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O que eu diria para a advogada que eu era quando comecei?Depois de anos de profissão, a resposta não caberia em uma únic...
11/08/2026

O que eu diria para a advogada que eu era quando comecei?

Depois de anos de profissão, a resposta não caberia em uma única frase.

Por isso, coloquei algumas dessas reflexões nos slides deste post.

Deslize para o lado e leia até o final.

E depois me conte: o que você diria hoje para o profissional que era no início da sua carreira?

Ser pai é muito mais do que estar presente. É cuidar, orientar, proteger e construir, todos os dias, um vínculo que acom...
09/08/2026

Ser pai é muito mais do que estar presente.
É cuidar, orientar, proteger e construir, todos os dias, um vínculo que acompanhará os filhos por toda a vida.
No Direito de Família, aprendemos diariamente que a verdadeira proteção nasce do afeto, da responsabilidade e do compromisso com o melhor interesse dos filhos.
Neste Dia dos Pais, nossa homenagem a todos aqueles que fazem da presença um porto seguro, do exemplo um caminho e do amor o seu maior legado.

Feliz Dia dos Pais! 🤎

Advocacia Fabrina Juliane Gerevini

ProteçãoFamiliar

Transformar a vida das pessoas através do Direito é o nosso trabalho. Ver o mundo ser transformado pelo amor de uma mãe ...
10/05/2026

Transformar a vida das pessoas através do Direito é o nosso trabalho. Ver o mundo ser transformado pelo amor de uma mãe é nossa maior inspiração. Feliz Dia das Mães a quem faz do cuidado sua maior vocação."

💓⚖️

Você termina um relacionamento. Divide a casa, os móveis, as contas. E o pet?Por muitos anos, o direito brasileiro trato...
02/04/2026

Você termina um relacionamento. Divide a casa, os móveis, as contas. E o pet?

Por muitos anos, o direito brasileiro tratou animais de estimação como bens — sujeitos às regras de partilha de patrimônio, sem qualquer reconhecimento do vínculo afetivo que uma família constrói com eles.

Quem já passou por uma separação sabe o quanto essa lacuna gerava conflito, angústia e, não raro, processos judiciais sem qualquer amparo específico na lei.
Isso começa a mudar.

Em 31 de março de 2026, o Plenário do Senado Federal aprovou o PL 941/2024, que regulamenta a guarda compartilhada de animais de estimação após o fim do casamento ou da união estável. O projeto segue para sanção presidencial.

O texto não altera a natureza jurídica do animal como bem, mas o que a lei faz, e isso é reconhecer o vínculo afetivo como critério orientador das decisões sobre convivência e responsabilidade.

Na prática, se o casal não chegar a um acordo, caberá ao juiz definir o compartilhamento, avaliando ambiente adequado, condições de cuidado, sustento e disponibilidade de tempo de cada tutor. As despesas do dia a dia ficam com quem estiver com o animal no período. Veterinário, internações e medicamentos são divididos igualmente.

A guarda compartilhada é vedada em casos de violência doméstica ou maus-tratos ao animal. Nessas situações, a posse vai integralmente para a outra parte, sem indenização para o agressor.

Se você está em processo de separação e tem um pet, esse ponto precisa estar no seu acordo. Deixar essa questão em aberto é abrir espaço para conflito futuro.
Cuide disso antes que vire processo.

Dúvidas? Me manda uma mensagem. O link está na bio.

📌 Salva esse post. Pode ser útil para você ou para alguém próximo.

Muitos empresários e famílias com património vivem na ilusão de que o pacto de "Separação Total" protege os filhos de qu...
31/03/2026

Muitos empresários e famílias com património vivem na ilusão de que o pacto de "Separação Total" protege os filhos de qualquer interferência externa. No divórcio, isso é verdade. Na morte, é uma falha estratégica gravíssima.

A lei sucessória brasileira — reforçada pelo Tema 608 do STJ — é clara: o cônjuge sobrevivo é herdeiro necessário. Isso significa que ele entra na divisão dos bens que você construiu ANTES de casar, concorrendo diretamente com os seus filhos.

O "Herdeiro Indesejado" não nasce da má-fé, mas da sua omissão.

Sem um planejamento sucessório robusto (Holding, Testamento Estratégico ou Seguro de Vida), você está a aceitar que o Estado decida quem será o próximo "sócio" do seu legado. O caso do "Ricardo" que apresento no carrossel acontece todos os dias nos tribunais: patrimônio de décadas sendo fragmentado entre estranhos à linhagem familiar.

A pergunta não é se haverá sucessão, mas quem terá o controle dela.

Qual destes cenários mais o preocupa hoje?
1️⃣ Ver os seus filhos a brigar na justiça por causa de bens bloqueados.
2️⃣ Ver o seu património ser gerido por um herdeiro que não participou na construção.
3️⃣ Entregar 20% do valor do seu esforço para o Governo em impostos.

O seu legado não é um bilhete de lotaria para terceiros. Retome o controle.

