Alexsandra Manoel Garcia Sociedade Individual de Advocacia

Alexsandra Manoel Garcia Sociedade Individual de Advocacia Um novo conceito em escritório jurídico. Aqui você encontra notícias atualizadas sobre o Mundo Estabelecemos parcerias de longo prazo.

A AMG Advocacia encontra-se devidamente inscrita no quadro de Sociedade de Advocacia da OAB/SP sob o n.º 19.299, e está em constante expansão, atuando com profissionais com atuação em áreas segmentadas, que lhe dá status de advocacia especializada e a capacidade para oferecer atendimento personalizado a qualquer necessidade do cliente e em qualquer cenário jurídico e econômico. A equipe técnica é

formada por 9 profissionais, sendo 5 advogadas com formação especializada. A maior parte das profissionais iniciaram na AMG e foram construindo a sua formação dentro da “cultura AMG”, de quase uma década de experiência. Com crescimento acentuado, especialmente nos últimos anos, AMG Advocacia conta com profissionais experientes e com formação superior também nas áreas administrativo-financeira, comprometidas a dar apoio diferenciado na conquista dos resultados do Escritório. AMG Advocacia realiza permanentes investimentos em tecnologia, permitindo que as profissionais possam compartilhar informações em rede, com acesso on-line aos Tribunais de todo o País, inclusive realizando atendimentos, audiências e sustentações orais pelo modelo virtual (on-line). Da mesma forma, o sistema de gestão integrada desenvolvido especialmente para escritórios de advocacia, proporciona completa informatização da rotina, controle dos processos e consulta da evolução diária da jurisprudência. Nosso ambiente de trabalho é democrático, diversificado e amigável, estimulando o empreendedorismo e o constante desenvolvimento pessoal. Temos convicção de que o sucesso do nosso trabalho vem de laços de confiança desenvolvidos através de relações verdadeiras, transparentes e, acima de tudo, humanas. AMG Advocacia, é muito além do Direito!

Sua empresa não precisa ser grande para precisar se preocupar com a LGPD.Se o seu negócio coleta, armazena, utiliza ou c...
12/08/2026

Sua empresa não precisa ser grande para precisar se preocupar com a LGPD.

Se o seu negócio coleta, armazena, utiliza ou compartilha dados de clientes, funcionários, fornecedores ou potenciais clientes, já existe tratamento de dados pessoais. A LGPD se aplica ao tratamento realizado por pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, observadas as exceções previstas na própria lei.

Isso pode acontecer em situações muito comuns do dia a dia: cadastro de clientes, currículos, contratos, listas de contatos, atendimento pelo WhatsApp, formulários e ações de marketing.

E atenção: existem regras específicas e algumas flexibilizações para agentes de tratamento de pequeno porte, mas isso não significa uma dispensa geral do cumprimento da LGPD. A própria ANPD possui regulamentação voltada a microempresas, empresas de pequeno porte, startups e outros agentes de pequeno porte.

Por isso, adequação à LGPD não precisa começar com processos complexos. Pode começar com perguntas simples:

Quais dados minha empresa coleta? Por que coleta? Onde eles ficam armazenados? Quem tem acesso? E por quanto tempo são mantidos?

Entender esse fluxo é um dos primeiros passos para construir uma rotina mais segura e responsável no tratamento de dados.

LGPD também é assunto de pequena empresa.

Salve este conteúdo e compartilhe com quem ainda acredita que proteção de dados é preocupação apenas de grandes corporações.

⚖️ 11 DE AGOSTO | DIA DA ADVOCACIAAdvogar é muito mais do que conhecer a lei.É compreender que, por trás de cada process...
11/08/2026

⚖️ 11 DE AGOSTO | DIA DA ADVOCACIA

Advogar é muito mais do que conhecer a lei.

É compreender que, por trás de cada processo, existe uma história.
Por trás de cada conflito, existe alguém buscando ser ouvido.
Por trás de cada direito defendido, existe uma vida que pode ser transformada.

A advocacia exige conhecimento, mas também exige coragem para enfrentar injustiças, ética para sustentar princípios e sensibilidade para compreender pessoas.

É estar ao lado de alguém nos momentos em que a incerteza parece maior do que a esperança.

É defender direitos mesmo quando o caminho é difícil.
É questionar aquilo que parece imutável.
É buscar equilíbrio onde existe conflito.
É transformar o conhecimento jurídico em instrumento de proteção, dignidade e justiça.

Porque o Direito não existe apenas nos códigos e nos tribunais.
Ele existe na vida real, nas escolhas, nas relações e na possibilidade de garantir que cada pessoa tenha seus direitos respeitados.

Neste 11 de agosto, celebramos uma profissão que carrega uma grande responsabilidade: fazer da Justiça não apenas um princípio, mas uma prática.

