11/10/2026
ACESSIBILIDADE É TAMBÉM PERTENCIMENTO!
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Estive no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, e encontrei uma iniciativa que merece ser mostrada: uma sala sensorial destinada ao acolhimento de pessoas que precisam de um ambiente com menos estímulos sensoriais.
Para muitas pessoas neurodivergentes, especialmente as pessoas autistas, o excesso de ruídos, as luzes, a movimentação e a intensidade dos estímulos de um aeroporto podem provocar sobrecarga sensorial, ansiedade e desconforto.
É por isso que espaços como esse são tão importantes!
✈️ Os aeroportos também precisam ser espaços de inclusão. Viajar, circular e ocupar os espaços públicos deve ser uma experiência acessível, segura e digna para todos.
A verdadeira acessibilidade vai além das rampas e das estruturas físicas. Ela exige empatia, acolhimento e a compreensão de que as pessoas têm necessidades diferentes.
Não podemos esperar que todas as pessoas se adaptem a um ambiente que não considera suas particularidades. Precisamos construir ambientes que também se adaptem às necessidades das pessoas.
Uma sala sensorial representa mais do que um espaço físico: representa respeito, cuidado e a compreensão de que todos têm o direito de pertencer.
💙 Incluir é reconhecer as diferenças. Acolher é respeitá-las. E pertencer é ter o direito de estar em todos os lugares sem precisar deixar de ser quem se é.
Que iniciativas como essa inspirem outros aeroportos e espaços públicos a avançarem na acessibilidade e na inclusão das pessoas neurodivergentes.
A inclusão acontece quando o cuidado deixa de ser exceção e passa a fazer parte da nossa cultura.