Raquel. Advogada

Raquel. Advogada Bate papo sobre Direito de Família, Previdenciário e afins.

Quando há indícios de que um ex-cônjuge ou ex-companheiro esconde bens, renda ou contas bancárias para pagar menos pensã...
13/11/2025

Quando há indícios de que um ex-cônjuge ou ex-companheiro esconde bens, renda ou contas bancárias para pagar menos pensão ou reduzir direitos na partilha, o juiz pode determinar a quebra do sigilo bancário e fiscal.

Essa medida é prevista na legislação e já foi confirmada por decisões do STJ, pois o direito à intimidade não é absoluto: pode ser relativizado para garantir a efetividade da Justiça e proteger direitos, especialmente de filhos e da parte economicamente vulnerável.

Com a quebra de sigilo, o juiz tem acesso a movimentações financeiras, saldos e aplicações, permitindo identificar fraudes, ocultação de bens ou subdeclaração de renda.

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A mãe está exausta!Carrega tudo sozinha — as noites sem dormir, as contas, as preocupações, as decisões, o peso emociona...
10/11/2025

A mãe está exausta!

Carrega tudo sozinha — as noites sem dormir, as contas, as preocupações, as decisões, o peso emocional.

Enquanto o pai carrega apenas a liberdade de não ter que lidar com nada.
Ela vive sobrecarregada, ele vive aliviado.

E o mundo ainda se espanta quando ela desmorona, mas nunca questiona o conforto dele.

Não é assim mãe? Conta aqui pra mim!! 😉

A Lei nº 14.713/2023 alterou o Código Civil para deixar claro: quando há histórico de violência doméstica ou familiar, f...
07/11/2025

A Lei nº 14.713/2023 alterou o Código Civil para deixar claro: quando há histórico de violência doméstica ou familiar, física ou psicológica, o juiz não pode conceder guarda compartilhada dos filhos.

O objetivo é proteger crianças e adolescentes de ambientes inseguros, evitando a exposição a novas situações de risco. Nesses casos, a guarda poderá ser unilateral, ficando com o genitor que não praticou violência, sempre priorizando o melhor interesse da criança.

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É escolher a própria vida, a própria saúde emocional e a própria liberdade. É se libertar das correntes invisíveis que m...
04/11/2025

É escolher a própria vida, a própria saúde emocional e a própria liberdade.

É se libertar das correntes invisíveis que mantinham a alma aprisionada em um lugar onde já não havia espaço para florescer.

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Quando o filho possui deficiência física, intelectual, sensorial ou transtorno do espectro autista (TEA) que o impede de...
01/11/2025

Quando o filho possui deficiência física, intelectual, sensorial ou transtorno do espectro autista (TEA) que o impede de garantir o próprio sustento, o dever de pagar pensão pode ser vitalício.

A lei e a jurisprudência entendem que, nesses casos, a obrigação alimentar não se encerra aos 18 ou 24 anos (como costuma ocorrer), mas permanece enquanto durar a necessidade, garantindo condições dignas de vida, tratamento e cuidados.

A pensão pode cobrir desde alimentação e moradia até despesas médicas, terapias e medicamentos, sendo dever de ambos os pais contribuir para o bem-estar do filho.

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Usar o filho para controlar a mãe não é cuidado.É abuso emocional disfarçado de preocupação.É manipular através do medo,...
29/10/2025

Usar o filho para controlar a mãe não é cuidado.

É abuso emocional disfarçado de preocupação.

É manipular através do medo, da culpa e da chantagem, mascarando controle como “proteção”.

O amor verdadeiro não tenta prender, ele liberta.

Quem age assim não está zelando pela criança — está usando-a como ferramenta de poder.

E nada fere mais profundamente do que transformar afeto em arma.

Concorda? Coloca tua opinião aqui abaixo pra mim!!😉

Enquanto a sociedade exige excelência da mãe, se contenta com migalhas do pai — e ainda o aplaude por tão pouco.Ela prec...
26/10/2025

Enquanto a sociedade exige excelência da mãe, se contenta com migalhas do pai — e ainda o aplaude por tão pouco.

Ela precisa ser incansável, perfeita, disponível 24 horas.

Ele, basta aparecer de vez em quando para ser chamado de herói.

Essa desigualdade não é só injusta — é cruel.
Porque normaliza a sobrecarga dela e premia a ausência dele.

E enquanto isso não mudar, a mãe seguirá lutando sozinha… e sendo cobrada por tudo.

Você concorda? Comenta aqui abaixo pra mim!!😉

Muitas mulheres ouvem isso no momento do divórcio — como se ter uma casa, comida ou alguns bens fosse justificativa para...
23/10/2025

Muitas mulheres ouvem isso no momento do divórcio — como se ter uma casa, comida ou alguns bens fosse justificativa para suportar anos de silêncio, desprezo ou abuso.

Essa frase tenta minimizar a dor e invalidar a experiência de quem viveu um relacionamento onde faltou o essencial: respeito, amor e paz. Gratidão não é moeda de troca para aceitar desrespeito. Ter bens materiais não compensa a ausência de dignidade.

Você não deve “agradecer” por aquilo que conquistou muitas vezes com o próprio esforço ou que faz parte dos seus direitos. Reconhecer seu valor e exigir respeito não é ingratidão — é amor-próprio.

O divórcio não é ingratidão. É a coragem de escolher uma vida em que você não precise agradecer por migalhas enquanto merece um banquete de dignidade e liberdade.

Concorda comigo mulher? Comenta aqui abaixo pra mim!😉

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