Capelin Advocacia

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Escritório de Advocacia localizado em Londrina, com atuação nas áreas de direito previdenciário, direito do consumidor, direito civil, direito de família e direito empresarial.

29/04/2026

Pessoa com deficiência tem direito ao BPC?

Em muitos casos, sim.

O BPC/LOAS é um benefício assistencial pago à pessoa com deficiência que comprova estar em situação de baixa renda.

E atenção:
não é preciso ter contribuído para o INSS para pedir esse benefício.

Mas existem requisitos importantes:

• comprovar a deficiência;
• demonstrar a vulnerabilidade econômica da família;
• e manter o CadÚnico atualizado.
Além disso, o INSS faz avaliação médica e social para analisar cada caso.

⚠️ Muita gente tem o pedido negado por falta de documentos, cadastro desatualizado ou erro na forma de apresentar o caso.

Se você ou alguém da sua família está nessa situação, vale buscar orientação antes de desistir do benefício.

Por que tantas pessoas têm o benefício negado, mesmo quando realmente precisam?Essa é uma dúvida muito comum. E a respos...
28/04/2026

Por que tantas pessoas têm o benefício negado, mesmo quando realmente precisam?

Essa é uma dúvida muito comum. E a resposta passa por um ponto importante: nem toda negativa signif**a que a pessoa não tem direito.

Muitos segurados fazem o pedido no INSS, apresentam documentos, passam pela perícia e, ainda assim, recebem resposta negativa. Em vários desses casos, a pessoa realmente precisava do benefício.

Mas por que isso acontece?
Na prática, o INSS faz uma análise administrativa que pode resultar em indeferimento por falta de comprovação adequada, documentação incompleta ou divergências na avaliação da incapacidade.

O problema é que muita gente para por aí.

Muitos segurados não recorrem, não revisam o pedido e não buscam uma nova análise do caso. Com isso, uma negativa que poderia ser revertida acaba se tornando definitiva.

E esse é um dos pontos mais importantes: a análise não precisa terminar no INSS.

Dependendo da situação, pode ser possível:
• apresentar recurso administrativo;
• revisar o pedido;
• levar o caso para a Justiça.

Em muitos casos, é justamente nessa fase que o direito é reconhecido.

Por que isso importa?
Porque desistir logo após a negativa pode signif**ar abrir mão de um direito legítimo.

Ainda existe a ideia de que, “se o INSS negou, então não há direito”. Mas isso nem sempre está correto.

Cada caso precisa ser analisado com atenção. A forma como os documentos foram apresentados, a avaliação da incapacidade e até o tipo de benefício solicitado podem influenciar diretamente no resultado.

Por isso, entender o motivo da negativa é um passo essencial para definir o que fazer depois.

Salve este post para consultar depois e compartilhe com alguém que precisa dessa informação.

27/04/2026

Você sabe o que é acidente de trabalho e quais direitos ele pode gerar?

Muita gente pensa que acidente de trabalho é só uma queda grave ou um machucado dentro da empresa.
Mas não é só isso.

Acidente de trabalho pode acontecer:

• no exercício da função;
• no trajeto, em situações específ**as;
• ou até por conta de uma doença causada pela atividade profissional.
E dependendo do caso, isso pode gerar direitos como:

• emissão da CAT;
• auxílio-doença acidentário;
• auxílio-acidente, se houver sequela;
• estabilidade no emprego após o retorno;
• e até indenização, quando há culpa da empresa.
⚠️ O problema é que muitos trabalhadores continuam exercendo suas atividades sem saber que sofreram um acidente com repercussão jurídica.

Se você se machucou trabalhando ou desenvolveu um problema por causa da sua função, seu caso pode envolver mais direitos do que você imagina.

Sofrer um acidente de trabalho já é, por si só, uma situação delicada.No entanto, após o ocorrido, muitos trabalhadores ...
25/04/2026

Sofrer um acidente de trabalho já é, por si só, uma situação delicada.

