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Mãe é cuidado, força, acolhimento e amor que não mede esforços.Hoje celebramos todas as mães que, com dedicação diária, ...
10/05/2026

Mãe é cuidado, força, acolhimento e amor que não mede esforços.

Hoje celebramos todas as mães que, com dedicação diária, transformam vidas e constroem um futuro melhor.

Que nunca falte reconhecimento, respeito e carinho para quem faz do amar um ato constante. 💖

🌷 Nossa homenagem a todas as mães. 🌷

A Justiça reconheceu que construtoras que deixam de lavrar a escritura após a quitação do imóvel cometem falha grave na ...
07/05/2026

A Justiça reconheceu que construtoras que deixam de lavrar a escritura após a quitação do imóvel cometem falha grave na prestação do serviço.

No caso julgado pelo TJ-MG, o comprador havia quitado o financiamento, mas descobriu anos depois que o imóvel ainda estava em nome da construtora e com ônus judiciais, o que impedia o registro.

📌 O que ficou claro na decisão?
▪️ A obrigação da construtora vai além da entrega das chaves
▪️ O imóvel deve ser entregue livre de dívidas e restrições
▪️ O prazo para ação começa quando o consumidor descobre o problema, e não na data da quitação
▪️ Houve condenação por danos morais e restituição de valores pagos pelo comprador

Sem escritura registrada, não há segurança jurídica, mesmo com o imóvel quitado.

Situações assim exigem atenção e orientação jurídica especializada.

📌 Se você ou sua empresa enfrentam esse tipo de situação, é fundamental buscar orientação jurídica.

30/04/2026

Criptomoedas também fazem parte da herança.

Mas diferente de outros bens, elas exigem organização prévia porque, sem acesso às chaves e informações corretas, esses ativos podem simplesmente se perder.

Planejamento patrimonial não é só sobre o que você construiu.
É sobre garantir que isso chegue a quem importa.

🎥 Quer entender como funciona na prática e evitar problemas no futuro?
Assista ao vídeo completo.

Recentemente foi proferida decisão pela 23ª Vara Cível da Comarca de Goiânia que reforça a proteção do consumidor na com...
27/04/2026

Recentemente foi proferida decisão pela 23ª Vara Cível da Comarca de Goiânia que reforça a proteção do consumidor na compra de imóveis na planta. Segundo entendimento, se a construtora atrasar a entrega do imóvel por mais de 180 dias, o comprador pode rescindir o contrato e receber de volta todo o valor pago, de forma imediata e integral.

No caso analisado, o juiz destacou que o dever da construtora só se encerra com a efetiva entrega das chaves e posse do imóvel, não sendo suficiente a simples expedição do Habite-se. Fotografias e documentos comprovaram que o empreendimento ainda estava em obras além do prazo legal.

O fundamento está na Lei nº 4.591/1964, que assegura ao comprador o direito à restituição total dos valores investidos quando o atraso ultrapassa o limite legal e há desistência do negócio.

O entendimento reafirma que cláusulas abusivas, retenções elevadas ou tentativas de impor arbitragem não afastam o direito do consumidor quando há culpa exclusiva da construtora.

Na prática, a decisão fortalece a segurança jurídica do comprador e impõe maior responsabilidade às incorporadoras quanto ao cumprimento dos prazos contratados.

A Quarta Turma do STJ decidiu que é legal o uso do Serp-Jud para localização de bens em execuções civis, desde que haja ...
23/04/2026

A Quarta Turma do STJ decidiu que é legal o uso do Serp-Jud para localização de bens em execuções civis, desde que haja decisão judicial devidamente fundamentada.

O Serp‑Jud é o módulo do Poder Judiciário integrado ao Sistema Eletrônico dos Registros Públicos (Serp), que permite ao juiz consultar eletronicamente os registros públicos (como imóveis, gravames, indisponibilidades e vínculos patrimoniais), facilitando a identificação de bens penhoráveis do devedor.

Assim, o Tribunal reconheceu que o Serp-Jud pode ser utilizado como ferramenta de pesquisa patrimonial, assim como já ocorre com o SisbaJud, Renajud e Infojud.

A Corte destacou que o CPC autoriza o uso de meios tecnológicos para garantir a satisfação do crédito, e que não há violação de direitos do devedor, desde que o magistrado resguarde dados sensíveis, inclusive com eventual sigilo processual.

A decisão contribui diretamente para execuções mais eficazes, ampliando as chances de localização de bens e reduzindo entraves na cobrança judicial.

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que é válida e legitima, não podendo ser anulada, a doação realizada a filhos...
16/04/2026

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que é válida e legitima, não podendo ser anulada, a doação realizada a filhos existentes à época do ato, mesmo que posteriormente o doador venha a ter outros herdeiros.

➡️ No caso analisado, um pai havia doado 14 imóveis a dois filhos do primeiro casamento, com ciência da então esposa. Anos depois, passou a ter outros filhos, que ingressaram com ação alegando violação da legítima e pedindo a redução da doação.

A 4ª Câmara de Direito Privado entendeu que, inexistindo outros herdeiros no momento da doação, não havia obrigação de resguardar a legítima, afastando a tese de violação posterior do direito sucessório. A superveniência de novos filhos, por si só, não tem o condão de invalidar o negócio jurídico perfeito.

A decisão reforça a segurança jurídica das doações legítimas, bem como a impossibilidade de revisão automática de atos válidos com base em fatos futuros e imprevisíveis à época de sua celebração.

