Fabiana de Souza Advogados Associados

Fabiana de Souza Advogados Associados "Nosso compromisso é com a excelência e a busca incansável pela justiça." Fundado pela Dra.

O escritório FABIANA DE SOUZA ADVOGADOS ASSOCIADOS iniciou suas atividades em 01/11/2011, situado em Itupeva/SP.

​Atuamos na prestação de serviços de consultoria e orientação jurídica à empresas e pessoas físicas.​ Fabiana de Souza Culbert, com mais de 13 anos de dedicação à advocacia, nosso escritório se destaca na cidade de Itupeva desde 2011 como um pilar de excelência e justiça. Com uma equ

ipe de advogados especialistas, cada um dominando uma área específica do direito — Civil, Trabalhista, Empresarial, LGPD, Administrativo e Previdenciário —, oferecemos uma assessoria jurídica abrangente e personalizada. Nosso compromisso vai além do sucesso individual; é uma jornada contínua para garantir a proteção dos direitos e a realização da justiça. Aqui, a experiência se une à especialização para oferecer soluções jurídicas eficazes e um acompanhamento dedicado em cada etapa do processo. Confie em nossa equipe para ser sua aliada na busca por resultados justos e significativos

Depende. O simples fato de uma dívida ser antiga não significa, por si só, que ela esteja prescrita. O prazo varia confo...
21/08/2026

Depende. O simples fato de uma dívida ser antiga não significa, por si só, que ela esteja prescrita. O prazo varia conforme o tipo de obrigação.

⚖️ Quando a dívida está prescrita, a situação muda: o STJ já decidiu que ela não pode ser exigida judicialmente nem por cobrança extrajudicial.

📄 Mas atenção, a prescrição não significa necessariamente que a dívida “nunca existiu”. O que muda é a possibilidade de exigir seu pagamento pelas vias alcançadas pela prescrição. E a retirada de uma negativação também é uma questão diferente da própria existência do débito.

Imagine que você recebeu hoje uma cobrança referente a uma dívida de vários anos atrás. Antes de pagar ou reconhecer o débito, é importante verificar a origem, a data de vencimento, os documentos e se houve algum fato que alterou o prazo de prescrição.

🛡️ Uma cobrança antiga merece análise cuidadosa. Dependendo das circunstâncias, podem existir direitos do consumidor a serem preservados, especialmente diante de cobranças indevidas ou abusivas.

Se houver dúvidas sobre uma dívida antiga ou sobre a legalidade de uma cobrança, nosso escritório está à disposição para analisar a situação e orientar sobre os direitos aplicáveis ao caso.

⏰⚖️ Empresa que não apresenta controle de jornada pode ter de pagar horas extras com base no horário informado pelo trab...
21/08/2026

⏰⚖️ Empresa que não apresenta controle de jornada pode ter de pagar horas extras com base no horário informado pelo trabalhador

O TST reconheceu o direito de uma bancária ao pagamento de horas extras após a empregadora deixar de apresentar os controles de jornada.

Na ação, a trabalhadora afirmou que cumpria expediente das 8h às 20h30, com uma hora de intervalo. A empresa contestou e alegou que ela trabalhava das 8h às 17h, sustentando que, por ser considerada internamente como empregada “destacada”, não precisava registrar o ponto.

📌 O TST, porém, entendeu que a ausência injustificada dos controles de jornada gera presunção relativa de veracidade do horário informado pelo empregado, cabendo à empresa apresentar provas capazes de afastá-la.

No caso, o relator, ministro Evandro Valadão, reconheceu como devidas as horas trabalhadas além da oitava diária, com adicional de 50%, considerando a jornada indicada na ação.

⚖️ A legislação prevê regras específicas para os bancários: em regra, a jornada é de seis horas diárias, podendo chegar a oito horas em determinadas funções de confiança.

👉 Em resumo: quando a empresa possui obrigação de controlar a jornada e não apresenta os registros, essa ausência pode favorecer a versão apresentada pelo trabalhador e resultar na condenação ao pagamento de horas extras.