No entanto, após o ocorrido, muitos trabalhadores enfrentam outra dificuldade relevante: a falta de orientação clara sobre como proteger seus direitos.

É justamente nesse ponto que surgem os maiores problemas.

Em meio à dor, ao susto, ao receio de perder o emprego e às pressões do dia a dia, é comum que o trabalhador deixe de adotar medidas importantes, como buscar atendimento médico adequado, guardar documentos, reunir provas e verif**ar a emissão da CAT.

Esses cuidados, porém, são fundamentais.

Após um acidente de trabalho, algumas providências podem ser decisivas para evitar prejuízos futuros, tais como: procurar atendimento médico, conservar exames e atestados, comunicar formalmente a empresa e registrar o ocorrido de maneira adequada.

Muitas vezes, a importância dessas medidas só é percebida quando surgem dificuldades junto ao INSS, obstáculos para comprovar o acidente ou prejuízos na busca por outros direitos.

Por isso, agir corretamente desde o início pode fazer toda a diferença no desfecho do caso.

Sofreu um acidente de trabalho ou conhece alguém nessa situação? Entre em contato conosco. Estamos à disposição para orientar da forma adequada.

Salve esta publicação e compartilhe com quem precisa dessa informação.

24/04/2026

Você sabe quais são os principais benefícios do INSS e como garantir o seu?

Muita gente contribui por anos e, quando mais precisa, não sabe por onde começar ou acaba tendo o benefício negado por falta de orientação.

Entre os principais benefícios do INSS, estão:

• auxílio-doença;
• aposentadoria por invalidez;
• auxílio-acidente;
• salário-maternidade;
• pensão por morte;
• BPC/LOAS, em casos específicos.
Mas atenção: não basta ter um problema de saúde ou uma necessidade financeira.
Cada benefício tem regras próprias, documentos exigidos e requisitos que precisam ser bem analisados.

⚠️ Muitas negativas acontecem por erro no pedido, falta de prova ou desconhecimento do direito.

Se você quer entender qual benefício se encaixa no seu caso e como aumentar suas chances de conseguir, o primeiro passo é buscar orientação correta.

Muitas pessoas pensam que ter laudo basta para o INSS, mas não é bem assim.Muitas pessoas acreditam que, levando um laud...
23/04/2026

Muitas pessoas pensam que ter laudo basta para o INSS, mas não é bem assim.

Muitas pessoas acreditam que, levando um laudo médico, o benefício será aprovado automaticamente. Mas, na prática, não funciona desse jeito.

Nos benefícios por incapacidade, o INSS não analisa apenas a existência de uma doença ou de um laudo. O ponto principal é saber se há incapacidade para o trabalho e se os requisitos do benefício foram realmente preenchidos.

Por que o laudo, sozinho, não garante o benefício?
Porque ele é um documento importante, muitas vezes essencial, mas não é o único elemento analisado. O INSS verif**a se existe incapacidade laborativa, se a documentação é suficiente e se o caso se enquadra no benefício solicitado.

Ou seja: a discussão não é apenas “você tem um diagnóstico?”, mas sim:
essa condição realmente impede você de trabalhar? Por quanto tempo? E com qual impacto?

É por isso que até pessoas com exames, receitas, relatórios e acompanhamento médico podem receber negativa.

Então o laudo não serve?
Serve, e muito.

Mas ele precisa estar atualizado, bem elaborado e coerente com a realidade do segurado. Também faz diferença apresentar um conjunto de documentos que mostre, de forma clara, como o problema de saúde afeta a capacidade de trabalho.

O que pode ajudar nesse tipo de caso?
• documentação médica completa e atualizada;
• histórico de tratamento;
• exames e relatórios detalhados;
• descrição clara das limitações no trabalho;
• análise correta do benefício que foi pedido.

Muitas negativas acontecem não porque a pessoa não tenha um problema de saúde, mas porque a incapacidade não foi demonstrada da forma como o INSS exige.

Por isso, confiar apenas na frase “eu tenho laudo” pode ser um erro.

