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Pessoas com autismo (TEA) ou TDAH podem ter acesso a diversos benefícios assistenciais, previdenciários e fiscais garant...
26/02/2026

Pessoas com autismo (TEA) ou TDAH podem ter acesso a diversos benefícios assistenciais, previdenciários e fiscais garantidos por lei.

1️⃣ BPC/LOAS
➡️ Pago pelo INSS, mesmo sem contribuição.
➡️ Garante 1 salário mínimo para quem tem deficiência e baixa renda.
➡️ Exige inscrição no CadÚnico, laudo médico e renda familiar de até ¼ do salário mínimo por pessoa.

2️⃣ Auxílio-Inclusão
➡️ Para quem recebia o BPC e passou a trabalhar.
➡️ Valor de 50% do BPC, desde que a renda familiar permaneça baixa.

3️⃣ Aposentadoria da Pessoa com Deficiência
➡️ Para quem contribui ao INSS.
➡️ Pode ser por idade ou tempo de contribuição reduzidos, conforme o grau da limitação.

4️⃣ Auxílio por Incapacidade Temporária
➡️ Concedido ao segurado com afastamento médico.
➡️ Requer perícia e carência mínima.

5️⃣ Aposentadoria por Incapacidade Permanente
➡️ Quando a condição impede qualquer atividade profissional.

6️⃣ Auxílio-Acidente
➡️ Concedido em casos de redução permanente da capacidade funcional.

7️⃣ Isenções e direitos complementares
➡️ IPVA, IPI e ICMS na compra de veículo;
➡️ Isenção de IR em aposentadorias;
➡️ Gratuidade em transporte e prioridade em serviços.

⚠️ Pode acumular benefícios?
O BPC não é acumulável com aposentadorias ou pensões. Mas o Auxílio-Inclusão pode ser pago junto ao salário, se os critérios forem atendidos.

O diagnóstico por si só não garante os benefícios. É preciso demonstrar os impactos reais na autonomia e na rotina da pessoa.

Os direitos variam conforme o caso. A legislação prevê proteção específ**a para pessoas com deficiência, incluindo TEA e, em situações graves, TDAH.

O Supremo Tribunal Federal confirmou a validade das regras da Reforma da Previdência que alteraram o cálculo da aposenta...
25/02/2026

O Supremo Tribunal Federal confirmou a validade das regras da Reforma da Previdência que alteraram o cálculo da aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez). A decisão consolida um cenário que ainda gera muitas dúvidas entre os segurados.

Para facilitar a compreensão, veja o comparativo entre antes e depois da reforma:

📌 Antes da Reforma da Previdência (até 13/11/2019):

A aposentadoria por invalidez era, como regra, integral.

O valor correspondia a 100% da média das contribuições do segurado.

Não havia distinção relevante entre a origem da incapacidade (doença ou acidente).

📌 Depois da Reforma da Previdência (a partir de 14/11/2019):

O benefício passou a se chamar aposentadoria por incapacidade permanente.

O valor inicial corresponde a 60% da média de todas as contribuições.

Há acréscimo de 2% ao ano que ultrapassar:

20 anos de contribuição, para homens;

15 anos de contribuição, para mulheres.

A aposentadoria integral (100%) ficou restrita, em regra, aos casos de acidente de trabalho.

O STF entendeu que essa mudança é constitucional e que deve prevalecer a opção feita pelo legislador, inclusive para garantir o equilíbrio financeiro da Previdência Social.

Por isso, quem teve a incapacidade reconhecida após a reforma precisa estar atento às regras aplicáveis ao seu caso. Uma análise jurídica individualizada pode ser decisiva para verif**ar se o cálculo está correto e se todos os direitos previdenciários estão sendo respeitados.

As regras do INSS mudaram após a Reforma da Previdência e, em 2026, muitos segurados ainda têm dúvidas sobre quando e co...
24/02/2026

As regras do INSS mudaram após a Reforma da Previdência e, em 2026, muitos segurados ainda têm dúvidas sobre quando e como podem se aposentar.

📌 Regra permanente (vale para novos segurados)
Mulheres precisam ter 62 anos e homens 65 anos, além de 15 anos de contribuição para mulheres e 20 anos para homens que começaram a contribuir após a reforma.

⏳ Regras de transição (para quem já contribuía antes de 13/11/2019)
🔹 Sistema de pontos: em 2026 são 93 pontos (mulher) e 103 pontos (homem), com 30/35 anos de contribuição.
🔹 Idade mínima progressiva: 59 anos e 6 meses (mulher) e 64 anos e 6 meses (homem).
🔹 Pedágio de 50% e pedágio de 100%, conforme o tempo que faltava para se aposentar em 2019.

