Lina Mello

Lina Mello Transformando seus direitos em realidade! Presidente das Comissões:
Direito Pessoas com Deficiência

Ontem, uma cena chamou atenção dentro de um estádio lotado: uma mulher foi alvo de vaias e xingamentos públicos.Independ...
02/06/2026

Ontem, uma cena chamou atenção dentro de um estádio lotado: uma mulher foi alvo de vaias e xingamentos públicos.

Independentemente de quem ela seja, do que pensemos sobre suas escolhas ou da exposição que tenha nas redes sociais, existe uma reflexão que não pode ser ignorada.

Estamos normalizando o constrangimento público como forma de entretenimento.

O respeito não pode ser seletivo.

Em uma sociedade que ainda enfrenta índices alarmantes de violência contra a mulher, precisamos compreender que a agressão nem sempre começa com a violência física.

Ela também se manifesta na humilhação, na ridicularização, na exposição vexatória e na tentativa de reduzir uma pessoa à condição de alvo coletivo.

Discordar é legítimo.
Criticar é um direito.
Humilhar nunca deveria ser.

A forma como tratamos alguém quando discordamos revela muito mais sobre nós do que sobre a pessoa que está sendo julgada.

O respeito à dignidade humana não pode depender de popularidade, concordância ou aprovação pública.

Talvez a grande reflexão não seja sobre quem recebeu os ataques.

Talvez seja sobre o tipo de sociedade que estamos construindo quando transformamos a humilhação de alguém em espetáculo.

Lina Mello

Maio não foi um mês fácil.Foi um mês de decisões difíceis, recomeços silenciosos, desafios que ninguém viu e batalhas tr...
31/05/2026

Maio não foi um mês fácil.

Foi um mês de decisões difíceis, recomeços silenciosos, desafios que ninguém viu e batalhas travadas longe dos olhos das pessoas.

Mas, olhando para trás, existe uma palavra que resume tudo o que vivi:

FORÇA.

Força para continuar mesmo cansada.
Força para enfrentar o que precisava ser enfrentado.
Força para recomeçar quantas vezes fosse necessário.
Força para seguir em frente sem desistir de mim.

Nem todo mês deixa vitórias visíveis.
Mas alguns deixam algo ainda mais valioso: crescimento.

E você?

Qual foi a palavra que definiu o seu mês de maio?

Vou adorar ler sua resposta nos comentários. ❤️

Você sabia que o INSS tem prazo para analisar o salário-maternidade?Depois do protocolo completo do pedido, o INSS deve ...
26/05/2026

Você sabia que o INSS tem prazo para analisar o salário-maternidade?

Depois do protocolo completo do pedido, o INSS deve concluir a análise em até 30 dias.

E o que muitas mães não sabem é que:
quando existe demora excessiva ou negativa indevida, é possível buscar seus direitos.

Enquanto você deveria estar vivendo esse momento com tranquilidade, muitas vezes acaba enfrentando ansiedade, insegurança financeira e espera.

Fique atenta.
Salário-maternidade é direito seu e do seu bebê.

Se o seu pedido está atrasado, foi negado ou você ainda não sabe se tem direito, procure orientação jurídica especializada.

Fibromialgia não é frescura.É dor.É fadiga.É limitação.É tentar seguir a vida enquanto o corpo parece não acompanhar.E m...
18/05/2026

Fibromialgia não é frescura.

É dor.
É fadiga.
É limitação.
É tentar seguir a vida enquanto o corpo parece não acompanhar.

E muita gente ainda escuta:
“Mas você parece bem.”

Só que o INSS não analisa aparência.
Analisa prova!

Por isso, não basta ter o diagnóstico.
É preciso demonstrar como a doença afeta sua rotina, sua capacidade de trabalhar, sua concentração, sua força física e sua vida diária.

Dependendo do caso, a fibromialgia pode gerar direito a benefícios previdenciários ou assistenciais, como auxílio por incapacidade temporária, aposentadoria por incapacidade permanente, auxílio-acidente em situações específicas, aposentadoria da pessoa com deficiência e BPC/LOAS.

