Jean Bueno Advocacia e Consultoria Jurídica

Jean Bueno Advocacia e Consultoria Jurídica Escritório de advocacia especialista em Direito Previdenciário, e com atuação, também, em Direito Civil.

Neste Dia das Mães, prestamos nossa homenagem àquelas que são o verdadeiro alicerce de dedicação e cuidado.O amor e a pr...
10/05/2026

Neste Dia das Mães, prestamos nossa homenagem àquelas que são o verdadeiro alicerce de dedicação e cuidado.

O amor e a presença materna transformam o cotidiano e inspiram a construção de um futuro melhor. Nossa admiração a todas as mulheres que desempenham esse papel com tanta força e resiliência.

Um feliz Dia das Mães!

Após o falecimento, a família precisava se reorganizar. Havia contas do mês, despesas fixas e decisões rápidas. Uma pess...
09/05/2026

Após o falecimento, a família precisava se reorganizar. Havia contas do mês, despesas fixas e decisões rápidas. Uma pessoa ficou responsável por “tocar as coisas” enquanto o inventário começava. A renda previdenciária que entrou no período virou o centro da tensão.

O problema não era só dinheiro. Era comunicação. Uns entendiam que aquilo era para despesas do momento, outros achavam que tudo deveria esperar a formalização. Sem registro, cada gasto parecia “suspeito”, mesmo quando tinha justificativa.

Quando resolveram, não foi por discurso, foi por método: conta separada, comprovantes, planilha simples de despesas e acordo claro sobre o que era gasto necessário e o que era patrimônio a preservar. O clima mudou quando os fatos ficaram visíveis.

Em situações assim, documentar decisões e separar fluxos financeiros reduz conflito e protege a família em um momento sensível.

Em alguns cenários, o direito à pensão por morte exige comprovação bem organizada. O problema é que a vida cotidiana rar...
07/05/2026

Em alguns cenários, o direito à pensão por morte exige comprovação bem organizada. O problema é que a vida cotidiana raramente é documentada pensando em “provar”, e a família só percebe isso quando já está lidando com luto e urgência financeira.

Na prática, o que ajuda é coerência: contas, residência, dependência material, histórico e constância. O que atrapalha é contradição, ausência de registros e versões conflitantes entre familiares.

O erro comum é deixar tudo “no informal” e imaginar que a realidade fala por si. Em processos, o que fala é a prova.

Cada caso tem particularidades, por isso é importante entender quais elementos de prova fazem sentido para o caso concreto antes de iniciar requerimentos ou discussões familiares.

Muita gente usa previdência privada como ferramenta de organização familiar. O ponto prático é que a lógica de beneficiá...
05/05/2026

Muita gente usa previdência privada como ferramenta de organização familiar. O ponto prático é que a lógica de beneficiários e a forma de contratação influenciam o destino do valor, a velocidade de acesso e o potencial de conflito entre herdeiros.

Quando não há alinhamento, o problema aparece na hora errada: quem esperava participar não participa, quem não esperava ser indicado se vê no centro da disputa, e a família discute intenção em vez de fato.

O erro comum é contratar e nunca revisar beneficiários, principalmente após casamento, separação, nascimento de filhos ou mudança patrimonial.

Em situações assim, planejar beneficiários e coerência com a sucessão evita surpresas que viram litígio.

Depois do falecimento, todos estavam focados em documentos e bens. A sensação era de que “o mais difícil” era o inventár...
03/05/2026

Depois do falecimento, todos estavam focados em documentos e bens. A sensação era de que “o mais difícil” era o inventário. Só que, no meio do caminho, apareceu uma divergência: um valor havia sido movimentado sem que todos soubessem, e ninguém tinha certeza do que era.

Parte do dinheiro era pagamento relacionado ao período, parte tinha origem em descontos, e parte parecia resíduo de benefício. A discussão não começou por má-fé, começou por falta de registro e por interpretações diferentes do que “podia” e do que “não podia”.

A solução veio quando a família parou de discutir versões e passou a reconstruir fatos: extratos, datas, natureza dos valores e justificativas. A partir daí, ficou claro o que era renda, o que era patrimônio do espólio e o que deveria seguir o caminho formal.