💰 Como o INSS calcula o valor
O benefício é calculado com a média de 100% dos salários desde 1994. O valor inicial é 60% dessa média, com acréscimo de 2% por ano acima de 15 anos (mulher) ou 20 anos (homem).

Cada pessoa tem um histórico diferente no INSS. Nosso escritório está à disposição para orientações sobre aposentadoria e planejamento previdenciário.

Sim. Mesmo sendo microempreendedor, o MEI contribui mensalmente para o INSS e, por isso, possui direitos previdenciários...
23/02/2026

Sim. Mesmo sendo microempreendedor, o MEI contribui mensalmente para o INSS e, por isso, possui direitos previdenciários importantes, muitas vezes desconhecidos.

💰 Ao pagar o DAS em dia, o MEI garante proteção social.
Essa contribuição inclui o INSS e permite acesso a benefícios que ajudam em situações de doença, maternidade, invalidez e até no futuro planejamento da aposentadoria.

🏥 Entre os principais benefícios estão:
Auxílio-doença, salário-maternidade, aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez e pensão por morte para os dependentes, desde que cumpridos os requisitos legais.

O MEI não tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição apenas com o pagamento do DAS. Para isso, é necessário complementar a contribuição mensal.

👨‍💼 Na prática, funciona assim:
Um MEI que f**a temporariamente incapaz para o trabalho ou uma MEI que se torna mãe pode, sim, solicitar benefícios, desde que esteja regular com o INSS e cumpra a carência exigida.

⚖️ Cada benefício possui regras específ**as.
Por isso, entender se o direito já existe ou se é necessário complementar contribuições faz toda a diferença para evitar surpresas no futuro.

Nosso escritório atua na área previdenciária e está à disposição para orientar sobre os direitos do MEI junto ao INSS, esclarecendo dúvidas e analisando cada situação de forma individual.

Esse é um direito pouco conhecido, mas que pode fazer diferença real na rotina de muitas famílias. Em algumas situações,...
20/02/2026

Esse é um direito pouco conhecido, mas que pode fazer diferença real na rotina de muitas famílias. Em algumas situações, pais ou responsáveis por crianças com TEA ou TDAH podem, sim, ter acesso ao BPC/LOAS, um benefício assistencial garantido por lei.

📄 O que é o BPC/LOAS?
O BPC é um benefício pago pelo INSS no valor de 1 salário mínimo por mês, destinado a pessoas com deficiência ou idosos em situação de vulnerabilidade. Ele não exige contribuições ao INSS, mas depende do preenchimento de critérios legais.

📌 Quais são os requisitos principais?
Para crianças com TEA ou TDAH, é necessário comprovar:
• 🧩 Que a condição gere limitações signif**ativas no dia a dia
• 💰 Que a família tenha baixa renda (regra geral: renda por pessoa inferior a 1/4 do salário mínimo)
• 📝 Inscrição atualizada no CadÚnico

Muitas crianças precisam de terapias contínuas, acompanhamento médico e apoio escolar. Quando essas necessidades impactam a autonomia e a vida familiar, a lei pode reconhecer o direito ao benefício, desde que a situação seja bem comprovada.

🛠️ Como solicitar o benefício?
O pedido é feito junto ao INSS e envolve análise de documentos, avaliação social e, em alguns casos, perícia. A forma como essas informações são apresentadas pode influenciar diretamente no resultado do pedido.

⚖️ Nem todo diagnóstico gera automaticamente o direito ao BPC. Cada caso é analisado individualmente, considerando a realidade da criança e da família.

Dúvidas? Nosso escritório está à disposição para orientações sobre BPC/LOAS para crianças com TEA ou TDAH.

💔 Terminar um casamento dói, mas a forma de conduzir o divórcio define o caminho: mais diálogo ou decisão judicial.Divór...
19/02/2026

💔 Terminar um casamento dói, mas a forma de conduzir o divórcio define o caminho: mais diálogo ou decisão judicial.

Divórcio amigável (consensual): acontece quando há acordo sobre partilha, guarda/convivência e alimentos. Pode ser feito no Judiciário ou no cartório (escritura pública), com assistência de advogado (pode ser um só, se não houver conflito).