Parabéns a todas as advogadas e advogados que exercem a profissão com propósito, ética e compromisso.

Advocacia é defender direitos.
É proteger histórias.
É assumir o compromisso com a Justiça.

Excelência jurídica é isso: estratégia, segurança e atenção a cada detalhe do seu caso.Na AMG Advocacia, você encontra s...
10/08/2026

Excelência jurídica é isso: estratégia, segurança e atenção a cada detalhe do seu caso.

Na AMG Advocacia, você encontra suporte completo em Direito de Família, Civil, Trabalhista, Previdenciário, Digital, Penal, Empresarial, Gestão de Riscos Psicossociais (NR1), Médico, Imobiliário, Bancário, Tributário, sempre com o cuidado de quem entende que por trás de cada processo existe uma pessoa ou uma empresa que precisa ser ouvida.

Mais de 15 anos construindo um trabalho pautado em ética, sigilo e resultado responsável, para você e para a sua empresa.

Em 7 de agosto de 2006, o Brasil deu um passo decisivo no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher...
07/08/2026

Em 7 de agosto de 2006, o Brasil deu um passo decisivo no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher com a criação da Lei nº 11.340/2006 — a Lei Maria da Penha.

Ao longo de duas décadas, a legislação contribuiu para transformar a forma como a violência contra a mulher é compreendida juridicamente e socialmente. A lei reconhece que a violência doméstica não se limita à agressão física: ela também pode se manifestar de forma psicológica, sexual, patrimonial e moral, muitas vezes de maneira silenciosa, progressiva e difícil de identificar.

A Lei Maria da Penha também fortaleceu instrumentos de proteção às vítimas, estabeleceu mecanismos de prevenção e ampliou a responsabilização dos agressores. Mais do que punir, sua finalidade é oferecer proteção, interromper ciclos de violência e garantir às mulheres condições para exercerem seus direitos com dignidade, liberdade e segurança.

Celebrar os 20 anos da Lei Maria da Penha não significa afirmar que o problema foi superado. Significa reconhecer uma conquista histórica e, ao mesmo tempo, compreender que a efetividade da lei depende de informação, acesso à Justiça, atuação responsável das instituições e conscientização de toda a sociedade.

Conhecer os próprios direitos também é uma forma de proteção. E falar sobre violência doméstica com seriedade, responsabilidade e informação pode contribuir para que mais mulheres reconheçam situações de violência e saibam que existem caminhos jurídicos para buscar proteção.

20 anos da Lei Maria da Penha.
Uma conquista jurídica que representa proteção, dignidade e o direito de toda mulher a uma vida sem violência.

Em disputas de guarda, a proteção da mulher e o melhor interesse da criança devem caminhar juntos.A Lei Maria da Penha n...
05/08/2026

Em disputas de guarda, a proteção da mulher e o melhor interesse da criança devem caminhar juntos.

A Lei Maria da Penha não se limita à violência física. Ela também reconhece formas de violência psicológica, moral, sexual e patrimonial situações que podem influenciar diretamente a segurança, a estabilidade emocional e a convivência familiar.

Quando há histórico de agressões, ameaças, perseguição, manipulação, controle ou uso dos filhos como instrumento de intimidação, essas circunstâncias precisam ser apresentadas e analisadas com atenção no processo de guarda.

Medidas protetivas, documentos, mensagens, registros de ocorrência, relatórios profissionais e outros elementos de prova podem contribuir para demonstrar o contexto de violência e auxiliar na adoção de decisões mais seguras.

Cada caso exige análise individualizada. Buscar orientação jurídica adequada é essencial para proteger direitos, preservar a integridade da mulher e garantir um ambiente saudável para as crianças.

Informação também é proteção.

Uma dúvida muito comum é acreditar que o afastamento do agressor da residência só pode acontecer depois da separação ou ...
03/08/2026

Uma dúvida muito comum é acreditar que o afastamento do agressor da residência só pode acontecer depois da separação ou do divórcio. Isso não é verdade.

A Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha) prevê que, diante de indícios da prática de violência doméstica e familiar, o juiz poderá determinar o afastamento imediato do agressor do lar, domicílio ou local de convivência com a vítima como medida protetiva de urgência.

Essa medida tem como finalidade interromper o ciclo da violência, preservar a integridade física e psicológica da mulher e evitar que novas agressões aconteçam. Por esse motivo, a proteção da vítima prevalece sobre questões patrimoniais ou sobre a existência de um processo de divórcio.

É importante compreender que o afastamento do agressor não depende da conclusão da separação, da partilha de bens ou da definição sobre quem permanecerá definitivamente no imóvel. São questões distintas.

