Fernanda Minniti - Advocacia Previdenciária

Fernanda Minniti - Advocacia Previdenciária Direito Previdenciário. Ações contra o INSS

27/04/2026

Quem sofreu acidente e ficou com pinos, placas, parafusos, limitação, dor, perda de força ou qualquer sequela permanente, mesmo que pareça mínima, pode ter direito ao auxílio-acidente do INSS.

Esse benefício pode ser pago quando a sequela reduz a capacidade para o trabalho habitual.

E atenção: não precisa estar totalmente incapaz.

A pessoa pode ter voltado a trabalhar e, ainda assim, ter direito, desde que exista sequela permanente com alguma redução da capacidade laboral.

Na prática, muitos casos de auxílio-acidente acabam sendo reconhecidos somente pela via judicial, porque o INSS costuma negar quando entende que a sequela é pequena ou que a pessoa voltou ao trabalho normalmente.

Mas a negativa do INSS não significa o fim do direito.

Quando existem documentos médicos, histórico do acidente e elementos que comprovem a sequela, é possível discutir o benefício na Justiça.

Em alguns casos, além do benefício mensal, também podem existir valores atrasados, dependendo da data do acidente, da alta médica, das provas e do histórico previdenciário.

📌 Salve este vídeo para consultar depois.
📲 Envie para alguém que sofreu acidente e ficou com sequela.
⚖️ Me siga para entender seus direitos no INSS de forma simples e segura.

26/04/2026

Vai doer saber disso, mas a pensão por morte do INSS não é para sempre em todos os casos.

Muita gente ainda acredita que a viúva sempre recebe pensão por morte de forma vitalícia.

Mas, desde 2015, a duração da pensão passou a depender de alguns fatores, principalmente:

idade da viúva ou do dependente na data do falecimento
tempo de casamento ou união estável
número de contribuições feitas pelo segurado falecido ao INSS

Na prática, quanto mais jovem for o dependente, menor pode ser o tempo de recebimento da pensão.

A regra geral é:

Menos de 22 anos: até 3 anos de pensão
De 22 a 27 anos: até 6 anos
De 28 a 30 anos: até 10 anos
De 31 a 41 anos: até 15 anos
De 42 a 44 anos: até 20 anos
45 anos ou mais: pode ser vitalícia

E tem um detalhe que muita gente não sabe:

A pensão por morte pode durar apenas 4 meses se o casamento ou união estável tiver menos de 2 anos, ou se o falecido tiver menos de 18 contribuições ao INSS.

Ou seja: não basta ser viúva para receber pensão para sempre.

Cada caso precisa ser analisado com cuidado, porque um detalhe na data do falecimento, no tempo de união ou nas contribuições pode mudar completamente a duração do benefício.

📌 Salve este post para não esquecer.
📲 Compartilhe com quem é casado, vive em união estável ou recebe pensão por morte.

 INSS em alerta: o pente-fino já cancelou 2.427 benefícios por acúmulo indevido nos últimos cinco anos. Mas atenção: nem...
23/04/2026

INSS em alerta: o pente-fino já cancelou 2.427 benefícios por acúmulo indevido nos últimos cinco anos. Mas atenção: nem todo recebimento conjunto é irregular. Dependendo do caso, a lei permite. Se você recebe aposentadoria, pensão, auxílio-acidente ou BPC/LOAS, vale revisar sua situação para evitar suspensão, cobrança de valores e problemas com o INSS. A informação correta pode proteger o seu benefício.

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23/04/2026

Você pode se aposentar antes e o INSS não vai te avisar.

Muita gente convive com uma limitação de saúde e nem imagina que isso pode mudar a forma de se aposentar no INSS.

Em alguns casos, essa situação pode dar direito à aposentadoria da pessoa com deficiência, prevista na LC 142/2013.

Mas atenção:
não é qualquer doença que dá direito
não basta ter um diagnóstico
e o INSS não reconhece essa regra sozinho

O que precisa ser analisado é se existe um impedimento de longo prazo e se essa condição realmente causa limitações no seu dia a dia, no trabalho e na sua vida.

Alguns exemplos que podem exigir análise, dependendo do caso:
visão monocular, perda auditiva, hérnia de disco, sequelas, limitações ortopédicas, diabetes com complicações e outras condições de saúde.

Cada caso precisa ser avaliado com cuidado, porque a aposentadoria PCD no INSS depende de requisitos legais, documentos e avaliação adequada.

Muita gente espera anos por uma aposentadoria sem saber que pode existir uma regra mais vantajosa.

Se você quer entender melhor sobre aposentadoria PCD, INSS, direitos de quem tem deficiência ou limitação de saúde e planejamento previdenciário, me siga e compartilhe este vídeo.

22/04/2026

40 problemas de saúde podem antecipar a aposentadoria no INSS e até melhorar o valor do benefício, dependendo do caso.

Muita gente não sabe, mas algumas limitações podem permitir enquadramento na aposentadoria da pessoa com deficiência no INSS, também chamada de aposentadoria PCD.

