Renê Freitas

Renê Freitas Renê Freitas é advogado e sócio-fundador na Freitas, Silva, Marra & Carmona Advogados.

23/08/2026

Saúde mental em dia é mais necessária do que o advogado mais excepcional.

Não existe boa advocacia sem decisão. E quem não tem a cabeça em dia não decide nada. A psicologia e o direito precisam caminhar juntos para resolver um problema que não é individual: é um estrago social construído há milênios.

E o pior: com o avanço da luta pelos direitos das mulheres, o número de feminicídios só aumenta. Porque mulheres mais informadas reconhecem a violência mais cedo, se posicionam, não aceitam mais o que aceitavam antes. E a reação a essa mudança tem sido cada vez mais violenta.

Precisamos falar sobre isso.
E como anda a sua saúde mental?

Trecho do TalkShow Tem Caminho
Com participação de Ana Clara | Psicanalista

21/08/2026

Assinar um pacto antenupcial deveria ser uma escolha consciente, não o resultado de pressão, medo ou vulnerabilidade.
Na prática, porém, existem mulheres que assinam sem compreender o que estão aceitando, muitas vezes em momentos de fragilidade ou sob influência do próprio parceiro.
Por isso, discutir a flexibilização do regime de bens exige mais do que falar sobre autonomia. É preciso perguntar: houve, de fato, autonomia para escolher?
A liberdade de escolher só existe quando existe informação, segurança e equilíbrio entre as partes.

Corte do Talkshow Tem Caminho
Com participação de Carla Araujo

20/08/2026

Notícia que merece ser compartilhada.

Grande dia!

18/08/2026

Você não precisa carregar o peso do mundo nas costas nem passar mais uma noite em claro tentando adivinhar o que vai acontecer com a sua vida e com a dos seus filhos.

Muitas mulheres suportam situações insustentáveis simplesmente por não saberem que a lei existe para protegê-las e garantir o seu futuro.

O que você precisa ter em mente hoje:
Seu patrimônio é seu direito: Na maioria dos regimes de bens, a metade do que foi construído durante a união pertence a você.
Guarda não se compra: A condição financeira do pai não afeta o seu direito de permanecer com os seus filhos. A justiça prioriza o afeto e o bem-estar da criança.
Sua segurança é prioridade: Existem mecanismos jurídicos rápidos, como medidas protetivas e pensão alimentícia provisória, para garantir a sua integridade e o sustento da sua família desde o primeiro momento.

Tomar uma decisão não significa ir para a guerra, significa assumir o controle da sua própria história. Quando você entende os seus direitos, o medo dá lugar à certeza e o sono finalmente volta.

Você não precisa ter todas as respostas hoje. Mas precisa saber que tem caminho!

Empatia pós-pandemia: o que mudou na forma como nos relacionamos?A pandemia mudou muito mais do que a nossa rotina. Mudo...
17/08/2026

Empatia pós-pandemia: o que mudou na forma como nos relacionamos?

A pandemia mudou muito mais do que a nossa rotina. Mudou a maneira como convivemos, nos relacionamos e enxergamos o outro.
Depois de anos de isolamento, incertezas e conflitos dentro de casa, será que nos tornamos mais empáticos? Ou estamos cada vez menos dispostos a compreender quem pensa, sente ou vive de maneira diferente?

Nas relações familiares, essa discussão ganha ainda mais importância. Porque, muitas vezes, o fim de um casamento não significa o fim da família, especialmente quando existem filhos, patrimônio e uma história construída em conjunto.
Na nossa live, vamos conversar sobre empatia pós-pandemia, conflitos familiares e os desafios de construir relações mais conscientes em um mundo que mudou.

Você acha que a pandemia nos tornou mais empáticos ou mais intolerantes?
Participe da live e venha conversar com a gente.

14/08/2026

O casamento pode ser vivido de formas muito diferentes por homens e mulheres.

Algumas pesquisas apontam que, para os homens, o casamento pode estar associado a ganhos em qualidade de vida, saúde e até patrimônio. Para as mulheres, porém, a realidade pode ser diferente, especialmente quando o casamento envolve uma distribuição desigual das responsabilidades domésticas, emocionais e familiares.

E talvez o mais importante seja entender que isso não começou agora.

