Malta, Ardaya, Alves de Vasconcelos - Advogados Associados

Malta, Ardaya, Alves de Vasconcelos - Advogados Associados Um novo tipo de escritório de advocacia para um mundo em mudanças. OAB/AM - 705/2019

Temos por lema atender as demandas dos clientes de maneira diferenciada, personalizando cada uma das necessidades que compõe sua carteira.

Muitos trabalhadores não sabem, mas o trabalho realizado em feriados possui regras específicas na legislação trabalhista...
30/04/2026

Muitos trabalhadores não sabem, mas o trabalho realizado em feriados possui regras específicas na legislação trabalhista. Em regra, o empregado não deve trabalhar nesses dias, salvo em atividades autorizadas ou mediante acordo com o empregador.

Caso o trabalho no feriado seja exigido, a lei determina que o trabalhador tem direito a uma compensação. Essa compensação pode ocorrer de duas formas: o pagamento em dobro pelo dia trabalhado ou a concessão de uma folga compensatória em outro dia da semana.

É importante destacar que, na ausência de folga compensatória, o pagamento em dobro se torna obrigatório. Além disso, acordos ou convenções coletivas podem trazer regras específicas sobre o tema, devendo sempre ser observados para garantir o correto cumprimento dos direitos.

Esse direito encontra respaldo no artigo 9º da Lei nº 605/1949, que estabelece o pagamento em dobro pelo trabalho realizado em feriados civis e religiosos, quando não houver concessão de folga compensatória. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a jurisprudência dos tribunais também reforçam esse entendimento, consolidando a proteção ao trabalhador nessas situações.

Se você trabalhou em feriado e não recebeu corretamente, é possível buscar a regularização da situação e até mesmo valores retroativos. Conhecer seus direitos é o primeiro passo para garantir que eles sejam respeitados.

Por, Marcio Malta

MAAV ADVOGADOS ASSOCIADOS - OAB/AM 705/19



ATENÇÃO: Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui uma análise jurídica individualizada. Para orientações específicas, procure um advogado especializado, que poderá avaliar o seu caso concreto e indicar as medidas adequadas.

A cobrança de clientes inadimplentes é uma prática legítima e necessária para qualquer negócio, mas deve ser realizada d...
28/04/2026

A cobrança de clientes inadimplentes é uma prática legítima e necessária para qualquer negócio, mas deve ser realizada dentro dos limites legais. O credor tem o direito de cobrar a dívida, inclusive por meio de contato telefônico, mensagens ou até negativação do nome do devedor, desde que exista débito válido. No entanto, essa cobrança deve ocorrer de forma respeitosa, com identificação clara e sem expor o consumidor a situações constrangedoras.

O Código de Defesa do Consumidor proíbe práticas abusivas, como ameaças, coação, uso de linguagem ofensiva ou exposição do devedor ao ridículo. Isso inclui, por exemplo, entrar em contato com familiares, colegas de trabalho ou terceiros para cobrar a dívida, bem como realizar cobranças excessivas ou em horários inadequados. Também não é permitido divulgar a dívida publicamente ou utilizar meios que causem constrangimento ou pressão indevida.

Por outro lado, são permitidas medidas legais como a negativação do nome junto aos órgãos de proteção ao crédito, desde que haja notificação prévia, além da cobrança judicial da dívida. O mais importante é que o credor adote uma postura profissional, com registros das tentativas de cobrança e respeito aos direitos do consumidor.

Ademais, contar com assessoria jurídica especializada é fundamental para estruturar cobranças seguras, evitar riscos de indenização e aumentar as chances de recuperação do crédito de forma eficiente.

Por, Eduarda Lima
MAAV ADVOGADOS ASSOCIADOS

Advocacia Negócios Empresários RecuperaçãoDeCrédito

Este post tem finalidade apenas informativa e não substitui uma consulta com um profissional. PARA MAIORES ORIENTAÇÕES, PROCURE POR ADVOGADOS ESPECIALIZADOS NO ASSUNTO, pois eles poderão analisar detalhadamente cada caso, indicando as possíveis medidas a serem tomadas.

Você pode estar pagando ICMS na carne bovina sem precisar e isso está passando despercebido no seu negócio. Se você atua...
23/04/2026

Você pode estar pagando ICMS na carne bovina sem precisar e isso está passando despercebido no seu negócio. Se você atua com compra e venda de carne na Zona Franca de Manaus, existe um ponto que poucos empresários dominam: em algumas operações, pode haver isenção de ICMS, dependendo de como a mercadoria é adquirida e estruturada fiscalmente.