🤱⚖️ Empresa que não concede intervalo para amamentação pode cometer falta grave trabalhistaA 26ª Vara do Trabalho de São...
20/08/2026

🤱⚖️ Empresa que não concede intervalo para amamentação pode cometer falta grave trabalhista

A 26ª Vara do Trabalho de São Paulo reconheceu a rescisão indireta do contrato de uma trabalhadora após a empresa não comprovar a concessão dos intervalos destinados à amamentação.

A empregadora alegou que o trabalho remoto proporcionava flexibilidade suficiente para que a funcionária realizasse as pausas de forma autônoma. Entretanto, os controles de jornada não registravam a concessão dos intervalos.

A trabalhadora também relatou que teve negado o pedido para encerrar sua jornada uma hora mais cedo para amamentar o filho.

📌 A CLT garante à empregada, durante a jornada, dois descansos especiais de meia hora cada para amamentar o filho até que ele complete seis meses, período que pode ser ampliado quando a saúde da criança exigir.

Embora a sentença tenha entendido que a situação, isoladamente, não gerava indenização por dano moral, reconheceu o descumprimento da obrigação trabalhista como fundamento para a rescisão indireta.

👉 Em resumo: trabalhar em home office não retira o direito aos intervalos de amamentação. A flexibilidade do trabalho remoto não substitui uma garantia prevista em lei.

🤰⚖️ Gestante que pediu demissão e conseguiu novo emprego pode perder direito à indenização pela estabilidadeA 6ª Turma d...
20/08/2026

🤰⚖️ Gestante que pediu demissão e conseguiu novo emprego pode perder direito à indenização pela estabilidade

A 6ª Turma do TRT da 3ª Região (MG) manteve decisão que negou indenização a uma trabalhadora que pediu demissão sem saber que estava grávida e, poucos dias depois, começou a trabalhar em outra empresa.

A empregada alegou que seu pedido de demissão seria inválido porque não contou com assistência sindical ou de autoridade competente, conforme prevê o art. 500 da CLT.

📌 O próprio TST, no Tema 55, firmou entendimento de que o pedido de demissão da empregada gestante depende dessa assistência para ser válido.

No caso analisado, porém, a Justiça considerou uma circunstância específica: logo após deixar o emprego, a trabalhadora foi contratada por outra empresa, permaneceu empregada e usufruiu normalmente da licença-maternidade.

⚖️ Para o Tribunal, a obtenção do novo emprego garantiu a proteção à maternidade e demonstrou, naquele caso concreto, renúncia à estabilidade relacionada ao vínculo anterior.

👉 Em resumo: a gestante possui proteção especial contra a dispensa, mas situações específicas podem afastar o direito à indenização substitutiva. A existência de um novo vínculo de emprego foi determinante nessa decisão.

A responsabilidade não é sempre só do vendedor. Dependendo de como o marketplace participou da compra, a própria platafo...
20/08/2026

A responsabilidade não é sempre só do vendedor. Dependendo de como o marketplace participou da compra, a própria plataforma também pode ser responsabilizada.

⚠️ Se você recebeu um produto falsificado, diferente do anunciado ou foi vítima de uma fraude, é importante analisar como a venda aconteceu e qual foi a participação de cada envolvido.

Imagine comprar um produto original, pagar pela plataforma e receber uma falsificação. É importante guardar o anúncio, comprovantes, conversas, fotos do produto e protocolos de atendimento. Essas provas podem fazer diferença.

🔎 O STJ já reconheceu que a responsabilidade de uma plataforma depende da forma como ela atua na negociação. Quando funciona apenas como classificados, por exemplo, a análise pode ser diferente de quando efetivamente intermedeia a venda.

Por isso, não é seguro concluir que o marketplace sempre deve pagar pelo prejuízo — nem que está sempre livre de responsabilidade. Cada situação precisa ser analisada conforme os fatos e as provas existentes.

Se você teve problemas com uma compra online, produto falsificado ou fraude em marketplace, nosso escritório está à disposição para esclarecer dúvidas e avaliar as medidas jurídicas cabíveis.

