14/05/2026
No vídeo conto um caso real que atendi no escritório:
um cliente que tinha direito a 50% de um veículo em uma partilha de bens, mas abriu mão voluntariamente na época, com documentação assinada e tudo.
Pois não é que ele apareceu no escritório meses depois questionando e querendo “fazer algo” para reaver?
Aí é que entra a importância de um documento bem redigido. Se o cliente foi devidamente informado do direito, teve ciência do que estava abrindo mão e assinou livremente, a segurança jurídica está preservada.
Foi exatamente por isso que redigi o termo de esclarecimento e renúncia na ocasião. Não para “prejudicar” o cliente, mas para proteger ambas as partes e evitar exatamente esse tipo de questionamento futuro.
📌 Moral da história: renúncia de direito não é problema, desde que feita com informação, clareza e documento formal.
Você já passou por uma situação parecida?
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