Cada caso tem particularidades, por isso é importante entender a natureza dos valores e documentar providências antes de movimentar recursos após o falecimento.

Pensão por morte é um tema previdenciário, mas seus efeitos se misturam com a reorganização patrimonial da família. Quem...
01/05/2026

Pensão por morte é um tema previdenciário, mas seus efeitos se misturam com a reorganização patrimonial da família. Quem depende da pensão toma decisões financeiras que repercutem no espólio e na dinâmica entre herdeiros.

Na prática, confusão surge quando despesas do período se misturam com valores do falecido, quando há contas conjuntas, quando existem consignados e quando ninguém documenta o que foi pago e por quê.

O erro comum é resolver “no improviso” para apagar incêndio e só depois tentar explicar. Isso costuma gerar ruído e desconfiança.

Em situações assim, separar renda previdenciária, patrimônio do espólio e despesas necessárias desde o início evita conflito desnecessário.

No Dia do Trabalho, mais do que celebrar, é essencial entender o que realmente protege você no dia a dia.Muita gente ass...
01/05/2026

No Dia do Trabalho, mais do que celebrar, é essencial entender o que realmente protege você no dia a dia.

Muita gente associa direitos trabalhistas apenas ao salário, mas existe um ponto fundamental que passa despercebido: a sua segurança previdenciária. Ter o registro em carteira e contribuir corretamente não é só uma obrigação é o que garante acesso a benefícios importantes quando você mais precisa.

Seja em um afastamento, na maternidade ou até em situações mais graves, são esses direitos que asseguram suporte financeiro e proteção.
Por isso, conhecer e exigir seus direitos é também uma forma de cuidado com o seu futuro.

Se tiver dúvidas sobre a sua situação, vale a pena buscar orientação e entender se está tudo sendo feito da forma correta.

É comum ver famílias buscando cláusulas para proteger patrimônio transferido a filhos e herdeiros. O problema é que o ef...
29/04/2026

É comum ver famílias buscando cláusulas para proteger patrimônio transferido a filhos e herdeiros. O problema é que o efeito dessas cláusulas depende do instrumento, do contexto e de como o patrimônio é administrado.

Na prática, uma cláusula mal aplicada pode não proteger como se imaginava, ou gerar problemas de gestão, venda e liquidez no futuro.

O erro comum é copiar modelo pronto e descobrir tarde que a vida real não cabe no modelo, especialmente em situações de casamento, dívidas e negócios familiares.

Cada caso tem particularidades, por isso é importante alinhar proteção patrimonial com realidade financeira e familiar, e não só com um texto bonito.

O inventário em cartório pode ser mais ágil quando há consenso e requisitos atendidos. Ainda assim, ele exige organizaçã...
27/04/2026

O inventário em cartório pode ser mais ágil quando há consenso e requisitos atendidos. Ainda assim, ele exige organização documental e regularidade patrimonial, ou o procedimento “morre” em exigências e idas e vindas.

Na prática, imóveis com matrícula antiga, bens sem registro, dívidas omitidas e divergências de dados são os maiores inimigos da agilidade.

O erro comum é começar pela partilha sem preparar a base documental, como se o cartório fosse “só assinatura”.

Em situações assim, mapear bens, certidões e pendências antes de iniciar costuma ser o divisor entre um procedimento fluido e um inventário interminável.

Muitas famílias só discutem união estável quando alguém falece. Aí surgem versões diferentes da mesma história, e o prob...
25/04/2026

Muitas famílias só discutem união estável quando alguém falece. Aí surgem versões diferentes da mesma história, e o problema deixa de ser afeto para virar prova documental e patrimonial.

O efeito prático é a sucessão travar: quem administra bens, quem entra como herdeiro, como ficam dívidas, como se preserva o patrimônio até a definição jurídica.

O erro comum é acreditar que “todo mundo sabe” e que isso basta. Em sucessões, o que sustenta é prova, coerência e histórico.

Cada caso tem particularidades, por isso é importante organizar elementos mínimos de prova e planejamento, especialmente quando há patrimônio relevante.

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