🏍️⚖️ Valor pago pelo aluguel da motocicleta do empregado não integra o salário, decide TSTA 6ª Turma do TST decidiu, por...
20/08/2026

🏍️⚖️ Valor pago pelo aluguel da motocicleta do empregado não integra o salário, decide TST

A 6ª Turma do TST decidiu, por unanimidade, que os R$ 700 mensais pagos a um leiturista de energia pelo uso de sua própria motocicleta no trabalho tinham natureza indenizatória, e não salarial.

O trabalhador utilizava o veículo para se deslocar entre as áreas de atuação da empresa. Ele alegou que o valor recebido não era suficiente para cobrir combustível, manutenção e desgaste da motocicleta e pediu que a parcela fosse incorporada ao salário, com reflexos nas demais verbas trabalhistas.

A empresa argumentou que o pagamento estava previsto em um contrato acessório de locação e tinha como finalidade compensar os custos relacionados ao uso do veículo.

⚖️ Para o TST, o valor não representava uma contraprestação pelo trabalho realizado, mas uma compensação pelo uso de um bem particular do empregado em benefício da atividade empresarial.

👉 Em resumo: valores pagos para ressarcir ou compensar despesas necessárias à realização do trabalho podem ter natureza indenizatória e, por isso, não integrar o salário.

📌 Mas atenção: a forma como a parcela é paga e sua verdadeira finalidade devem ser analisadas em cada caso. Se utilizada para disfarçar parte do salário, poderá haver discussão sobre sua natureza jurídica.

⚖️ TRF3 determina concessão de BPC e afasta trabalho doméstico como justificativa para negar benefícioO TRF da 3ª Região...
19/08/2026

⚖️ TRF3 determina concessão de BPC e afasta trabalho doméstico como justificativa para negar benefício

O TRF da 3ª Região determinou que o INSS conceda o Benefício de Prestação Continuada (BPC) a uma mulher após reconhecer que a deficiência não pode ser analisada apenas pela capacidade de realizar tarefas domésticas.

O INSS havia negado o benefício porque, embora a segurada estivesse incapacitada para o trabalho remunerado, ainda seria capaz de desempenhar atividades dentro de casa.

📌 O Tribunal destacou que, para fins de BPC, a deficiência deve ser avaliada por uma perspectiva biopsicossocial, considerando não apenas aspectos médicos, mas também as barreiras sociais e as condições concretas enfrentadas pela pessoa.

O caso foi analisado com base no Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ e na legislação de proteção às pessoas com fibromialgia.

⚖️ Para o colegiado, utilizar a capacidade de realizar tarefas domésticas como fundamento para negar proteção assistencial pode desconsiderar a realidade de mulheres em situação de vulnerabilidade.

👉 Em resumo: conseguir realizar atividades básicas dentro de casa não significa, automaticamente, possuir condições de trabalhar ou afastar a existência de deficiência para fins de BPC.

📌 A análise deve considerar a realidade individual da pessoa, suas limitações e as barreiras enfrentadas em sua participação plena na sociedade.

Muitas pessoas deixam de acessar direitos importantes simplesmente por não saberem que podem comprovar oficialmente sua ...
19/08/2026

Muitas pessoas deixam de acessar direitos importantes simplesmente por não saberem que podem comprovar oficialmente sua condição por meio da Carteirinha PCD. Em 2026, o processo está mais acessível e, em muitos casos, pode ser feito de forma digital.

🧩 A Carteirinha PCD é destinada a pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual, mental e também para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), desde que exista comprovação da condição por meio da documentação adequada.

Além de facilitar a identificação da deficiência, ela pode auxiliar no acesso a atendimentos prioritários, vagas reservadas, benefícios e outros direitos previstos em lei. A documentação médica correta costuma ser um dos pontos mais importantes para evitar dificuldades no reconhecimento desses direitos.

Imagine uma pessoa que enfrenta obstáculos diariamente para comprovar sua condição em atendimentos, repartições ou serviços. Com a documentação adequada, esse processo tende a se tornar mais simples, rápido e seguro.