# BlindagemPatrimonial

Existe uma crença muito comum entre casais que vivem em união estável: a de que o tempo de convivência, por si só, já ga...
16/03/2026

Existe uma crença muito comum entre casais que vivem em união estável: a de que o tempo de convivência, por si só, já garante proteção jurídica automática e equivalente ao casamento.

Essa é uma das ilusões mais perigosas do Direito de Família e uma das que mais produz conflito, sofrimento e perda patrimonial quando a relação termina.

A realidade é mais complexa. A união estável existe no mundo jurídico, mas ela precisa ser provada. E quando a separação acontece, especialmente após uma morte, essa prova pode ser extremamente difícil de reunir, cara de produzir e sujeita à contestação por familiares que nunca aceitaram a relação.

Sem um Contrato de Convivência ou uma Escritura de União Estável, o companheiro sobrevivente pode enfrentar disputas com filhos de outros relacionamentos, herdeiros colaterais e até com o próprio Estado, sobre bens que ajudou a construir ao longo de anos.

A questão do regime de bens é outro ponto crítico. Na ausência de disposição contratual expressa, aplica-se o regime da comunhão parcial de bens, mas apenas sobre os bens adquiridos onerosamente na constância da união. Bens anteriores, heranças, doações, e investimentos feitos em nome de apenas um dos companheiros podem ficar completamente de fora da partilha, a depender das circunstâncias e da prova produzida.

A providência que muda tudo isso é simples: lavrar uma Escritura Pública de União Estável em cartório, com ou sem a definição de um regime diferente do legal. Em menos de uma hora, com custo acessível, o casal transforma anos de convivência em segurança jurídica documentada e escolhe conscientemente como seus bens serão administrados e partilhados.

O papel do advogado de família aqui não é apenas redigir um contrato. É orientar o casal sobre as implicações reais de cada escolha: separação total, comunhão universal, participação final nos aquestos.

É proteger quem você ama das consequências de uma decisão que nunca foi tomada.

Prevenção não é desconfiança. É inteligência afetiva e jurídica.

⚖️👨‍⚖️


Atraso na entrega de imóvel: o corretor de imóveis responde pelo prejuízo? 🤔🏗️Muitos consumidores, ao enfrentarem o atra...
04/03/2026

Atraso na entrega de imóvel: o corretor de imóveis responde pelo prejuízo? 🤔🏗️

Muitos consumidores, ao enfrentarem o atraso na entrega de um apartamento comprado "na planta", acreditam que todos os envolvidos na venda devem responder solidariamente. No entanto, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) trouxe uma baliza importante sobre o tema.

⚖️ A Regra Geral:
Em regra, o corretor de imóveis não responde pelo atraso na obra. Sua função é a aproximação das partes (vendedor e comprador). Uma vez concretizado o negócio, sua obrigação de meio está cumprida, e ele não faz parte do contrato de construção ou incorporação.

⚠️ As Exceções (Quando ele pode ser responsabilizado):
O STJ, através do Tema Repetitivo 1173, estabeleceu que o corretor ou a imobiliária só responderão pelos danos se ficar provado que:

Atuação Conjunta: O corretor também atuou como incorporador ou construtor do empreendimento;

Grupo Econômico: A imobiliária e a incorporadora pertencem ao mesmo grupo econômico;

Confusão Patrimonial: Houve desvio de patrimônio da construtora em benefício do corretor.A análise estratégica é fundamental: incluir um corretor no polo passivo de uma ação de forma indevida pode gerar condenação em honorários de sucumbência para o autor. Por isso, identificar a real natureza da participação de cada agente na cadeia de consumo é o que garante o sucesso da demanda.

Você já teve algum caso onde a imobiliária era, na verdade, braço direito da construtora? Comente aqui sua experiência. 👇



Fonte: STJ

Não é só o contracheque que importa na hora de fixar ou revisar pensão.Quem passa mais tempo com o filho geralmente:• as...
29/01/2026

Não é só o contracheque que importa na hora de fixar ou revisar pensão.

Quem passa mais tempo com o filho geralmente:
• assume mais despesas do dia a dia
• tem menos disponibilidade pra trabalhar e aumentar renda

Por isso, enunciados do IBDFAM vêm reconhecendo que o tempo de cuidado também pode ser considerado na análise da pensão.

⚖️ Não é aumento automático, nem fórmula mágica: é um argumento jurídico que precisa ser bem demonstrado no processo, com provas da rotina e das despesas.

🔖 Salve este drop pra lembrar disso na próxima conversa sobre pensão.

✍️ Comenta aqui: MITO OU VERDADE? Você já tinha ouvido falar nesse entendimento?


Café e leitura!Depois...atendimento no recesso, pois, às vezes, as demandas não esperam!!!⚖️☺️🚀
08/01/2026

Café e leitura!
Depois...atendimento no recesso, pois, às vezes, as demandas não esperam!!!
⚖️☺️🚀


Vem 2026!!! 🍾🌻🍀💵
31/12/2025

Vem 2026!!! 🍾🌻🍀💵



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