16/10/2026
Quando um processo chega aos Tribunais Superiores, a discussão assume outra dimensão. Já não se trata apenas de demonstrar que uma decisão é injusta ou equivocada. É preciso compreender os limites da cognição recursal, a dialeticidade, o cabimento do recurso, a correta delimitação da controvérsia e, sobretudo, identificar se há fundamento jurídico para reformar, invalidar ou preservar a decisão recorrida.
Cada etapa recursal possui sua própria técnica. E, muitas vezes, o resultado do processo depende justamente da capacidade de compreender essa mudança de perspectiva.
É nessa fase que experiência, técnica e estratégia recursal fazem diferença.
A atuação perante os Tribunais Superiores exige mais do que recorrer: exige saber o que discutir, como discutir e até onde é possível avançar na discussão.
Porque, em processos complexos, a última decisão nem sempre é a primeira que importa.
Bruno Fuga Advogados — advocacia estratégica, com atuação especializada em Processo Civil.
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