Embora a solicitação possa ser realizada de forma administrativa, cada situação possui particularidades, especialmente quando há dúvidas sobre o enquadramento da deficiência ou quando ocorre negativa do pedido.

🤝 Caso existam dúvidas sobre a Carteirinha PCD, documentação necessária ou acesso aos direitos da pessoa com deficiência, nosso escritório atua nessa área e permanece à disposição para prestar os esclarecimentos jurídicos adequados.

👩‍👦⚖️ Servidora consegue redução de 50% da jornada para acompanhar filho com TEA e TDAHA 2ª Turma Cível do TJ/DF garanti...
18/08/2026

👩‍👦⚖️ Servidora consegue redução de 50% da jornada para acompanhar filho com TEA e TDAH

A 2ª Turma Cível do TJ/DF garantiu a uma servidora pública a redução de 50% da jornada de trabalho para que possa acompanhar o tratamento do filho diagnosticado com TEA e TDAH.

A servidora cumpria jornada de 40 horas semanais e demonstrou que o filho necessita de acompanhamento multidisciplinar contínuo, incluindo psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e musicoterapia. Além disso, informou que o pai da criança mora fora do país e que ela é a responsável direta pelos cuidados.

Administrativamente, havia sido concedida redução de apenas 15% da carga horária. A servidora recorreu à Justiça buscando a ampliação para 50%.

⚖️ O Tribunal considerou que a legislação do Distrito Federal prevê horário especial para servidor que tenha dependente com deficiência, permitindo redução de até 50% da jornada.

👉 Em resumo: quando a legislação aplicável prevê horário especial, a necessidade de acompanhamento de um filho com deficiência pode justificar a redução da jornada do servidor público.

📌 Cada situação deve ser analisada individualmente, considerando a legislação do ente público, as necessidades da pessoa com deficiência e as provas apresentadas.

🔎 As mudanças aumentam o nível de formalização dos contratos, restringem o uso de garantias e introduzem uma nova lógica...
18/08/2026

🔎 As mudanças aumentam o nível de formalização dos contratos, restringem o uso de garantias e introduzem uma nova lógica tributária para grandes locadores. Mas é preciso cuidado com o termo “nova Lei do Aluguel”, pois a Lei do Inquilinato continua em vigor.

A partir de 2026, todos os contratos de locação devem ser formalizados por escrito, seja em formato físico ou digital. O documento precisa conter informações completas, como valor do aluguel, prazo, índice de reajuste, forma de pagamento e tipo de garantia.

A lei também reforça que não é permitido acumular garantias no mesmo contrato. Ou seja, a imobiliária deve trabalhar com apenas uma modalidade por locação, como caução, fiador ou seguro fiança. Sendo que no caso da caução, permanece o limite de até três meses de aluguel.

Em caso de venda do imóvel, o novo proprietário deve respeitar o contrato vigente até o fim. E caso opte pela retomada, é obrigatório conceder prazo mínimo de 90 dias para desocupação.

💰Além disso, a reforma tributária diferenciou os perfis de locadores: pessoas físicas com mais de três imóveis e renda anual de aluguel acima de R$ 240 mil passam a ser enquadradas no IBS e CBS. Em 2026, a alíquota começa reduzida, com 70% de desconto na base de cálculo e abatimento de R$ 600 mensais para locações residenciais, com transição gradual até 2033. Já os pequenos locadores permanecem no modelo atual, tributados apenas pelo IRPF.

Outra mudança relevante é a criação do Cadastro Imobiliário Brasileiro, que funciona como um “CPF do imóvel”, com o objetivo de centralizar informações e aumentar a transparência.

⚖️ As mudanças exigem atenção de proprietários, investidores e pessoas que vivem da renda de aluguéis. Uma análise individual pode ajudar a identificar os impactos tributários e jurídicos antes de tomar decisões sobre seus imóveis.

🤝 Nosso escritório atua na área de Direito Imobiliário e está à disposição para esclarecer dúvidas sobre locações, contratos e os possíveis impactos da Reforma Tributária sobre os imóveis.

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