Ferreira & Valdemarin Advocacia

Ferreira & Valdemarin Advocacia Há mais de 34 anos atuamos no mercado prezando a inovação, a eficiência e personalização dos nossos atendimentos.

O escritório é full service e nossa equipe preparada para garantir que seu direito seja cumprido com excelência.

31/08/2026

Quando assistimos hoje a esses antigos trechos de Ana Hickmann e Alexandre Correa, algumas falas causam desconforto.

Ele interrompe. Ironiza. Desqualifica. Diminui sua fala diante de outras pessoas.

E ela tenta explicar, amenizar, sorrir e seguir a conversa.

Talvez seja justamente por isso que tantas mulheres demorem a reconhecer que estão vivendo uma relação abusiva: a violência nem sempre começa com um tapa.

Muitas vezes, começa quando você passa a medir cada palavra. Quando suas emoções são tratadas como exagero. Quando uma “brincadeira” sempre coloca você para baixo. Quando você começa a duvidar de si mesma e a andar em ovos para evitar a próxima reação.

A Lei Maria da Penha reconhece cinco formas de violência contra a mulher:

Psicológica: Controle, manipulação, ameaças, humilhação, isolamento e comportamentos que prejudicam sua autoestima ou fazem você duvidar da própria percepção;

Moral: Ofensas, acusações, exposição, calúnia, difamação e insultos;

Patrimonial: Controle do dinheiro, retenção de documentos, destruição de bens, dívidas feitas em seu nome ou impedimento de trabalhar;

Sexual: Qualquer ato, contato ou decisão sexual imposta contra a sua vontade;

Física: Agressões que atinjam seu corpo ou sua saúde, mesmo quando não deixam marcas aparentes.

Uma discussão pontual é diferente de uma dinâmica repetida de medo, controle, humilhação e desqualificação.

Você não precisa esperar que a violência se torne física para procurar ajuda.

A orientação jurídica pode ajudar você a compreender o que está vivendo, organizar provas, proteger seus filhos e seu patrimônio e planejar uma saída com mais segurança.

✨ Se você se reconheceu nesses sinais, fale conosco pelo direct ou pelo link da bio. Nosso escritório é formado por mulheres e atua na proteção dos direitos das mulheres.

Você não precisa enfrentar isso sozinha.

Orientação e denúncia: 180
Emergência: 190

✨ Salve e compartilhe. Este conteúdo pode chegar a uma mulher que ainda não conseguiu dar nome ao que está vivendo.

26/08/2026

E se o ato mais revolucionário de uma mulher for aprender a gostar de si mesma?

Por muito tempo, fomos ensinadas a enxergar nosso valor pelo olhar do outro. A buscar aprovação, aceitação e elogios para, só então, nos sentirmos suficientes.

Mas existe um momento em que essa história começa a mudar: quando uma mulher se olha com mais carinho, reconhece a própria força e entende que seu valor não depende de ninguém.

Gostar de si também é liberdade. E talvez seja justamente por isso que incomode tanto.

Você já sentiu que precisava da validação de alguém para se sentir suficiente? Compartilhe este vídeo com outra mulher que precisa ouvir essa mensagem. 💜

   

25/08/2026

Seu filho fez 18 anos. Mas as despesas não desapareceram com o aniversário e a pensão também não termina automaticamente.

A faculdade chegou, e com ela vieram mensalidade, transporte, alimentação, materiais, plano de saúde e tantos outros custos. Mesmo assim, muitas mães escutam que o pai “não precisa mais pagar” porque o filho atingiu a maioridade.

Isso não é verdade.

Quando a pensão foi fixada judicialmente, o pai não pode simplesmente interromper o pagamento por conta própria. Para deixar de pagar, ele precisa pedir a exoneração de alimentos na Justiça e somente uma decisão judicial pode encerrar essa obrigação.

Enquanto não houver decisão determinando a exoneração, a pensão continua sendo devida.

