26/08/2026
“Ele disse que não precisava formalizar a pensão...”
Essa é uma frase que, infelizmente, escuto com frequência.
No início, tudo parece funcionar. Existe confiança, diálogo e a sensação de que um papel assinado é desnecessário.
Mas, quando o relacionamento muda, surgem as dúvidas:
- Qual era o valor da pensão?
- A partir de quando seria paga?
- Quem ficaria responsável pelas despesas da criança?
- O que realmente foi combinado?
O problema nem sempre está no acordo em si. Muitas vezes, está na dificuldade de provar exatamente o que foi acertado.
Por isso, sempre que possível, formalize os acordos relacionados à pensão, guarda, convivência e demais questões familiares. Isso não demonstra falta de confiança, demonstra responsabilidade e protege todos os envolvidos, especialmente os filhos.
Segurança jurídica começa com acordos bem documentados.
Você já conheceu alguém que teve problemas por confiar apenas em um acordo de boca?