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Cível, Trabalhista e Previdenciária.

25/09/2026

Existe uma categoria de problema que não incomoda em nada. O imóvel está lá, a família mora, ninguém reclama, nenhuma conta chega, por anos.

Até o dia em que alguém decide vender ou financiar, dar em garantia, ou simplesmente organizar a documentação para transferir a alguém.

É nesse momento que aparece: a partilha que nunca foi formalizada, ou a construção que nunca chegou à matrícula. Duas situações diferentes, com a mesma consequência, o imóvel não pode ser movimentado.

E regularizar depois costuma ser mais demorado, mais caro e mais burocrático do que teria sido no momento certo. Em alguns casos, envolve pessoas que já não estão mais por perto para assinar.

Se você tem um imóvel nessa situação, a orientação especializada é o caminho mais seguro.

23/09/2026

Regularizar um imóvel é fazer com que o registro público diga exatamente o que o imóvel é hoje.
Parece simples, mas envolve uma ideia que passa despercebida: no Brasil, o que define a propriedade é o registro. A matrícula é o documento que conta a história oficial daquele bem, e tudo o que não está nela, juridicamente, não aconteceu.

Por isso a regularização nunca é uma só. Ela muda conforme a distância entre a realidade e o papel. Pode ser a transferência que ficou pendente depois de uma herança, uma construção que nunca foi averbada, uma divergência de área, um contrato de compra e venda que nunca virou escritura, um imóvel que ainda consta em nome de quem já faleceu.

Cada uma dessas situações tem um caminho diferente. Algumas se resolvem em cartório, outras dependem de processo, outras exigem documentação técnica. O que todas têm em comum é que não se resolvem sozinhas e não desaparecem com o tempo só f**am mais caras.

No vídeo que publicamos, a Dra. Sheila explicou duas das situações mais comuns e o que elas travam na prática. Vale assistir.
Se você tem dúvida sobre a situação do seu imóvel, busque orientação especializada.

21/09/2026

Respondendo a pergunta: Nem sempre. Quem constrói ao seu lado também segue regras.

Em "Up! Altas Aventuras", a casa do Sr. Carl f**a espremida entre arranha-céus e a gente já mostrou por aqui que ninguém é obrigado a vender o que é seu. Mas f**a a outra pergunta: e quem constrói ao lado, pode tudo?

Não pode. O direito de construir existe, mas encontra limites na lei. Quem levanta um prédio vizinho precisa respeitar recuos, distâncias mínimas, inclusive para abrir janelas e sacadas voltadas ao seu imóvel e as regras de zoneamento do município. São normas que protegem a privacidade, a segurança e o próprio uso da sua propriedade. O terreno é do vizinho, mas a forma como ele constrói também responde à legislação.

Tem uma obra ao lado que parece invadir seu espaço ou desrespeitar esses limites? Entender essas regras antes de agir muda tudo e a orientação de um advogado de sua confiança pode te ajudar!

Uma frase dita em entrevista bastou para colocar o Direito das Sucessões no centro da conversa. O cantor e ator Fiuk afi...
17/09/2026

Uma frase dita em entrevista bastou para colocar o Direito das Sucessões no centro da conversa. O cantor e ator Fiuk afirmou ter sido deserdado pelo pai. E, imediatamente, a mesma pergunta apareceu em milhares de conversas familiares: isso pode?

A resposta jurídica começa antes do que se imagina. Fábio Jr. está vivo e a herança de uma pessoa viva simplesmente não existe. Nada foi excluído, porque ainda não há o que excluir.
Mas a dúvida por trás da declaração é legítima e atinge famílias muito longe dos holofotes. A lei brasileira permite deserdar um filho, sim. Só que exige testamento, causa expressa, causa prevista em lei e comprovação judicial depois da morte.

O planejamento sucessório caminha na direção oposta. Permite que a pessoa organize a destinação do próprio patrimônio ainda em vida, defina como cada bem será transmitido e reduza o espaço para disputas entre quem f**a. Existem instrumentos previstos em lei para isso e a escolha entre eles depende da composição do patrimônio e do arranjo familiar de cada caso.

Arrasta para o lado e entenda o que a lei realmente permite.

15/09/2026

Hoje é o Dia do Cliente e a palavra não deveria ser nossa.

Cada pessoa que chega até o escritório traz uma situação que já vinha carregando há tempo, e quase sempre com a mesma sensação de não estar entendendo o que está acontecendo com a própria vida.

Nosso trabalho começa aí: explicar com clareza, acompanhar de perto e garantir que ninguém saia de uma conversa mais confuso do que entrou.