O problema é que isso não é automático. Na prática, muitos negócios continuam pagando imposto simplesmente porque a operação não foi organizada da forma correta — seja pela origem da compra, seja pela emissão da nota fiscal ou até pelo enquadramento utilizado.

E aqui está o impacto real: pequenas falhas nesse processo acabam virando um custo constante. Ao longo do tempo, isso reduz margem, afeta o preço final e tira competitividade, tudo sem que o empresário perceba exatamente onde está o problema.

Por isso, entender quando a isenção pode ser aplicada não é apenas uma questão tributária, mas uma decisão estratégica dentro do negócio.

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Empresarial

ATENÇÃO: Esse post tem finalidade apenas de informação e não substitui uma consulta com um profissional. PARA MAIORES ORIENTAÇÕES, PROCURE POR ADVOGADOS ESPECIALIZADOS NO ASSUNTO, pois eles poderão analisar detalhadamente cada caso, indicando as possíveis medidas a serem tomadas

Nem todo problema com produto ou serviço gera automaticamente direito a indenização por danos morais. O mero aborrecimen...
09/04/2026

Nem todo problema com produto ou serviço gera automaticamente direito a indenização por danos morais. O mero aborrecimento do dia a dia, como um pequeno atraso ou falha pontual, geralmente não é suficiente para justificar uma reparação. O Judiciário costuma diferenciar situações comuns daquelas que realmente afetam a dignidade do consumidor.

Por outro lado, quando há violação mais grave — como cobrança indevida reiterada, negativação indevida do nome, cancelamento injustificado de serviços essenciais ou exposição do consumidor a constrangimento — a situação ultrapassa o simples transtorno e passa a configurar dano moral indenizável.

O Código de Defesa do Consumidor garante a proteção contra práticas abusivas e falhas na prestação de serviços. Nesses casos, a responsabilidade do fornecedor é objetiva, ou seja, independe de culpa, bastando comprovar o dano e o nexo com a conduta da empresa.

Cada caso deve ser analisado individualmente, considerando a intensidade do prejuízo e seus reflexos na vida do consumidor. Um advogado especializado pode avaliar a situação e indicar o melhor caminho para buscar a reparação adequada.

Por, Marcio Malta

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A proteção de dados pessoais tornou-se uma obrigação essencial para as empresas, especialmente após a entrada em vigor d...
07/04/2026

A proteção de dados pessoais tornou-se uma obrigação essencial para as empresas, especialmente após a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O tratamento inadequado de informações pode gerar não apenas prejuízos financeiros, mas também danos à reputação e à confiança dos clientes.

De acordo com a legislação, toda empresa que coleta, armazena ou utiliza dados pessoais deve adotar medidas de segurança, transparência e finalidade específica no uso dessas informações. Isso inclui desde a obtenção do consentimento do titular até a implementação de políticas internas e mecanismos de proteção contra vazamentos.

O descumprimento das normas previstas na LGPD pode acarretar sanções administrativas, como multas, bloqueio ou eliminação de dados, além da possibilidade de responsabilização judicial em casos de danos aos titulares. Por isso, a adequação à lei deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade para a continuidade das atividades empresariais.

Diante desse cenário, é fundamental que as empresas invistam em governança de dados, revisem seus processos internos e contem com assessoria jurídica especializada, garantindo conformidade legal e maior segurança nas suas operações.

Por, Eduarda Lima

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A recente regulamentação do split payment, ou pagamento dividido, está alterando o fluxo de caixa das empresas. Ao antec...
02/04/2026

A recente regulamentação do split payment, ou pagamento dividido, está alterando o fluxo de caixa das empresas. Ao antecipar a retenção de tributos no momento do pagamento, a empresa passa a ter maior previsibilidade, reduzindo riscos de autuações e melhorando o controle fiscal.

Além disso, o split payment impacta a precificação e o planejamento tributário. Caso a empresa não se adeque, ela poderá perder competitividade para os concorrentes. A reforma tributária, com o split payment, muda a dinâmica de pagamentos, exigindo um planejamento tributário mais eficiente e estratégico.

Nesse cenário, a atuação do advogado tributarista torna-se essencial. Com o apoio técnico especializado, o empresário pode se adequar a tempo, protegendo seu negócio e mantendo a competitividade.

Por Carlos Brandão.


Por Carlos Brandão.

