DPA Advocacia

DPA Advocacia Escritório de advocacia que possui como missão a prestação de um trabalho de excelência, especializado no direito do trabalho e direito civil.

Escritório de Advocacia especializado em Direito do Trabalho, Direito Previdenciário e Direito Civil.

02/12/2025
Doença: Quando o empregado apresenta atestado médico, não há desconto no salário. Caso o afastamento ultrapasse 15 dias,...
02/12/2025

Doença: Quando o empregado apresenta atestado médico, não há desconto no salário. Caso o afastamento ultrapasse 15 dias, o INSS assume o pagamento do benefício.

Falecimento de familiar: Em caso de falecimento de cônjuge, pais, filhos, irmãos ou outros parentes próximos, a CLT garante até 3 dias de falta justificada.

Licença-maternidade e paternidade: A mulher tem direito a 120 dias de licença-maternidade, e o pai, 5 dias de licença-paternidade, com a garantia de salário integral.

Casamento: O trabalhador tem direito a 3 dias de ausência no caso de casamento.

Exame de pré-natal: A mulher gestante tem direito a se ausentar para realizar exames médicos durante o período de gestação, com a devida justificativa.

Serviço militar: O tempo em que o trabalhador for convocado para o serviço militar obrigatório é considerado falta justificada.

É importante lembrar que essas ausências precisam ser comunicadas e justificadas com os documentos adequados (atestados médicos, certidões, etc.), para evitar o desconto no salário.

Se você tem dúvidas sobre suas faltas justificadas ou precisa de ajuda para garantir seus direitos, procurar um advogado trabalhista pode ser essencial.

Vai trabalhar no feriado? Saiba quais são os seus direitos! ⚖️Trabalhar durante os feriados é comum em algumas profissõe...
19/11/2025

Vai trabalhar no feriado? Saiba quais são os seus direitos! ⚖️

Trabalhar durante os feriados é comum em algumas profissões, mas o que muitos trabalhadores não sabem é que, nesse caso, eles têm direitos especiais garantidos pela CLT.

Direitos do trabalhador que trabalha no feriado:
Pagamento em dobro: Quando o trabalhador é solicitado a trabalhar em um feriado, ele tem direito a receber dobro de salário (art. 9º da CLT). Ou seja, se o empregado trabalhar no feriado, o valor pago por aquele dia deve ser dobrado.

Compensação por outro dia: Em vez de receber o pagamento dobrado, é possível que o empregador e o empregado acordem uma compensação em outro dia de folga, com base na convenção coletiva ou acordo individual. Nesse caso, o empregado não recebe o pagamento dobrado, mas tem direito a um outro dia de descanso.

Importante saber: O direito ao pagamento em dobro só se aplica quando o empregado trabalha em feriados considerados nacionais, estaduais ou municipais e não quando o feriado é facultativo (como o aniversário da cidade, por exemplo).
Se você for obrigado a trabalhar em um feriado e não receber o pagamento adequado ou compensação, é fundamental procurar orientação jurídica.

Não deixe de garantir seus direitos! Consulte um especialista para garantir que sua jornada seja justa.

09/05/2025
A Síndrome de Burnout é um transtorno de exaustão extrema causado por um estresse crônico no trabalho, que pode afetar t...
06/05/2025

A Síndrome de Burnout é um transtorno de exaustão extrema causado por um estresse crônico no trabalho, que pode afetar tanto a saúde física quanto emocional do trabalhador. Os sintomas incluem cansaço excessivo, falta de motivação, ansiedade, dificuldade de concentração e até problemas de saúde mais graves, como depressão e ansiedade.

Se você está passando por isso, saiba que é fundamental tomar algumas atitudes:

Procure ajuda médica: O primeiro passo é buscar orientação médica. O diagnóstico adequado e o tratamento, que podem incluir terapia e acompanhamento psiquiátrico, são essenciais para a recuperação.

Informe seu empregador: Se possível, comunique a situação ao empregador. Você tem direito a um afastamento médico e, dependendo da gravidade, pode solicitar licença do trabalho por motivo de saúde, com atestado médico.

Direitos trabalhistas: O trabalhador que for diagnosticado com Burnout tem direito ao afastamento com o auxílio-doença do INSS, caso o problema seja comprovado. A estabilidade no emprego também pode ser garantida, dependendo das circunstâncias.

Assédio moral e ambiente de trabalho: Muitas vezes, a síndrome é desencadeada por condições de trabalho abusivas, como sobrecarga de tarefas, metas impossíveis ou um ambiente tóxico. Se esse for o caso, o trabalhador pode buscar reparação por assédio moral.

Apoio psicológico e jurídico: Caso o estresse no trabalho tenha sido causado por práticas abusivas, é importante buscar também orientação jurídica para garantir seus direitos e, se necessário, buscar indenização por danos morais.

A síndrome de Burnout não deve ser ignorada, e a empresa tem a responsabilidade de proporcionar um ambiente de trabalho saudável. Caso você esteja enfrentando essa situação, procure ajuda o quanto antes.

Não, não é normal fazer horas extras e não trabalhadas além da jornada regular de 8 horas diárias ou 44 horas semanais. ...
11/04/2025

Não, não é normal fazer horas extras e não trabalhadas além da jornada regular de 8 horas diárias ou 44 horas semanais. Esse pagamento é feito com um adicional de 50% sobre o valor da hora normal, e pode ser ainda maior em casos de horas extras noturnas ou em feriados.

O que você precisa saber sobre as horas extras?
Direito ao pagamento: Qualquer trabalho realizado fora da jornada normal deve ser remunerado como hora extra, desde que previamente acordado entre empregador e empregado.

Acordo entre as partes: A realização de horas extras precisa ser autorizada pelo empregador, mas não pode ultrapassar o limite de 2 horas extras por dia, salvo em situações excepcionais.