No INSS, cada detalhe da documentação e da forma como a incapacidade é apresentada pode fazer diferença no resultado.

Salve este post para consultar depois e compartilhe com alguém que precisa entender isso.

22/04/2026

O perito pode fazer perguntas sobre a sua vida pessoal fora do trabalho?

Pode, em alguns casos.

Isso ocorre porque, na perícia do INSS, o perito não analisa apenas exames e laudos.
Ele também busca compreender de que forma a condição de saúde afeta a sua rotina e a sua capacidade para o trabalho.

Por esse motivo, perguntas sobre o seu dia a dia, locomoção, tarefas em casa e rotina pessoal podem ser realizadas.

⚠️ Mas atenção: essas perguntas precisam ter relação com a avaliação da incapacidade.
A perícia não é espaço para constrangimento, abuso ou perguntas sem pertinência.

O mais importante é responder com verdade e coerência, além de manter a documentação médica devidamente organizada.

Se você passou por uma perícia e acredita que houve excesso ou injustiça, o caso pode ser analisado.

Sentindo dor, mas voltou a trabalhar por medo de perder o emprego?Essa é uma situação mais comum do que deveria. Muitos ...
21/04/2026

Sentindo dor, mas voltou a trabalhar por medo de perder o emprego?

Essa é uma situação mais comum do que deveria. Muitos trabalhadores retornam ao serviço ainda com dor, limitações ou sem estarem realmente recuperados, por medo de demissão, perda de renda ou pressão no trabalho.

Mas isso exige atenção.

Voltar ao trabalho sem estar bem pode agravar o quadro de saúde e trazer consequências sérias para o próprio trabalhador.

O que pode estar por trás dessa situação?
Em muitos casos, a pessoa ainda sente dor, não recuperou totalmente os movimentos, continua em tratamento ou não consegue exercer as atividades como antes. Mesmo assim, retorna por necessidade ou receio de perder o emprego.

E aí está o problema: voltar ao trabalho não signif**a, necessariamente, que a pessoa estava apta para retornar.

Sentir dor depois do retorno é normal?
Cada caso precisa ser analisado com cuidado. Porém, quando o trabalhador volta com dor intensa, dificuldade para executar a função, limitação física ou piora progressiva, isso pode indicar que a situação não foi resolvida corretamente.

Em alguns casos, pode haver:
• retorno precoce ao trabalho;
• incapacidade ainda existente;
• agravamento da lesão;
• necessidade de novo afastamento;
• discussão sobre estabilidade ou outros direitos, conforme o caso.

O que fazer nessa situação?
• guarde exames, laudos, atestados e receitas;
• registre sintomas e limitações;
• observe se a atividade piora o quadro;
• busque avaliação médica adequada;
• analise se o retorno ocorreu da forma correta.

Muitas vezes, o trabalhador acha que precisa apenas suportar a situação. Mas podem existir medidas para proteger seus direitos e evitar que o problema fique ainda mais grave.

Salve este post para consultar depois e compartilhe com alguém que esteja passando por isso.

20/04/2026

Posso dizer na perícia que sinto dor, mesmo sem exames que comprovem?

Pode dizer, sim.

No entanto, é importante compreender que, na maioria das vezes, apenas o seu relato não é suficiente para que o INSS reconheça o direito ao benefício.

Na perícia, o perito costuma analisar:

• o que você relata;
• os laudos, atestados e exames apresentados;
• a coerência entre a dor informada e as limitações para o trabalho.
⚠️ Quando não há documentação médica que ajudem na comprovação do problema, o risco de negativa aumenta signif**ativamente.

Por isso, se você sente dor constante, limitações nos movimentos ou dificuldade para trabalhar, o ideal é buscar atendimento médico e reunir documentação antes da perícia.

A dor é real.
Mas, no INSS, ela precisa estar devidamente comprovada.