40 situações que podem ser analisadas:

1. Visão monocular
2. Hérnia de disco
3. Escoliose
4. Bico de papagaio
5. Fibromialgia
6. Síndrome do túnel do carpo
7. Síndrome do manguito rotador
8. Tendinite crônica
9. Bursite crônica
10. Artrose
11. Gonartrose
12. Coxartrose
13. Artrite reumatoide
14. Espondilite anquilosante
15. Lombalgia crônica
16. Cervicalgia crônica
17. Perda auditiva
18. Surdez unilateral com repercussão funcional
19. Sequelas de AVC
20. Sequelas de traumatismo
21. Sequelas de acidente de trabalho
22. Sequelas de acidente de trânsito
23. Amputações
24. Paralisia cerebral
25. Nanismo
26. Parkinson
27. Esclerose múltipla
28. Autismo
29. TDAH
30. Deficiência intelectual
31. Transtorno bipolar
32. Depressão recorrente
33. Síndrome do pânico
34. Ansiedade severa
35. Esquizofrenia estabilizada
36. Diabetes com complicações
37. Doença renal crônica com repercussão
38. Próteses, pinos ou placas com limitação funcional
39. Sequelas de fraturas
40. Covid longa com repercussão Requisitos: Por idade, mulher aos 55 anos e homem aos 60 anos, com 15 anos de contribuição na condição de pessoa com deficiência.
Por tempo de contribuição, mulher 20, 24 ou 28 anos e homem 25, 29 ou 33 anos, conforme o grau da deficiência, grave, moderada ou leve.

Atenção: não basta ter o diagnóstico. O INSS analisa se há deficiência de longo prazo e confirma o grau por avaliação própria.

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20/04/2026

Tirar o marido do CadÚnico para a renda não entrar no BPC e depois descobrir que isso também pode atrapalhar uma futura análise de pensão por morte.

Mexer na composição familiar do CadÚnico para tentar facilitar o BPC pode parecer uma solução agora, mas pode virar um problema depois.

Informações erradas ou incompatíveis com a realidade podem prejudicar a análise do LOAS no INSS e ainda gerar reflexos em outros pedidos, inclusive em discussões futuras sobre pensão por morte.

Na dúvida, analise antes de pedir.

Advogada previdenciarista

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19/04/2026

Tem mais de 45 anos e nunca pagou INSS? Saiba como, em alguns casos, é possível buscar uma aposentadoria acima de R$ 5 mil.

O que muita gente não explica é que o valor da aposentadoria não depende só da idade. Ele também depende da média das contribuições.

Hoje, na regra geral, o cálculo começa em 60% da média de todos os salários de contribuição, com acréscimo de 2% ao ano que ultrapassar 15 anos de contribuição para a mulher e 20 anos para o homem.

Por isso, para buscar um benefício maior, muitas vezes não adianta pagar o mínimo. Em muitos casos, a estratégia envolve contribuir no plano de 20%, sobre valor mais alto, inclusive podendo chegar ao teto do INSS. Em 2026, o teto é de R$ 8.475,55.

Na aposentadoria programada, em regra, a mulher precisa de 62 anos e 15 anos de contribuição. O homem precisa de 65 anos e 20 anos de contribuição, com exceção para homens filiados antes de novembro de 2019 em algumas hipóteses.

Ou seja: não é milagre, não é automático e não serve igual para todo mundo. Mas, com estratégia, a forma de contribuir pode impactar diretamente o valor final do benefício.

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17/04/2026

Você pode estar deixando anos de aposentadoria na mesa e nem sabe.

Alguns períodos podem antecipar sua aposentadoria no INSS e muita gente nem imagina isso.
Tempo de contribuição não é só o que aparece pronto no CNIS. Em alguns casos, períodos como atividade rural, aluno aprendiz, atividade especial, serviço militar, serviço público, ação trabalhista, tempo no exterior e tempo enquadrado como PCD podem fazer diferença na sua aposentadoria.

Isso pode antecipar o pedido, aumentar o tempo reconhecido e evitar prejuízos no seu benefício.

O problema é que muita gente só descobre isso depois que já fez o pedido errado.

O INSS não corrige sozinho o que ficou de fora.

Salve este vídeo e envie para quem precisa revisar a aposentadoria com cuidado.



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16/04/2026

A aposentadoria da pessoa com deficiência não depende só do nome da doença. O mais importante é entender se essa condição causa limitações de longo prazo na sua vida e no seu trabalho.

Existem 2 formas de aposentadoria da pessoa com deficiência:

Por idade
55 anos para a mulher
60 anos para o homem
com pelo menos 15 anos de contribuição nessa condição

Por tempo de contribuição
o tempo muda conforme o grau da deficiência

Mulher:
20 anos se grave
24 anos se moderada
28 anos se leve

Homem:
25 anos se grave
29 anos se moderada
33 anos se leve

Por isso, nem todo mundo tem direito. Mas muita gente pode ter uma aposentadoria melhor e nem sabe.



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16/04/2026

Era para ser um vídeo sobre aposentadoria híbrida (período rural e urbano) mas a participação deixou ele muito mais legal 😀☺️🤣

15/04/2026

Tentou entrar no gov.br, não conseguiu, trocou senha, tentou de novo, respirou fundo… e no final já estava quase procurando ajuda espiritual 😅

Quem nunca passou raiva com acesso no gov.br, Meu INSS ou sistema travando, não sabe o que é testar a paciência de verdade.

Se você vive passando por isso, já salva esse vídeo e manda para aquela pessoa que sofre toda vez que precisa entrar no portal.

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14/04/2026

Saiu a aposentadoria no INSS.

Mas uma aposentadoria concedida não depende só de fazer o pedido.
Antes disso, é essencial analisar CNIS, tempo de contribuição, carência, vínculos e a regra de aposentadoria aplicável ao caso.

Muitos benefícios no INSS atrasam, são negados ou saem com erro porque o pedido é feito sem conferência do histórico previdenciário.

Por isso, antes de dar entrada na sua aposentadoria, o ideal é fazer uma análise previdenciária para entender qual é a melhor estratégia e evitar problemas no requerimento.

Se você quer saber quando pode se aposentar, qual regra pode ser melhor para o seu caso e como evitar erros no INSS, procure orientação antes de fazer o pedido.



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