Não pagamento das horas extras: Se as horas extras não forem pagas, o trabalhador tem o direito de reclamar judicialmente para garantir o pagamento devido, acrescido de juros e correção monetária.

Banco de horas: Em alguns casos, o empregador pode optar pelo banco de horas, onde as horas extras são compensadas com folgas em outros períodos. Mas, mesmo nesse caso, é necessário um acordo ou convenção coletiva que regulamenta a compensação de horas.

Importância da documentação: Mantenha o controle das horas trabalhadas. Comprovantes como cartões de ponto ou emails de autorização para as horas extras podem ser importantes para garantir seus direitos.

O que fazer se não receber por horas extras?
Se você não está recebendo pelo trabalho adicional realizado, é fundamental buscar a orientação de um advogado trabalhista especializado. Ele pode ajudar a garantir o pagamento retroativo das horas extras devidas, bem como a aplicação de juros e correção monetária.

Não deixe de cobrar o que é seu por direito! Consulte um especialista para saber como garantir o pagamento das suas horas extras.

Atraso no pagamento do salário: o que fazer quando seu direito é violado?O atraso no salário não é apenas um problema fi...
08/04/2025

Atraso no pagamento do salário: o que fazer quando seu direito é violado?

O atraso no salário não é apenas um problema financeiro – é uma violação dos seus direitos trabalhistas! Pela CLT, o empregador deve pagar até o 5º dia útil do mês seguinte. Se isso não acontecer, você tem opções:

Você pode exigir o pagamento imediato com correção monetária (para compensar a desvalorização do dinheiro) e, se o empregador não resolver, entrar na Justiça do Trabalho para cobrar os valores com juros e multa. Em casos de atraso recorrente, ainda é possível pedir a rescisão indireta, que funciona como uma demissão por culpa do patrão – garantindo todos os seus direitos trabalhistas, como férias, 13º e FGTR.

Mas como agir na prática?
Primeiro, tente resolver de forma direta: converse com o empregador ou RH e peça explicações. Se não houver solução, o próximo passo é enviar uma notificação formal (por escrito ou via e-mail), deixando claro que você está ciente dos seus direitos. Se mesmo assim o pagamento não for regularizado, procure um advogado trabalhista para avaliar seu caso e entrar com as medidas legais necessárias.

Nenhum trabalhador deve ter que esperar pelo próprio salário. Se você está passando por isso, não deixe para depois – seus direitos precisam ser respeitados!

Sim, as empresas têm a responsabilidade de garantir que a pressão por produtividade não ultrapasse os limites da saúde m...
03/04/2025

Sim, as empresas têm a responsabilidade de garantir que a pressão por produtividade não ultrapasse os limites da saúde mental dos seus colaboradores. Exigir mais do que o trabalhador pode entregar, sem oferecer as condições adequadas, pode causar sérios danos à saúde emocional e psicológica, resultando em problemas como ansiedade, depressão, burnout e outras doenças relacionadas ao trabalho.

A responsabilidade das empresas
De acordo com a CLT e com o Código Civil, as empresas devem zelar pela saúde e segurança de seus funcionários, o que inclui monitorar e controlar as condições de trabalho. A pressão excessiva para atingir metas irreais e a constante exigência de produtividade podem gerar um ambiente de trabalho tóxico e prejudicial à saúde. Quando isso acontece, a empresa tem responsabilidade por quaisquer danos causados ao trabalhador, inclusive no que diz respeito à saúde mental.

Além disso, a Constituição Federal garante ao trabalhador o direito ao bem-estar físico e mental. Assim, se o empregado desenvolver problemas de saúde devido a um ambiente de trabalho excessivamente exigente, ele pode ter direito a indenizações por danos morais e materiais, além de poder pedir o afastamento médico com remuneração.

O que fazer se você estiver sofrendo com a pressão no trabalho?
Se você sente que a pressão por produtividade está afetando sua saúde mental e emocional, é essencial buscar apoio jurídico. Um advogado trabalhista pode ajudar a avaliar o seu caso e orientá-lo sobre como a empresa deve ser responsabilizada pelos danos causados. Além disso, é possível recorrer a tratamentos médicos para lidar com o impacto da sobrecarga de trabalho.

Lembre-se: a saúde mental não tem preço. Se a pressão por produtividade está afetando seu bem-estar, busque apoio.

O vínculo empregatício de vendedor obrigado a trabalhar como Pessoa Jurídica (PJ) foi reconhecido pelo Tribunal após con...
01/04/2025

O vínculo empregatício de vendedor obrigado a trabalhar como Pessoa Jurídica (PJ) foi reconhecido pelo Tribunal após constatação de fraude trabalhista e comprovação dos elementos da relação de emprego.

O trabalhador, inicialmente empregado formal da empresa, foi forçado a constituir uma pessoa jurídica para continuar exercendo as mesmas funções, fato confirmado por testemunhas. Estas relataram que a prática era comum entre os vendedores da empresa.

O Tribunal destacou que, na prestação de serviços, presume-se o vínculo empregatício, cabendo à empresa provar que ele não existia. Segundo a Súmula 212 do TST, o ônus de provar o término da relação de emprego é do empregador, e a continuidade da relação favorece a presunção de vínculo.

Com base no art. 9º da CLT, a prática foi considerada “pejotização” — fraude que busca mascarar a relação de emprego para reduzir custos, desrespeitando a legislação trabalhista.



Procure um advogado trabalhista para garantir o reconhecimento de seus direitos!

Endereço

Rua Teixeira Soares, 839, Sala 205, Centro Em Passo Fundo
Passo Fundo, RS
99010080

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando DPA Advocacia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para DPA Advocacia:

Compartilhar