18/02/2026
O falecimento de um sócio pode afetar diretamente a governança e a continuidade da sociedade. Quando não há previsões claras sobre sucessão, liquidação de quotas e transição de participação, aumentam as incertezas, a margem de conflito e o risco de bloqueios decisórios — justamente em um momento sensível.
A questão central é previsibilidade: os instrumentos societários atuais sustentam essa transição de forma estruturada, sem comprometer a operação?