06/06/2023
Gerente de uma grande empresa perseguia funcionária no local de trabalho e forçava contatos físicos sem consentimento.
Ela reclamou para a ouvidoria da empresa que trabalhava e nada foi feito.
O TST rejeitou o recurso da empresa que contestou as acusações, alegando que as aproximações eram naturais e negando qualquer registro das alegações da funcionária.
O TST ressaltou a responsabilidade do empregador em garantir um ambiente de trabalho livre de assédio sexual.