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Receber um PIX inesperado na conta pode parecer sorte, mas é preciso ter muito cuidado. Esse tipo de situação tem se tor...
31/03/2026

Receber um PIX inesperado na conta pode parecer sorte, mas é preciso ter muito cuidado. Esse tipo de situação tem se tornado cada vez mais comum, e muitas pessoas acabam tomando decisões precipitadas por não conhecerem as consequências jurídicas envolvidas.

Do ponto de vista legal, o valor recebido por engano não pertence a quem recebeu. O Código Civil é claro ao tratar do tema: Art. 884: “Aquele que, sem justa causa, se enriquecer à custa de outrem, será obrigado a restituir o indevidamente auferido.”
Ou seja, há um dever legal de devolver o valor, sob pena de caracterização de enriquecimento sem causa.

Além disso, a recusa em devolver pode ultrapassar a esfera civil e entrar no campo penal. O Código Penal, em seu art. 168, tipifica a apropriação indébita, que ocorre quando alguém se apropria de algo que recebeu legitimamente, mas decide não devolver ao verdadeiro dono. Isso pode gerar responsabilização criminal, com consequências sérias.

Por isso, ao receber um PIX desconhecido, o mais seguro é não utilizar o valor e buscar orientação adequada. Um advogado pode analisar o caso concreto, orientar sobre a forma correta de devolução e atuar para proteger seus direitos, especialmente em situações que envolvem suspeita de golpe ou risco de responsabilização.

Por, Marcio Malta

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Empresas estão usando notificações digitais sem comprovar o recebimento. A maioria das pessoas só descobre que teve o no...
26/03/2026

Empresas estão usando notificações digitais sem comprovar o recebimento. A maioria das pessoas só descobre que teve o nome negativado quando tenta fazer um financiamento ou uma compra e é surpreendida pela restrição. E isso, muitas vezes, acontece sem que tenha havido qualquer aviso efetivo.

O Superior Tribunal de Justiça firmou entendimento recente no sentido de que a notificação do consumidor sobre a negativação não precisa mais ser feita exclusivamente por carta. A comunicação pode ocorrer por meios eletrônicos, como e-mail, SMS ou outros canais digitais.

No entanto, existe um ponto essencial que não pode ser ignorado: não basta a empresa afirmar que enviou a notificação. É necessário comprovar que essa comunicação foi efetivamente entregue ao consumidor.

Isso significa que, se a empresa não conseguir demonstrar que o aviso chegou ao destinatário, a negativação pode ser considerada irregular. Nesses casos, há possibilidade de reconhecimento de dano moral, especialmente quando o consumidor é surpreendido com a restrição sem ter tido a oportunidade de quitar ou discutir o débito previamente.

O Código de Defesa do Consumidor continua exigindo a prévia comunicação antes da inscrição em cadastros de inadimplentes. O que mudou foi apenas o meio utilizado, não a obrigação em si.

Na prática, isso abre espaço para questionamentos judiciais relevantes, porque é comum que empresas realizem a negativação com base em notificações genéricas, sem qualquer comprovação efetiva de recebimento.

Em resumo: a negativação por meio eletrônico é válida, mas somente quando houver prova de que o consumidor foi devidamente informado. Caso contrário, o registro pode ser ilegal e passível de indenização.

Por Michael Ardaya

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SeusDireitos Procon Justiça

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Problemas com locadoras de veículos são mais comuns do que parecem — cobranças indevidas, cláusulas abusivas, negativa d...
24/03/2026

Problemas com locadoras de veículos são mais comuns do que parecem — cobranças indevidas, cláusulas abusivas, negativa de cobertura e até retenção indevida de valores no cartão de crédito. Muitas vezes, o consumidor se vê em uma situação de vulnerabilidade, sem saber como agir diante dessas práticas.

Mas é importante saber: o Código de Defesa do Consumidor (CDC) está ao seu lado. Ele garante transparência nas informações, proíbe cláusulas abusivas e assegura o direito à reparação em casos de prejuízo. Qualquer cobrança precisa ser clara, previamente informada e devidamente justificada — do contrário, pode ser contestada.

Se você enfrentou problemas com uma locadora, reúna provas (contrato, recibos, fotos e conversas), registre reclamação nos canais oficiais e, se necessário, busque orientação jurídica. Conhecer seus direitos é o primeiro passo para evitar abusos e garantir uma solução justa!

Natalia Silveira
OAB/AM 14.771

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contrato Alugueldeveiculo locadora

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A evolução tecnológica trouxe inúmeros benefícios à sociedade, mas também novos desafios, especialmente no que diz respe...
19/03/2026

A evolução tecnológica trouxe inúmeros benefícios à sociedade, mas também novos desafios, especialmente no que diz respeito à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. Nesse cenário, surge o chamado “ECA Digital”, uma adaptação interpretativa do Estatuto da Criança e do Adolescente à realidade virtual, reforçando a necessidade de garantir direitos fundamentais também nas plataformas online.

