25/08/2026
Existe um silêncio que só se conhece de perto de quem acaba de perder alguém.
Um silêncio de dúvida, de medo, de “e agora?”.
Depois de alguns anos de carreira aprendi que meu ofício não é apenas técnico (e não pode se limitar a parte técnica, as histórias familiares envolvidas em cada caso devem ser tratadas com carinho).
Estar ao lado de famílias exatamente no momento em que o chão se abre e ajudá-las a encontrar, de novo, onde pisar é o que me move.
Ver uma família dividida se reencontrar. Ver a angústia dar lugar à paz. Ver o fim de uma história abrir espaço para outra.
Tenho o privilégio de testemunhar esse instante, sempre: quando a dor se transforma em recomeço.
E se você está nesse momento agora saiba que existe um caminho. E que ele pode, sim, terminar em paz e ressignif**ar uma nova forma de reestruturação familiar.