Sair de uma perícia com a sensação de não ter sido ouvido é algo mais comum do que parece.Muitas pessoas chegam com laud...
18/04/2026

Sair de uma perícia com a sensação de não ter sido ouvido é algo mais comum do que parece.

Muitas pessoas chegam com laudos, exames, relatórios e histórico de tratamento, explicam o que estão enfrentando, mas saem da perícia com a impressão de que sua realidade não foi realmente considerada.

E isso gera frustração, insegurança e, muitas vezes, uma negativa que poderia ter sido evitada com a apresentação correta do caso.

A verdade é que a perícia do INSS é uma etapa decisiva no pedido de benefício.
Por isso, não basta apenas comparecer: é essencial entender quais documentos levar, como comprovar as limitações e de que forma essas informações impactam na análise do perito.

Muita gente tem o benefício negado não porque não possui direito, mas porque não conseguiu demonstrar isso da forma adequada.

E dependendo da situação, a negativa da perícia não signif**a o fim do caminho.

Passou por isso ou ficou com dúvida sobre perícia no INSS? Entre em contato conosco. Vamos te orientar da forma correta.

Salve esta publicação e encaminhe para alguém que também já passou por essa situação.

17/04/2026

Caminhoneiro: você está rodando à noite e não recebe horas extras por isso?
Isso pode estar errado.

Muitos motoristas passam horas na estrada, inclusive no período noturno, sem receber corretamente pelas horas trabalhadas além da jornada regular.

Dependendo do caso, você pode ter direito a:

• Horas extras;
• Adicional noturno;
• Reflexos em férias, 13º salário, FGTS e verbas rescisórias.
⚠️ E atenção: não é porque a empresa “sempre fez assim” que está correto.

Se você trabalha à noite, cumpre jornada além do limite legal e esses valores não aparecem de forma correta no pagamento, seu caso precisa ser analisado.

Caiu no trabalho e a empresa não emitiu a CAT? Entenda o que fazer nessa situação.Sofrer um acidente no trabalho já é al...
16/04/2026

Caiu no trabalho e a empresa não emitiu a CAT? Entenda o que fazer nessa situação.

Sofrer um acidente no trabalho já é algo difícil. Além da dor, do afastamento e da preocupação com a saúde, muitos trabalhadores ainda enfrentam outro problema: a empresa não emitir a CAT.

E isso gera uma dúvida comum: sem CAT, eu perco meus direitos?

A resposta é: não necessariamente.

O que é a CAT?
A CAT, ou Comunicação de Acidente de Trabalho, é o documento que formaliza o acidente de trabalho ou a doença ocupacional. Ela é importante porque registra oficialmente o ocorrido e pode fazer diferença no reconhecimento de direitos trabalhistas e previdenciários.

A empresa é obrigada a emitir?
Em regra, sim. Quando ocorre acidente de trabalho, a empresa deve providenciar a emissão da CAT. Mas, na prática, isso nem sempre acontece.

E se a empresa não emitir?
O trabalhador não f**a sem saída. A CAT também pode ser emitida por:
• o próprio trabalhador;
• seus dependentes;
• o sindicato da categoria;
• o médico que fez o atendimento;
• autoridade pública.

Ou seja: a omissão da empresa não impede, por si só, o registro do acidente.

Por que isso é importante?
Porque a falta de registro pode prejudicar o reconhecimento de direitos como:
• benefício por incapacidade no INSS;
• auxílio-acidente, em alguns casos;
• estabilidade no emprego após o retorno, quando houver os requisitos;
• prova da ocorrência do acidente de trabalho.

O que fazer depois do acidente?
• procure atendimento médico imediatamente;
• guarde atestados, exames, receitas e prontuários;
• reúna provas do acidente, como fotos, mensagens e testemunhas;
• comunique formalmente a empresa;
• verifique a emissão da CAT por outro meio.

Muitos trabalhadores só descobrem depois que a falta de registro pode dificultar bastante a busca pelos próprios direitos.

Salve este post para consultar depois e compartilhe com alguém que precisa saber disso.

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