Na prática, o ECA Digital funciona por meio da aplicação das normas já existentes ao ambiente virtual, aliadas a novas diretrizes e projetos legislativos que buscam responsabilizar plataformas digitais, exigir mecanismos de proteção (como controle de idade e moderação de conteúdo) e ampliar a fiscalização de condutas ilícitas na internet. A ideia central é assegurar que o espaço digital também seja seguro, saudável e adequado ao desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Do ponto de vista jurídico, empresas de tecnologia, escolas e até responsáveis legais podem ser responsabilizados quando há omissão na proteção dos menores. Além disso, conteúdos que violem a dignidade, a privacidade ou a segurança de crianças e adolescentes podem gerar consequências civis e até criminais, reforçando a importância da prevenção e da orientação adequada.

Diante disso, é fundamental que famílias estejam atentas ao uso da internet por crianças e adolescentes, adotando medidas de controle, diálogo e educação digital. O direito acompanha as transformações sociais, e a proteção da infância no ambiente virtual é hoje uma das pautas mais relevantes e urgentes da atualidade.

Por, Marcio Malta

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direitodigital direito

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Conflitos entre sócios são situações comuns no ambiente empresarial e, quando não tratados adequadamente, podem comprome...
17/03/2026

Conflitos entre sócios são situações comuns no ambiente empresarial e, quando não tratados adequadamente, podem comprometer não apenas a relação entre os envolvidos, mas também a continuidade das atividades da empresa. Divergências sobre gestão, divisão de lucros, responsabilidades e tomada de decisões estão entre as causas mais frequentes.

Do ponto de vista jurídico, a prevenção ainda é a melhor estratégia. A elaboração de um contrato social bem estruturado, com cláusulas claras sobre direitos, deveres, regras de administração e formas de resolução de conflitos, é essencial para evitar disputas futuras. A ausência de previsões específicas costuma gerar insegurança e ampliar o risco de litígios.

Quando o conflito já está instalado, é possível buscar soluções por meio de negociação, mediação ou, em último caso, pela via judicial. Dependendo da gravidade, podem ser adotadas medidas como a retirada de sócio, dissolução parcial da sociedade ou apuração de haveres, sempre observando as particularidades de cada caso.

Diante disso, é fundamental que empresários adotem uma postura preventiva e busquem orientação jurídica especializada, tanto na constituição da sociedade quanto na gestão de eventuais conflitos, garantindo maior segurança e estabilidade ao negócio.

Por, Eduarda Lima

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SeusDireitos Procon Justiça

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O recente caso envolvendo o Banco Master de Daniel Vorcaro, tem chamado atenção por envolver promessas de lucros elevado...
12/03/2026

O recente caso envolvendo o Banco Master de Daniel Vorcaro, tem chamado atenção por envolver promessas de lucros elevados que, segundo denúncias, teriam levado diversas pessoas a investir valores significativos. Situações como essa levantam um alerta jurídico importante: quando a promessa de ganho fácil não se concretiza e há indícios de irregularidades, o caso pode ultrapassar o risco do investimento e configurar possível fraude.

Ademais, quando uma empresa capta recursos de terceiros prometendo retornos elevados sem a devida transparência ou estrutura legal, podem surgir indícios de práticas ilícitas, como ESTELIONATO, CAPTAÇÃO IRREGULAR DE INVESTIMENTOS OU ATÉ PIRÂMIDE FINANCEIRA. Nesses casos, além de investigações criminais, também pode existir responsabilidade civil pelos prejuízos causados aos investidores.

Para quem sofreu prejuízo financeiro, a legislação permite buscar soluções jurídicas para tentar recuperar os valores investidos. Entre as medidas possíveis estão o ajuizamento de ação judicial de reparação de danos, pedidos de bloqueio de bens dos responsáveis, além da inclusão das provas das transferências ou contratos realizados com a empresa.

É importante reunir toda a documentação disponível, como comprovantes de pagamento, mensagens, contratos, anúncios ou promessas de retorno, pois esses elementos são fundamentais para demonstrar a relação jurídica e o prejuízo sofrido.

Casos como esse mostram que, diante de qualquer suspeita de fraude financeira, buscar orientação jurídica o quanto antes pode ser essencial para preservar direitos e aumentar as chances de recuperação do prejuízo.

Por, Marcio Malta

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