E se o filho ainda estuda e não consegue se sustentar sozinho, pode haver fundamento para a continuidade do pagamento. Os 24 anos são apenas uma referência frequentemente utilizada, não uma regra automática. Cada situação precisa ser analisada individualmente.

Muitas mães não sabem disso e, quando o pagamento é interrompido, deixam de cobrar valores que continuam sendo devidos.

Você não precisa assumir sozinha uma responsabilidade que continua sendo dos dois.

✨ Salve este vídeo e envie para uma mãe que precisa conhecer esse direito. Se a pensão foi interrompida sem decisão judicial, procure orientação jurídica para entender quais medidas podem ser tomadas.

20/08/2026

Quantas partes de você precisaram desaparecer para que esse casamento continuasse existindo?

Talvez você tenha parado de falar para evitar brigas.
Parado de pedir para não parecer exigente.
Parado de reclamar porque já sabia que nada mudaria.

Talvez tenha se acostumado a engolir o choro, dormir ao lado de alguém se sentindo completamente sozinha e dizer para todo mundo que estava tudo bem.

E, mesmo infeliz, você ficou.

Pelos filhos. Pela família. Pelo medo de começar de novo. Pela dependência financeira. Pelo julgamento. Ou simplesmente porque passou tanto tempo tentando salvar o casamento que começou a acreditar que terminar significaria admitir um fracasso.

Mas até quando manter um casamento pode significar perder a si mesma?

Divórcio não apaga a história que você construiu. E não transforma os anos vividos em tempo perdido.

Às vezes, o fim de um casamento é justamente o momento em que uma mulher começa a recuperar aquilo que foi deixando pelo caminho: sua voz, sua autonomia, seus planos e a liberdade de decidir sobre a própria vida.

E você não precisa esperar a situação se tornar insuportável para começar a entender quais são os seus caminhos.

Se você pensa em se separar, mas o medo do que pode acontecer com seus filhos, sua casa, seu patrimônio ou sua vida financeira ainda te paralisa, busque informação antes de tomar qualquer decisão.

Conhecer os seus direitos também é uma forma de recuperar o controle da sua própria história.

Salve este vídeo para assistir novamente quando precisar e envie para uma mulher que talvez esteja precisando ler isso hoje.

18/08/2026

Até onde alguém pode chegar para não pagar pensão?

No Espírito Santo, um homem foi preso preventivamente após relatar a uma plataforma de inteligência artificial supostos planos para matar o próprio filho, de oito anos, com o objetivo de não pagar pensão alimentícia.

Segundo a Polícia Civil, a empresa responsável pela plataforma identificou as conversas e alertou o FBI. Os dados foram enviados ao CyberLab, do Ministério da Justiça, e chegaram às autoridades brasileiras.

O investigado confirmou as pesquisas, mas negou que pretendesse executar o plano. O caso continua sendo investigado.

A situação é extrema, mas deixa um alerta: Pensão não é favor à mãe. É direito do filho.

Se a cobrança vier acompanhada de ameaças ou intimidação, guarde as provas, registre a ocorrência e procure orientação jurídica. Conforme o risco, a Justiça pode restringir a convivência ou determinar visitas supervisionadas.

Salve este conteúdo e compartilhe com outra mãe. Informação também pode ser uma forma de proteção.

17/08/2026

“Eu não quero ir para o meu pai porque ele me bate.”

Gustavo tinha apenas três anos quando foi gravado chorando e dizendo que não queria ir para a casa do pai. Pouco tempo depois, morreu durante o período de convivência paterna.

O pai, que é advogado, e a madrasta foram presos preventivamente. Eles são investigados pela morte da criança, mas ainda não houve condenação. O caso segue sob investigação.

Segundo a defesa da mãe, ela temia impedir a convivência e sofrer consequências relacionadas à guarda ou ser acusada de alienação parental.