Durante séculos, enquanto os homens eram associados ao trabalho externo, à guerra e à provisão, as mulheres sustentavam a retaguarda: cuidavam da casa, dos filhos, da alimentação e de toda a estrutura que permitia que a família funcionasse.

O problema é que, muitas vezes, essa contribuição histórica foi naturalizada. O que era essencial passou a ser visto como obrigação.

Por isso, discutir o impacto do casamento sobre homens e mulheres não deveria ser tratado como “mimimi” ou vitimização. É uma oportunidade para olhar para as relações com mais honestidade e entender se aquilo que chamamos de parceria realmente está sendo dividido de forma justa.

No fim, casamento não deveria significar que um ganha enquanto o outro carrega o peso.

Corte do Podcast Tem Caminho
com participação de Ana Clara | Psicanalista

12/08/2026

Quando discutimos pensão alimentícia em famílias de alta renda, o debate frequentemente se desvia do que realmente importa: a garantia do bem-estar e do desenvolvimento integral da criança.

Muitas vezes, decisões judiciais reduzem significativamente os valores arbitrados por um receio velado e machista de que a mãe se beneficie dos recursos. No entanto, ignora-se que, enquanto a família estava unida, construiu-se um padrão de vida que o pai mantém plena capacidade financeira de prover. Ao fixar um valor desproporcional à realidade daquele núcleo, não se está "poupando" o alimentante, mas sim retirando do filho o direito de manter a sua rotina, suas oportunidades e a sua qualidade de vida ao lado de quem detém a sua guarda.

A pensão alimentícia não é sobre a mãe; é sobre a criança. O binômio necessidade-possibilidade precisa ser analisado com justiça e sem preconceitos, garantindo que o fim da união dos pais não signifique a perda do futuro que o filho sempre teve direito de viver.

09/08/2026

Neste Dia dos Pais, mais do que celebrar a figura do pai, vale refletir sobre o que significa exercer a paternidade.

Ser pai é estar presente nos momentos importantes, mas também nos pequenos. É assumir responsabilidades, cumprir acordos, participar da criação e entender que cuidar de um filho não é uma obrigação que se escolhe quando convém.

E, felizmente, existem muitos homens que entenderam isso. Pais que dividem responsabilidades, que educam, acolhem, cumprem sua palavra e, acima de tudo, escolhem estar presentes. Homens que, muitas vezes, estão fazendo algo ainda maior: rompendo ciclos e construindo uma nova história para seus filhos.

Que hoje seja um dia para reconhecer esses bons exemplos.
Feliz Dia dos Pais a todos os homens que entenderam que presença também é uma forma de amor. ❤️
Se você conhece um pai que honra esse papel todos os dias, compartilhe esta mensagem com ele.

07/08/2026

O dia dos pais está chegando e é importante falar sobre uma parte da paternidade que nem sempre aparece nas homenagens: a responsabilidade.
Ainda é comum que, quando algo dá errado em uma relação ou na criação dos filhos, o primeiro olhar seja para a mulher.

Ela não procurou o pai.
Ela parou de trabalhar.
Ela não terminou os estudos.
Ela escolheu ficar em casa.

Mas quase nunca perguntamos: e qual foi a responsabilidade desse homem em cada uma dessas decisões?
Paternidade não começa quando a criança cresce. E também não termina quando o relacionamento acaba.
Ser pai é participar, assumir responsabilidades e dividir os impactos das escolhas feitas ao longo da vida, inclusive quando a relação entre os adultos chega ao fim.

Trecho do Podcast
Tem Caminho, com participação da Carla Araujo

06/08/2026

Hoje tivemos o privilégio de receber uma convidada muito especial em nosso Talk Show Tem Caminho, a psicanalista MARIA HOMEM

E se tem uma coisa que a psicanálise e o Direito de Família têm em comum, é isso: os dois lidam com o que a mulher não disse.

O silêncio que vira sintoma. O desejo que vira culpa. O direito que vira “eu não quero brigar”.

Conversamos sobre o que forma — e o que deforma — a mulher dentro de um relacionamento. Sobre a diferença entre abrir mão e ser apagada. Sobre por que tantas mulheres só percebem o tamanho do que perderam quando já perderam.

Episódio completo em breve por aqui.

Endereço

Avenida Pref. Silvio Picanço, 463
Niterói, RJ
24360-030

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