O juiz analisa a situação apresentada e, constatando os requisitos legais, pode determinar o afastamento do agressor como medida protetiva, independentemente de o imóvel ser:
• de propriedade exclusiva do agressor;
• de propriedade da vítima;
• de ambos; ou
• alugado.

Isso porque a prioridade da legislação é proteger a vida, a segurança e a dignidade da mulher, garantindo que ela não precise abandonar sua residência para fugir da violência.

Cada caso deve ser analisado individualmente, pois as medidas protetivas dependem das circunstâncias e das provas apresentadas às autoridades competentes.

Se você ou alguém que conhece está vivenciando uma situação de violência doméstica, procure orientação jurídica especializada o quanto antes.

Conhecer seus direitos é o primeiro passo para romper o ciclo da violência.

Agosto Lilás é um convite para romper o silêncio e fortalecer a rede de proteção às mulheres.Todos os dias, milhares de ...
02/08/2026

Agosto Lilás é um convite para romper o silêncio e fortalecer a rede de proteção às mulheres.

Todos os dias, milhares de mulheres são vítimas de violência doméstica no Brasil. Por trás de cada número existe uma história, uma família e uma vida que merece ser protegida.

A violência contra a mulher não pode ser naturalizada, ignorada ou tratada como um problema privado. É uma questão de direitos humanos e de responsabilidade coletiva.

Se você sofre violência ou conhece alguém que precisa de ajuda, denuncie. Um gesto pode interromper um ciclo de dor e salvar uma vida.

📞 Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher.

Agosto Lilás: informação, acolhimento e ação pelo fim da violência contra a mulher.

30/07/2026

Você já ouviu alguém dizer: “A mãe está gastando a pensão com ela”?

Essa é uma das maiores desinformações sobre o direito de família.

A pensão alimentícia não pertence à mãe. Ela é um direito da criança ou do adolescente e existe para garantir tudo o que é necessário ao seu desenvolvimento: alimentação, moradia, educação, saúde, vestuário, transporte, lazer e tantas outras despesas do dia a dia.

Na prática, é comum que a mãe seja a responsável por administrar esses recursos, justamente porque é ela quem, na maioria das vezes, assume os cuidados diários do filho. Isso não significa que a pensão seja dela.

Mais do que um valor em dinheiro, a pensão representa o dever de ambos os pais de contribuir para o bem-estar e o futuro dos filhos.

Informação correta evita conflitos e protege direitos.

Compartilhe este conteúdo para que mais pessoas entendam a verdadeira finalidade da pensão alimentícia.

Mudar de cidade com um filho não é apenas uma decisão de quem exerce a guarda. É uma decisão que pode impactar diretamen...
29/07/2026

Mudar de cidade com um filho não é apenas uma decisão de quem exerce a guarda. É uma decisão que pode impactar diretamente o direito da criança à convivência familiar.

Em muitos casos, a mudança de domicílio altera a rotina de convivência com o outro genitor, interfere no exercício da guarda compartilhada e pode exigir autorização ou até mesmo a análise do Poder Judiciário.

Mais do que uma discussão entre os pais, trata-se da proteção de um princípio que orienta todas as decisões envolvendo crianças e adolescentes: o melhor interesse do menor.

Cada família possui uma realidade distinta. Há mudanças motivadas por oportunidades profissionais, questões financeiras, apoio da rede familiar ou necessidades pessoais. No entanto, nenhuma dessas circunstâncias afasta a necessidade de avaliar os reflexos jurídicos da decisão.

A legislação brasileira busca equilibrar dois direitos igualmente relevantes: a liberdade de locomoção do responsável e o direito da criança de manter vínculos afetivos saudáveis com ambos os genitores.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão, é fundamental compreender quais são os seus direitos, deveres e quais medidas podem ser adotadas para evitar conflitos e preservar a segurança jurídica de toda a família.

A orientação jurídica preventiva continua sendo o caminho mais seguro para proteger relações familiares e evitar litígios desnecessários.

27 de julho | Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de TrabalhoA prevenção começa muito antes de um acidente acontecer....
27/07/2026

27 de julho | Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho

A prevenção começa muito antes de um acidente acontecer. Ela nasce da gestão, do cumprimento das normas, da capacitação contínua e de uma cultura organizacional que coloca a segurança das pessoas em primeiro lugar.

Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a cada 43 segundos uma pessoa sofre um acidente de trabalho no Brasil. Esse número reforça que investir em prevenção não é apenas uma obrigação legal, mas um compromisso com a vida, a saúde e a dignidade de cada trabalhador.

Empresas que priorizam ambientes seguros reduzem riscos, fortalecem sua cultura organizacional e demonstram responsabilidade com seus colaboradores.

Neste Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, o convite é à reflexão: prevenir sempre será a melhor decisão.

Endereço

Rua Antônio Zoppi, 567/Jd. Pau Preto
Indaiatuba, SP
13330-390

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
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