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Receber a notícia de que seu benefício do INSS foi interrompido pode ser desesperador.Mas você sabia que há diferenças e...
10/03/2026

Receber a notícia de que seu benefício do INSS foi interrompido pode ser desesperador.

Mas você sabia que há diferenças entre cessação e suspensão?

Cada situação exige uma solução específica e entender essas diferenças é importante para agir rápido e evitar perder o benefício.

1 – Benefício cessado:

A cessação ocorre quando o INSS encerra o benefício de forma definitiva.

Isso pode acontecer por motivos como:

→ Recuperação da capacidade de trabalho (no caso de auxílio-doença);

→ Falta de prova de vida;

→ Revisões que identificam erros ou inconsistências.

Se o seu benefício foi cessado indevidamente, é possível recorrer para tentar restabelecê-lo.

2 – Benefício suspenso:

A suspensão é uma interrupção temporária do pagamento, geralmente por pendências cadastrais, revisões ou necessidade de atualização de informações.

Se regularizada a situação, o benefício pode ser retomado.

O que fazer se seu benefício for interrompido?

→ Consulte o Meu INSS (site ou app) para verificar o motivo;

→ Veja se há notificações ou exigências pendentes;

→ Caso necessário, agende um atendimento no INSS ou procure um especialista para garantir seus direitos.

Se o seu benefício foi cortado ou suspenso injustamente, agir rápido pode fazer toda a diferença!

10/03/2026
10/03/2026

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Receber um benefício do INSS não significa, necessariamente, que ele será eterno.Todos os anos, milhares de pessoas têm ...
03/03/2026

Receber um benefício do INSS não significa, necessariamente, que ele será eterno.

Todos os anos, milhares de pessoas têm seus benefícios previdenciários revisados, o famoso pente fino, podendo ser surpreendidas com a suspensão dos pagamentos.

Em 2025, o INSS já confirmou que continuará com esse pente fino, mirando especialmente em benefícios como aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez), auxílio-doença e BPC/Loas.

A meta é revisar mais de 800 mil benefícios e, com isso, cortar gastos que chegam a bilhões de reais.

A convocação costuma chegar por carta, mensagem no aplicativo Meu INSS ou pelo site.

Por isso, manter seus dados atualizados é fundamental. Ignorar o chamado pode significar a suspensão do benefício.

Geralmente, quem não passa por perícia há muito tempo ou tem dados inconsistentes no cadastro é convocado para o pente fino.

Os aposentados por invalidez que já tenham mais de 60 anos ou mais de 55 anos e recebem o benefício há mais de 15 anos, ou portadores de HIV/AIDS, costumam ficar de fora da revisão.

Se for convocado, junte toda a documentação: laudos médicos recentes, receitas, exames e comprovante de endereço.

Depois, siga as orientações recebidas, inclusive para agendar a perícia, que pode ser feita pelo site, aplicativo ou telefone 135.

Caso enfrente dificuldades, contar com um advogado especialista em direito previdenciário pode fazer toda a diferença para manter seu benefício ativo.

Uma decisão recente trouxe esperança e justiça para muitas trabalhadoras do campo.Uma agricultora familiar conseguiu o d...
03/03/2026

Uma decisão recente trouxe esperança e justiça para muitas trabalhadoras do campo.

Uma agricultora familiar conseguiu o direito de receber o salário-maternidade, mesmo sem nunca ter contribuído para o INSS.

Esse é um reconhecimento importante da realidade de milhares de mulheres que sustentam o país com o trabalho rural.

A segurada havia solicitado o benefício após o nascimento do filho, em 13 de agosto de 2025, mas teve o pedido negado pelo INSS, que exigia dez contribuições mensais.

Determinada, ela apresentou recurso ao Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS), a instância responsável por revisar decisões do INSS.

Ao analisar o caso, o Conselho reafirmou: as seguradas especiais, como agricultoras familiares, não precisam pagar contribuições mensais para ter direito ao benefício. Para tanto, basta comprovar o exercício da atividade rural no período.

Assim, a trabalhadora foi reconhecida como segurada especial em atividade e teve o benefício concedido por 120 dias, garantindo o sustento e a tranquilidade de sua família nesse momento tão importante.

Essa decisão reforça um princípio essencial: direito previdenciário também é justiça social.

Nenhuma mãe que trabalha no campo deve ser deixada sem amparo, o cuidado que ela dedica à terra e à família precisa, sim, ser reconhecido e protegido pela lei.

Processo 44233.311397/2025-61.

Se você é trabalhadora rural ou conhece alguém que vive da agricultura familiar, saiba que esse direito também pode ser seu!

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