeu que todas as empresas que contratam MEIs, independentemente do serviço prestado, deveriam recolher a contribuição previdenciária patronal.

O problema é que essa alteração ampliou o número de contribuintes sem uma lei específ**a que autorizasse isso, o que vai contra o princípio da legalidade tributária. Ninguém pode ser obrigado a pagar um tributo que não tenha sido criado por lei.

Além disso, a Receita ainda determinou que a cobrança valeria retroativamente, a partir de 2012, mesmo que a norma tenha sido publicada apenas em 2014. Isso também fere o princípio da irretroatividade, que proíbe a cobrança de tributos sobre fatos passados.

Na prática, a Instrução Normativa RFB é considerada questionável e vem sendo contestada por criar novas obrigações sem respaldo legal.

Ou seja, a empresa só deve pagar INSS ao contratar MEI se ele prestar serviços expressamente previstos em lei, como hidráulica, pintura, eletricidade, carpintaria, alvenaria e reparo de veículos.

Se a Receita Federal cobrar contribuições fora desses casos, vale procurar um advogado tributarista para avaliar o caso e, se necessário, questionar a cobrança judicialmente.

Gostou da explicação? Salve o post, marque quem precisa saber disso e acompanhe o perfil para mais conteúdos jurídicos como este!

O uso de inteligência artificial para monitorar funcionários parece moderno, mas pode violar a privacidade do trabalhado...
23/01/2026

O uso de inteligência artificial para monitorar funcionários parece moderno, mas pode violar a privacidade do trabalhador e gerar sérios problemas com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

A lei permite monitoramento ligado às atividades de trabalho, como e-mail corporativo, produtividade e sistemas internos.

Mas a empresa não pode invadir a vida íntima do empregado, coletar dados desnecessários, gravar ambientes privados, acessar conversas pessoais ou usar IA para criar perfis psicológicos sem transparência.

Ferramentas que analisam emoções, voz, comportamento ou tomam decisões automáticas sobre desempenho exigem extremo cuidado, pois podem causar discriminação e violar direitos fundamentais.

A empresa precisa informar previamente o trabalhador, explicar o uso dos dados, limitar a coleta, proteger as informações e evitar algoritmos ocultos ou injustos. Monitorar não é proibido, mas deve ser proporcional e transparente.

Antes de adotar IA no monitoramento, o empregador deve buscar orientação jurídica especializada para evitar abusos e riscos legais.

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Muitas pessoas aceitam trabalhar “por fora” achando que estão evitando burocracia ou ganhando tempo. Mas o que parece va...
21/01/2026

Muitas pessoas aceitam trabalhar “por fora” achando que estão evitando burocracia ou ganhando tempo. Mas o que parece vantagem pode virar um grande problema no futuro.

O trabalho informal traz riscos financeiros, jurídicos e até de saúde. Sem carteira assinada, o trabalhador perde direitos como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego.

Também f**a sem proteção do INSS. Em caso de doença, acidente, gravidez ou paternidade, não há auxílio, e sem contribuição, não é possível se aposentar.

A renda no trabalho informal costuma ser menor e instável, o que dificulta o planejamento financeiro, o acesso a crédito e a benefícios sociais, já que não há comprovação de renda.

Além disso, o trabalho informal prejudica toda a sociedade, reduzindo a arrecadação de impostos, enfraquecendo a Previdência e aumentando a desigualdade.

Formalizar o vínculo é garantir segurança, estabilidade e dignidade. A formalização protege o trabalhador e fortalece a economia.

Se você conhece alguém nessa situação, incentive-o a buscar ajuda de um advogado trabalhista, que pode orientar e garantir os direitos previstos em lei.

Um banco de horas mal administrado é uma das principais fontes de passivo trabalhista. O problema geralmente está na for...
19/01/2026

Um banco de horas mal administrado é uma das principais fontes de passivo trabalhista. O problema geralmente está na forma como é criado, registrado e compensado.

Para ser válido, precisa ter regras claras e seguir a lei. Quando feito por acordo individual, a compensação deve ocorrer em até seis meses. Já por acordo ou convenção coletiva, o prazo costuma ser de até um ano, sempre com tudo formalizado.

Mesmo com banco de horas, existem limites de jornada, como no máximo duas horas extras por dia e até dez horas diárias de trabalho.

O saldo negativo só é permitido em situações específ**as e não pode ser imposto nem descontado automaticamente na rescisão.

Quando o banco é criado fora das regras, pode ser considerado nulo, gerando pagamento de horas extras e reflexos. Controle, transparência e revisão jurídica ajudam a evitar riscos.

Em caso de dúvida, vale buscar orientação especializada com um advogado para avaliar se o que está sendo aplicado internamente está dentro da lei.

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O uso do WhatsApp corporativo virou rotina, mas pode gerar problemas trabalhistas.Quando o empregado responde mensagens ...
17/01/2026

O uso do WhatsApp corporativo virou rotina, mas pode gerar problemas trabalhistas.

Quando o empregado responde mensagens fora do horário, mesmo rapidamente, isso pode ser considerado tempo à disposição.

Se o trabalhador é acionado fora da jornada para resolver demandas ou repassar informações, existe possibilidade de caracterização de horas extras.

A diferença está entre um contato eventual e um contato habitual, com mensagens frequentes ou expectativa de resposta imediata, caso em que o risco de condenação é maior.

Há exceções, como cargos de confiança, gestores e trabalhadores externos, mas nem nesses casos a cobrança contínua é permitida. Se houver expectativa clara de disponibilidade permanente, também pode haver reconhecimento de excesso.

Já houve condenação quando o envio de mensagens fora do expediente se tornou rotina e impediu o descanso real do empregado.

Estabelecer limites na comunicação, criar regras internas e orientar líderes sobre o uso do WhatsApp corporativo é essencial para reduzir riscos.

Em caso de dúvida, a orientação jurídica especializada ajuda a proteger a empresa.

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