24/08/2026
Há questões familiares que começam entre adultos, mas acabam afetando diretamente quem não escolheu participar daquele conflito.
Guarda, convivência, pensão e outras decisões envolvendo filhos precisam considerar algo maior do que a divergência entre os responsáveis: a proteção e o desenvolvimento da criança.
O Direito de Família e a proteção jurídica da infância caminham justamente nesse sentido: colocar a criança como sujeito de direitos, e não como instrumento de disputa.
Neste 24 de agosto, o Dia da Infância também pode servir como um lembrete para os adultos: alguns direitos precisam ser conhecidos por nós para serem verdadeiramente protegidos por elas.
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