🏛️ No cartório: a escritura tem validade imediata e dispensa homologação do juiz; vale para averbação do casamento e registro de bens.
👶 Se houver filhos menores/incapazes, o cartório só pode lavrar a escritura se já existir decisão judicial sobre guarda, convivência e alimentos, e isso constar na escritura.
👶‍🍼 As partes também declaram se há ou não gestação conhecida.

Divórcio litigioso: é o caminho quando não há acordo. Cada parte tem seu advogado; há audiência de conciliação, provas (perícias, estudos psicossociais, testemunhas) e, ao final, o juiz decide partilha, guarda/convivência e alimentos.

⏱️ Tempo & custos: o amigável costuma ser mais rápido e econômico; o litigioso tende a ser mais demorado e custoso, com maior desgaste emocional.

👶 Filhos menores no litigioso: tudo corre no Judiciário, com intervenção do Ministério Público para resguardar o interesse das crianças.

Ponto-chave: no Brasil, o divórcio é direto — não é preciso separação prévia. A vontade de quem pede basta.

Exemplo: casal com um filho decide se separar. Se já existe decisão judicial sobre guarda e pensão e eles concordam com a partilha, podem formalizar no cartório. Se discordarem sobre a casa ou a convivência, o caminho será o litigioso perante o juiz.

Caso tenha alguma dúvida, nosso escritório está à disposição para atendê-lo.

O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o FGTS depositado durante o casamento pertence ao casal e deve ser dividido n...
18/02/2026

O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o FGTS depositado durante o casamento pertence ao casal e deve ser dividido na separação.

👫 Quando você casa no regime de comunhão (parcial ou total), tudo que foi conquistado durante o matrimônio pertence aos dois. Isso inclui salários, bens adquiridos e também o Fundo de Garantia depositado nesse período.
⚖️ A decisão do STJ deixou claro: não importa se só um dos cônjuges trabalhava. O FGTS acumulado enquanto vocês estavam juntos faz parte do patrimônio comum e deve ser repartido igualmente.

📅 Atenção: apenas os valores depositados durante o casamento são divididos. O que foi depositado antes ou depois do relacionamento permanece com quem trabalhou.

Essa regra vale tanto para casamento quanto para união estável, desde que o casal tenha optado pelo regime de comunhão de bens.

Se você está passando por um divórcio ou dissolução de união estável, nosso escritório atua nessa área e está à disposição para esclarecer seus direitos sobre a partilha de bens.

Esse é um questionamento comum em momentos de separação, conflitos familiares ou rompimentos entre adultos. A convivênci...
17/02/2026

Esse é um questionamento comum em momentos de separação, conflitos familiares ou rompimentos entre adultos. A convivência entre avós e netos vai além do afeto: ela também pode ter relevância jurídica quando surgem impedimentos injustif**ados.

⚖️ O que a lei protege?
O ordenamento jurídico brasileiro reconhece a importância do vínculo familiar ampliado. Quando a convivência com os avós é saudável e benéf**a à criança ou adolescente, esse contato é considerado parte do seu desenvolvimento emocional e social.

🚫 Quando os avós podem ser impedidos?
O impedimento só tende a ser admitido em situações específ**as, como riscos à integridade física ou psicológica do menor. Conflitos entre adultos, mágoas pessoais ou desentendimentos familiares, por si só, não costumam justif**ar o afastamento.

👨‍👩‍👧 Exemplo prático do dia a dia
É comum que, após um divórcio, um dos pais restrinja o contato dos avós do outro lado da família. Nesses casos, se não houver prejuízo à criança, o Judiciário pode analisar a situação e buscar preservar o convívio familiar.

Cada caso envolve emoções, histórias e impactos diretos na vida da criança. A análise adequada considera sempre o que é mais saudável para o menor, evitando decisões precipitadas que possam gerar danos afetivos duradouros.

Nosso escritório está à disposição para orientações sobre direito de convivência familiar e relações entre avós e netos, sempre com foco no melhor interesse da criança.

Muitos pais acreditam que pagar a pensão sem registro é mais simples e evita conflitos. Mas o que parece prático pode ge...
16/02/2026

Muitos pais acreditam que pagar a pensão sem registro é mais simples e evita conflitos. Mas o que parece prático pode gerar sérios problemas jurídicos no futuro.

⚠️ Pagamento informal não comprova obrigação cumprida
Valores entregues em dinheiro, PIX sem identif**ação clara ou compras diretas não são, em regra, reconhecidos como pensão. Sem decisão judicial ou acordo formal, o pagamento pode simplesmente não existir aos olhos da Justiça.

