27/03/2026
Já quase cometi o mesmo erro que grandes marcas: complicar o simples e perder de vista o que realmente importa.
Na advocacia imobiliária , é fácil cair na armadilha de criar cláusulas demais, prever cenários irreais e tentar zerar todos os riscos… mas será que é isso que o cliente realmente precisa?
Foi revisando contratos de apartamentos que eu mudei minha forma de atuar. Hoje, tudo gira em torno de três perguntas:
✔️ O cliente está satisfeito com o que está assinando?
✔️ Qual é o risco real envolvido?
✔️ Se algo der errado, existe uma solução clara?
Ser um bom advogado não é eliminar todo risco, é entender os sonhos do cliente e protegê-los com estratégia, clareza e inteligência.