13/02/2026
Uma decisão recente do TST trouxe um alerta importante:
uma empregada gestante perdeu o direito à estabilidade após firmar acordo trabalhista com quitação geral do contrato.
A estabilidade da gestante é garantida pela Constituição desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto.
Mas quando há acordo judicial com quitação ampla, ele pode impedir a cobrança posterior de direitos ligados ao mesmo contrato.
Por isso, a gestante deve ter atenção redobrada ao:
✔ Assinar acordos trabalhistas
✔ Concordar com cláusulas de quitação geral
✔ Encerrar processos sem analisar todos os reflexos jurídicos
Direito existe, mas decisões processuais também têm consequências.