Cada caso precisa ser analisado com cuidado.

Porque a dor que muita gente não enxerga também pode gerar direito.

Salve este post e envie para alguém que precisa saber disso.





Quem vive correndo para parecer importante…raramente consegue transmitir presença.
17/05/2026

Quem vive correndo para parecer importante…
raramente consegue transmitir presença.

15/05/2026

Depois do fim entre Virgínia e Vini Jr, muita gente começou a discutir uma questão que gera enorme confusão no Brasil:

afinal, namoro pode gerar direitos na Justiça?

E a resposta é:
depende.

Porque existe uma diferença muito grande entre namoro e união estável — e muita gente só descobre isso depois do término.

Não é apenas morar junto que define.
Não é postar foto.
Não é viajar.
Não é usar aliança.

A Justiça costuma analisar fatores como:
intenção de construir família,
dependência financeira,
vida em comum,
divisão de despesas,
patrimônio,
rotina de casal
e comportamento social da relação.

Ou seja:
existem relacionamentos que terminam emocionalmente…
mas continuam produzindo efeitos jurídicos.

E é justamente por isso que muitos processos começam depois da separação.

Muita gente vive uma relação acreditando que era “só namoro”…
até descobrir que, juridicamente, a discussão pode ser muito maior.

14/05/2026

Nem toda violência deixa marcas visíveis.

Na prática jurídica, muitos conflitos familiares chegam ao Judiciário depois de anos de desgaste emocional silencioso, controle psicológico, dependência financeira e perda gradual da autonomia da mulher.

E talvez esse seja um dos aspectos mais difíceis de compreender socialmente:
muitas pessoas ainda esperam sinais “evidentes” de violência para reconhecer a gravidade de determinadas relações.

Mas violência psicológica também adoece.
Também paralisa.
Também destrói autoestima, segurança emocional e capacidade de reação.

Quem atua com Direito de Família e violência doméstica percebe diariamente que inúmeros processos não envolvem apenas questões jurídicas — envolvem pessoas emocionalmente exaustas tentando reconstruir a própria vida.

O Direito moderno exige não apenas técnica.
Exige também sensibilidade para compreender a complexidade humana existente por trás de cada caso.

Tem gente sobrevivendo apenas para pagar dívida.E o pior:muitas vezes o banco sabia que aquela parcela não cabia na real...
13/05/2026

Tem gente sobrevivendo apenas para pagar dívida.

E o pior:
muitas vezes o banco sabia que aquela parcela não cabia na realidade financeira da pessoa.

Ansiedade.
Insônia.
Desespero.
Culpa.
Vergonha.

Tudo isso virou rotina para milhares de brasileiros.

Mas uma coisa precisa ser dita:
nem toda dívida precisa ser aceita da forma como foi imposta.

Existem situações de abuso, crédito irresponsável e superendividamento que podem — e devem — ser discutidas judicialmente.

Informação também é proteção.

Salve este post e compartilhe com alguém que precisa ler isso.
vc conhece alguém sufocado por dívidas?

Medida protetiva não é favor. É direito.A violência doméstica nem sempre começa com agressão física.Ela também pode apar...
07/05/2026

Medida protetiva não é favor. É direito.

A violência doméstica nem sempre começa com agressão física.
Ela também pode aparecer como ameaça, perseguição, humilhação, controle, intimidação e violência psicológica.

E é aqui que muita gente erra: a mulher não precisa esperar “acontecer o pior” para buscar proteção.

Se existe risco, medo ou violência, a medida protetiva pode ser solicitada para afastar o agressor, impedir contato e garantir mais segurança à vítima.

Descumprir medida protetiva é grave. Não é “briga de casal”. Não é exagero. É questão de segurança e Justiça.

Informação também protege.
Compartilhe este post. Ele pode chegar a uma mulher que precisa saber que não está sozinha.

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