Mesmo pagando todos os meses, o responsável pode ser cobrado novamente. Se não houver prova formal, o juiz pode entender que a pensão nunca foi paga e determinar o pagamento retroativo.

🚫 Em caso de ação judicial, a falta de comprovação permite cobrança com juros, multa e até pedido de prisão civil. É uma consequência grave que costuma surpreender quem “pagava certinho”, mas sem registro.

👨‍👩‍👧 Exemplo comum na prática
Pai paga mensalmente “por fora” após separação amigável. Anos depois, ocorre um desentendimento. A outra parte ingressa com ação e, sem provas formais, todo o período pode ser cobrado novamente.

⚖️ Formalizar protege ambas as partes
A pensão fixada por acordo ou decisão judicial garante segurança, previsibilidade e proteção legal, evitando conflitos futuros e preservando o interesse da criança.

Nosso escritório está à disposição para orientações sobre pensão alimentícia, acordos familiares e formas seguras de regularizar essa obrigação, sempre com foco na proteção jurídica das partes envolvidas.

A resposta para essa pergunta é “sim”. Em regra, a empresa não pode contratar um empregado sem registrá-lo, caso contrár...
13/02/2026

A resposta para essa pergunta é “sim”.

Em regra, a empresa não pode contratar um empregado sem registrá-lo, caso contrário poderá ser penalizado.

No entanto, a legislação assegura ao trabalhador que não estiver com a carteira assinada os mesmos direitos trabalhistas como se estivesse, dentre eles:

I- Salário;
II- Férias + 1/3;
III- 13º salário;
IV- Aviso prévio;
V- Horas extras;
VI- Adicional noturno;
VII- FGTS;
VIII- Multa de 40% sobre o FGTS;
IX- INSS;
X- Seguro-desemprego;
XI- Vale-transporte.

No entanto, para ter esses direitos o empregado deve comprovar que trabalhou naquele local.

Em caso de dúvidas, busque a orientação de um advogado especialista em Direito do Trabalho.

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Você deu entrada sozinha no benefício do INSS e o processo não anda? ⏳A demora pode estar ligada a erros no pedido, falt...
12/02/2026

Você deu entrada sozinha no benefício do INSS e o processo não anda? ⏳

A demora pode estar ligada a erros no pedido, falta de documentos ou exigências que não foram cumpridas corretamente.

E cada dia de espera pode signif**ar prejuízo no seu bolso.

Não enfrente isso sozinha.

Com orientação especializada, é possível destravar o processo, cumprir exigências da forma certa e buscar seus direitos com mais segurança.

📌 Se o seu benefício está demorando, procure um especialista da sua confiança!

Envie esse poste para alguém que você conhece, que está passando por essa situação...

🔍 Quando um "acordo informal" vira um grande problema...Uma auxiliar de cozinha pediu à empresa que não registrasse sua ...
12/02/2026

🔍 Quando um "acordo informal" vira um grande problema...
Uma auxiliar de cozinha pediu à empresa que não registrasse sua carteira, com medo de perder o Bolsa Família. Meses depois, foi demitida grávida e acionou a Justiça.

⚖️ O que decidiu a Justiça do Trabalho?
▪️ A juíza reconheceu que a responsabilidade pelo registro é do empregador.

A empresa foi condenada a:
🔹Fazer a anotação retroativa na carteira;
🔹Reintegrar a funcionária grávida;
🔹Pagar os salários referentes ao período entre a dispensa e a reintegração.

🚫 Mas teve um detalhe importante:
A própria funcionária admitiu que pediu para não ser registrada — e continuou recebendo o Bolsa Família durante o período trabalhado.

💸 O que aconteceu com ela?
▪️ Foi condenada por litigância de má-fé;
▪️ Vai devolver o valor indevido do benefício (R$ 3.300);
▪️ Ainda pagará uma multa de R$ 5.300 por tentar enganar a Justiça.

📚 O que você precisa entender:
Mesmo que ambas as partes aceitem um “acordo informal”, a Justiça pode punir duramente quem age de má-fé. Registrar o vínculo de emprego é uma obrigação — e tentar driblar o sistema pode sair mais caro do que se imagina.

📣 Está em uma situação parecida ou tem dúvidas sobre seus direitos trabalhistas?
Converse com um advogado de confiança. Cada detalhe importa — e pode fazer toda a diferença.

Se você está enfrentando dúvidas ou conflitos no trabalho, nosso escritório pode te ajudar a entender seus direitos com clareza e segurança. Fale conosco e proteja-se!

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Rua Drive Coutinho, 807
Itapetininga, SP
18300258

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