Obrigado a quem confiou esse caminho a nós.

11/09/2026

Ninguém está preparado para o que vem depois.
A casa ficou cheia por alguns dias, e depois o silêncio. As contas que continuam chegando com o nome de quem se foi, a escola das crianças no mês seguinte, o aluguel. A pergunta que ninguém tem coragem de fazer em voz alta: e agora, como a gente se sustenta?

É nesse momento que a maioria das famílias descobre que não sabe nada sobre os próprios direitos. E é nesse mesmo momento que quase ninguém tem cabeça para procurar.

Mas a lei previu isso, existem direitos criados exatamente para impedir que a perda de uma vida se transforme também na perda do sustento de quem ficou:
➡️ Pensão por morte: benefício pago pelo INSS aos dependentes habilitados.
➡️ Verbas trabalhistas e saldo do FGTS: liberados diretamente aos dependentes, sem necessidade de inventário.
➡️ Seguro de vida: previsto em muitas convenções coletivas quando o acidente acontece no trabalho.
➡️ Indenização civil: devida por quem deu causa ao acidente, podendo envolver danos morais e pensão mensal a quem dependia financeiramente da vítima.

São caminhos diferentes, com regras e prazos próprios, e nenhum deles substitui o outro. Por isso muita gente recebe uma parte e acredita que era tudo.

Perder alguém é doloroso, mas perder os direitos é uma injustiça que ninguém precisa aceitar.
A orientação especializada é o caminho mais seguro.

09/09/2026

Existe uma injustiça que acontece todos os dias no Brasil. Uma família perde alguém em um acidente e, no meio do luto, ninguém explica que a lei previu exatamente esse momento, que existem direitos criados para impedir que a perda de uma vida vire também a perda do sustento.

Não se trata de um único direito, são vias diferentes, que não se substituem e não se anulam. Muitas famílias acionam uma delas, recebem um valor, e encerram o assunto acreditando que era tudo, quando muitas vezes não era.

Boa parte desses direitos tem prazo. Alguns começam a correr no dia do óbito, quando a família ainda está organizando o velório e ninguém está pensando em documento. A informação não devolve quem se foi, mas evita que a dor venha acompanhada de desamparo financeiro.

Nesses casos, a orientação especializada é o caminho mais seguro.

26/08/2026

Confiança transmitida por quem já teve casos solucionados pelo Miranda e Wolf.

A opinião de quem confiou no nosso trabalho, contando sua experiência de forma espontânea, refletem todo o trabalho e transparência que buscamos inserir individualmente em cada caso.

Já foi atendido por nós e quer contar sua experiência? Clique no link da bio do nosso Instagram e deixe seu comentário. É muito importante para nós sabermos a diferença que estamos fazendo por cada um que nos procura.

&Wolf

25/08/2026

Muita gente acha que, sem carteira assinada no dia do parto, o salário-maternidade está automaticamente descartado. Não é bem assim.

O que garante o benefício é  a chamada qualidade de segurada. A lei prevê um período em que a pessoa continua protegida mesmo depois de parar de contribuir, o que alcança muitas mães que estavam entre um emprego e outro quando o bebê chegou. Cada situação tem suas particularidades (tempo desde a última contribuição, histórico de trabalho, tipo de saída), e é isso que define o direito.

É um dos pontos que mais gera dúvida e que faz muita gente deixar de buscar algo a que teria direito. Na dúvida sobre o seu caso, a orientação de um advogado previdenciário é o caminho mais seguro.

Hoje nossa equipe esteve na OAB INDAIATUBA para uma imersão no curso sobre Benefícios por Incapacidade, com a  Vanusa Me...
21/08/2026

Hoje nossa equipe esteve na OAB INDAIATUBA para uma imersão no curso sobre Benefícios por Incapacidade, com a Vanusa Mendes

A verdade é que, quando uma pessoa precisa do INSS por motivo de doença ou acidente, ela não busca apenas uma burocracia resolvida. Ela busca segurança, respeito e um recomeço.

E no Direito Previdenciário, um detalhe técnico ou uma atualização não vista pode ser a diferença entre um direito concedido e um pedido negado, é por isso que fazemos questão de estar aqui: estudando, nos aprimorando e garantindo que cada cliente receba uma defesa técnica impecável, combinada com o acolhimento humano de sempre.

Porque cuidar da sua história exige preparação constante. 💚

Você tem alguma dúvida sobre como funcionam os benefícios por incapacidade? Deixe sua pergunta nos comentários!

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