O julgamento evidencia que o planejamento patrimonial e sucessório, conduzido com orientação técnica especializada, é essencial para prevenir disputas familiares, reduzir litígios judiciais e garantir que a vontade do doador seja respeitada ao longo do tempo.

🤝 O MRSA atua de forma estratégica e preventiva, auxiliando seus clientes na organização patrimonial e sucessória, com foco em segurança jurídica, redução de riscos e respeito à vontade legítima das partes.

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a perda da propriedade rural pelo arrendador, por decisão j...
09/04/2026

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a perda da propriedade rural pelo arrendador, por decisão judicial, extingue automaticamente o contrato de arrendamento, impedindo a permanência do arrendatário no imóvel, ainda que haja prazo contratual em vigor.

📌 O que estava em debate?
O arrendatário pretendia permanecer no imóvel após a imissão do novo proprietário na posse, alegando sub-rogação do contrato e direito de preferência. Contudo, o STJ rejeitou essa tese.

📖 Fundamento jurídico da decisão:
Segundo a ministra Nancy Andrighi, a sub-rogação prevista no art. 92, §5º, do Estatuto da Terra aplica-se apenas aos casos de alienação voluntária ou instituição de ônus real, não alcançando a hipótese de perda da propriedade por decisão judicial.

➡️ Nesses casos, o contrato se extingue nos termos do art. 26 do Decreto nº 59.566/1966, que regula o arrendamento rural.

🚨 Impactos práticos da decisão: O arrendatário não pode permanecer no imóvel até o fim do contrato Não há sub-rogação automática do novo proprietário O verdadeiro proprietário não pode ser obrigado a assumir contrato ao qual não anuiu

✅ Segurança jurídica no meio rural exige atenção redobrada aos riscos da cadeia dominial do imóvel. Conte com nossa assessoria jurídica para a análise estratégica de contratos rurais e para a prevenção de litígios agrários, garantindo tranquilidade e proteção ao seu patrimônio.

A Páscoa nos convida à reflexão, renovação e esperança.É um momento de recomeços, de fortalecer valores e de acreditar n...
05/04/2026

A Páscoa nos convida à reflexão, renovação e esperança.

É um momento de recomeços, de fortalecer valores e de acreditar na transformação, pessoal, social e profissional.

Que este domingo seja marcado pela fé, pela união e pela confiança em dias melhores, tanto na vida quanto na busca por justiça.

✨ O MRSA deseja uma Feliz Páscoa, com saúde, paz e novas oportunidades para todos.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu que planos de saúde devem custear medicamento para tratamento de cân...
02/04/2026

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu que planos de saúde devem custear medicamento para tratamento de câncer, mesmo quando ele não está no rol da ANS, desde que haja prescrição médica e registro na Anvisa.

👉 No caso julgado, um paciente de 79 anos teve o tratamento negado pela operadora, mas a Justiça reconheceu que o rol da ANS não é absoluto e que a indicação do médico deve prevalecer.

✅ O que a decisão reforça?

➡️ O rol da ANS pode ser flexibilizado em situações específicas;
➡️ A saúde e a vida do paciente estão acima de limitações administrativas;
➡️ A negativa indevida pode, inclusive, gerar indenização por danos morais.

Se o tratamento é necessário e a doença tem cobertura contratual, o plano não pode negar!

❗ Teve a cobertura do tratamento ou medicamento negada pelo plano de saúde?
Muitas recusas são ilegais e podem ser questionadas judicialmente, sobretudo quando há prescrição médica e risco à saúde do paciente.

Entre em contato com o MRSA e saiba como garantir o tratamento adequado com respaldo judicial.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou, agora em março, o Tema 1295 e firmou um entendimento que transforma a reali...
30/03/2026

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou, agora em março, o Tema 1295 e firmou um entendimento que transforma a realidade de milhares de famílias: é abusiva qualquer limitação de sessões de terapias multidisciplinares para pessoas com TEA.

⚖️ O que isso significa na prática
➡️ Fim dos tetos arbitrários: limites como “18 sessões por ano” foram declarados indevidos.
➡️ Tratamento contínuo garantido: a cobertura deve seguir exclusivamente a prescrição médica.
➡️ Decisão com efeito repetitivo: juízes de todo o país passam a seguir esse entendimento.
➡️ Proteção contra negativas: operadoras não podem mais interromper terapias essenciais.

🧩 Por que essa decisão importa
Famílias que vivem a neurodivergência enfrentam, há anos, cortes de cobertura, atrasos e negativas injustificadas. O STJ reconheceu que o tratamento adequado não é luxo, mas direito.

Mesmo com a decisão, muitos planos de saúde continuarão resistindo. Por isso, a via judicial segue sendo fundamental para:
➡️ garantir o início imediato das terapias
➡️ impedir interrupções indevidas
➡️ assegurar o cumprimento integral da prescrição médica
➡️ responsabilizar operadoras que descumprem a lei

Se você ou sua família enfrenta esse tipo de situação, busque orientação jurídica especializada, para garantir o acesso ao tratamento de forma rápida e eficaz.

24/03/2026

🚨 Caiu em golpe bancário? Calma, você não está sozinho, e tem o que fazer.

Infelizmente, os golpes estão cada vez mais sofisticados, mas muita gente ainda não sabe que, em alguns casos, é possível buscar orientação e até reverter prejuízos.

No vídeo, a Ana Rossi explica de forma clara o que fazer após um golpe e quais são os seus direitos.

▶️ Assista até o final e entenda seus próximos passos.



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