01/07/2026
Vamos trabalhar em prol da jauense Niède Guidon receber uma praça nova com uma estátua dela em Jaú.
Afinal, tantos nomes de praça e ruas de pessoas sem tanta relevância na nossa história e temos pessoas como Niède Guidon que é a maior arqueóloga do Brasil com reconhecimento internacional e nenhum jauense fala dela. Um descaso absurdo por uma celebridade intelectual no nível dela.
Ela merece um ponto turístico em Jaú.
A arqueóloga Niède Guidon saiu de Jaú, foi morar em São Paulo pra estudar na USP e quando se formou, vendeu tudo, comprou um fusca e se dirigiu pro Piauí para desvendar o maior sítio arqueológico que estava começando a ser explorado no fim de sua formatura. Com sua gana atuou firmemente para este legado e descobriu novos rumos da história da humanidade. Quebrou tabus e foi contra toda a história da humanidade formada pelos estudos científicos americanos e europeus. Foi contra toda a teoria da civilização humana e ficou reconhecida internacionalmente. Hoje no Piauí tem um museu que ela montou na Serra da Capivara, no município de Raimundo Nonato que recebem turistas do mundo inteiro.
Ela dedicou sua vida a criar e proteger o Parque Nacional da Serra da Capivara, transformando o semiárido piauiense em um dos maiores centros de arte rupestre do planeta.
Suas escavações no sítio arqueológico da Pedra Furada revelaram vestígios de presença humana datados de mais de 50.000 anos, desafiando teorias tradicionais sobre o povoamento das Américas.
O trabalho incansável de Niède garantiu que a Serra da Capivara fosse declarada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, atraindo pesquisadores e turistas internacionais para o sul do Piauí.
A pesquisadora não se limitou à ciência e atuou fortemente para gerar autonomia financeira para as comunidades do entorno do parque, incluindo o fomento ao artesanato e a capacitação profissional.
Seu trabalho elevou a identidade e a história piauiense, servindo de inspiração para programas educacionais e de valorização científ**a. Poucos jauenses sabem, mas agora se cogita a luta por uma nova praça em Jaú para receber o nome dela. foi fundamental para colocar o Piauí no mapa mundial da ciência. Ela dedicou sua vida a criar e proteger o Parque Nacional da Serra da Capivara, transformando o semiárido piauiense em um dos maiores centros de arte rupestre do planeta.
Agora nos restas os jauenses que devem valorizar pessoas e nosso turismo para a luta por um espaço público em homenagem a ela.