Antes de julgarmos essa mãe, precisamos compreender o medo vivido por muitas mulheres: como proteger o filho sem que essa proteção seja interpretada como uma tentativa de afastá-lo do pai?

Quando uma criança relata agressões, demonstra medo intenso, apresenta lesões ou mudanças repentinas de comportamento, esses sinais não podem ser ignorados.

Guarda compartilhada não significa convivência sem limites. E proteger uma criança diante de sinais concretos de violência não é alienação parental.

Que a história de Gustavo não seja usada para culpabilizar sua mãe, mas para lembrar outras mulheres de que existe um caminho jurídico para buscar proteção.

Salve e compartilhe. Esta informação pode chegar a uma mãe que hoje está com medo de agir.

13/08/2026

Não é o pai quem decide quanto quer pagar.

Ao fixar a pensão alimentícia, o juiz analisa as necessidades do filho, a capacidade financeira de quem paga e as circunstâncias de cada família.

Por isso, comprovantes de despesas com escola, alimentação, saúde, transporte, moradia, roupas e atividades extracurriculares podem fazer diferença no processo.

Também é importante reunir elementos que demonstrem a realidade financeira do genitor, principalmente quando os rendimentos informados não correspondem ao padrão de vida apresentado.

A pensão não deve ser baseada em suposições. Uma documentação bem organizada ajuda a demonstrar qual valor é justo e adequado às necessidades da criança.

A pensão do seu filho não acompanha as despesas reais? Entre em contato com a nossa equipe pelo link da bio para analisarmos o seu caso.

Salve este post e envie para uma mãe que precisa saber disso.

ESTAMOS CONTRATANDO | ADVOGADA ASSOCIADA ⚖️O Ferreira & Valdemarin Advocacia está crescendo e buscamos uma Advogada com ...
12/08/2026

ESTAMOS CONTRATANDO | ADVOGADA ASSOCIADA ⚖️

O Ferreira & Valdemarin Advocacia está crescendo e buscamos uma Advogada com experiência em Direito Cível e Direito de Família para integrar nossa equipe.

Somos um escritório de atuação nacional, formado por uma equipe 100% feminina e focado especialmente na defesa dos direitos das mulheres. 💛

Buscamos uma profissional com mínimo de 3 anos de experiência na área, excelente redação jurídica, perfil estratégico e resolutivo, organização, responsabilidade com prazos e sensibilidade no atendimento às clientes.

💻 Home Office | Todo o Brasil
📄 Contratação como Advogada Associada
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Queremos alguém que não esteja buscando apenas uma vaga, mas um lugar para crescer, construir uma carreira e exercer a advocacia com propósito.

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📝 Assunto: ADVOGADA CÍVEL E FAMÍLIA

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💛 Conhece uma advogada com esse perfil? Compartilhe esta oportunidade com ela.

A maioria dos conflitos familiares não começa com uma grande discussão.Eles começam com pequenos acordos feitos apenas “...
07/08/2026

A maioria dos conflitos familiares não começa com uma grande discussão.

Eles começam com pequenos acordos feitos apenas “na conversa”, promessas que nunca foram formalizadas ou decisões adiadas por tempo demais.

É comum ouvir frases como:

“Depois a gente resolve.”
“Ele sempre fez assim.”
“Não quero criar um problema.”

Mas, enquanto você espera que a situação se resolva sozinha, ela pode se tornar cada vez mais difícil de solucionar.
Formalizar a pensão, regulamentar a guarda ou definir a partilha de bens não significa iniciar uma disputa.
Significa trazer segurança, previsibilidade e proteger os seus direitos e, principalmente quando há filhos, garantir estabilidade para toda a família.

A informação certa, no momento certo, pode evitar anos de desgaste emocional e financeiro.

Agora eu quero saber: qual dessas situações você mais vê acontecer? Comente 1, 2 ou 3.

📌 Salve este post para consultar sempre que precisar.

📤 E compartilhe com uma mulher que merece conhecer os próprios direitos antes que o problema aumente.

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