Adv. Thatiane Miranda Rodrigues

Adv. Thatiane Miranda Rodrigues Realizo assessoria jurídica na compra, venda e aluguel de imóveis, inventários, herança e partilhas.

30/03/2026

Fibromialgia pode dar direito ao BPC.
Mesmo sem nunca contribuir para o INSS.

Se a dor e a fadiga impedem sua rotina e a renda da família é baixa, pode existir esse direito.

Me chama no WhatsApp para analisar seu caso.

24/03/2026

Vai passar pela perícia do INSS para o BPC? Cuidado.
Pequenos erros podem fazer seu benefício ser negado.

Laudo fraco, documentos incompletos e falta de preparo pesam muito na análise.

Se sua perícia já está marcada ou foi negada, me chama no WhatsApp.
Comente: QUERO BPC

23/03/2026

A perícia do BPC não analisa só sua doença.
Ela analisa sua realidade.

Muita gente é negada porque não entende o que realmente está sendo observado.

Se sua perícia está marcada ou já foi negada, me chama no WhatsApp.
Comente: QUERO BPC

20/03/2026

Um laudo mal feito pode fazer o INSS negar seu BPC.
Não basta ter doença ou CID.

No BPC, o laudo precisa mostrar a deficiência, há quanto tempo ela existe e como ela afeta sua vida.

Se você vai pedir o BPC ou já teve negativa, me chama no WhatsApp.
Comente: LAUDO BPC

16/03/2026

10 doenças que podem dar direito a benefício do INSS.
E muita gente só descobre isso tarde demais.

Mas atenção:
não é só a doença que importa.
O que vale é o impacto que ela causa na sua vida e no seu trabalho.

Me chama no WhatsApp e comente “QUERO SABER”.

14/03/2026

Já te falaram que autismo “leve” não dá direito ao BPC?
Isso não é verdade.

Muita gente perde tempo e até deixa de pedir um benefício importante, porque acredita que só casos “graves” podem ser aprovados.

Mas o que o INSS analisa não é esse rótulo.
O que realmente pesa é:

✔️ comprovação da deficiência de longo prazo;
✔️ baixa renda familiar;
✔️ CadÚnico atualizado.

O BPC é um benefício assistencial de 1 salário mínimo por mês, e não exige contribuição ao INSS.

Além disso, houve atualização nas regras de reavaliação do benefício, e em alguns casos a exigência de nova perícia pode ser afastada conforme a situação reconhecida no processo.

Ou seja:
não é porque te disseram que “seu caso é leve” que você deve desistir.

Cada caso precisa ser analisado da forma certa.

Agora me responde:
Você já verificou se o seu CadÚnico está atualizado?
Já tentou pedir o BPC e teve o benefício negado?
Ou nem sabia que poderia ter esse direito?

Comenta aqui: “QUERO BPC AUTISMO”
e me chama no direct com essa mesma frase.

Tem muita gente que não perde o benefício por falta de necessidade.
Perde por falta de orientação.

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13/03/2026

Você trabalhou a vida inteira com dor na coluna… e ninguém nunca te falou que isso poderia mudar a sua aposentadoria?

Muita gente com hérnia de disco, dor crônica e limitação no trabalho acha que não tem direito a nada porque continua “aguentando trabalhar”.

Mas o ponto não é só o nome da doença.

Na aposentadoria da pessoa com deficiência, o que realmente importa é provar que essa condição limitou sua vida funcional ao longo dos anos de trabalho.

Você precisou mudar de função?
Tem restrição médica?
Não consegue ficar muito tempo em pé ou sentado?
A dor reduz sua produtividade no dia a dia?

Esses detalhes fazem diferença.

A aposentadoria PCD é para quem contribuiu ao INSS e consegue comprovar, na forma da lei, uma limitação funcional de longo prazo reconhecida em avaliação adequada.

E é justamente aí que muita gente erra:
não no problema de saúde,
mas na forma como apresenta o caso ao INSS.

Ter hérnia de disco não garante aposentadoria automaticamente.
Mas também não significa que você não tenha direito.

Cada caso precisa ser analisado com estratégia.

Se você tem problema sério na coluna, já contribuiu por anos e sente que sua limitação nunca foi considerada, me chama no direct.
Eu vou analisar se o seu caso pode se enquadrar na regra certa da aposentadoria PCD.

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12/03/2026

“Minha deficiência física dá direito à aposentadoria PCD?”
A resposta mais honesta é: não é o nome da condição que decide isso.

Não é “hérnia”.
Não é “amputação”.
Não é “artrose”.
Não é “problema na coluna”.

O que realmente importa é:
o quanto isso limita a sua vida e o seu trabalho.

Você sente dor constante?
Tem dificuldade para andar longas distâncias?
Precisa de adaptação no ambiente de trabalho?
Depende de ajuda para algumas atividades?
Já trabalha há anos com essa limitação?

É isso que faz diferença na análise.

A aposentadoria da pessoa com deficiência não é concedida só pela doença.
Ela depende do impacto funcional de longo prazo, comprovado da forma certa perante o INSS.

E aqui está o erro de muita gente:
acha que basta ter laudo.

Não basta.
É preciso saber demonstrar como essa limitação acompanhou sua vida laboral e como ela interfere de verdade na sua rotina.

Se você já contribuiu por vários anos e convive há muito tempo com uma limitação física que nunca foi analisada corretamente, você pode estar deixando um direito passar.

Me chama no direct.
Eu vou avaliar se o seu caso pode se enquadrar na aposentadoria PCD e qual é a estratégia mais adequada para buscar esse direito.

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11/03/2026

Seu filho ou filha com Síndrome de Down pode ter direito ao BPC/LOAS e muita gente só descobre isso tarde demais.

O erro de muitas famílias é achar que precisa “esperar crescer”, “estar em situação extrema” ou que o benefício não vale para criança.

A verdade é: o pedido pode ser feito sim, desde que sejam preenchidos os critérios analisados pelo INSS, como a condição de longo prazo, a renda familiar e o CadÚnico atualizado.

Esse benefício pode representar 1 salário mínimo por mês, sem necessidade de contribuição ao INSS.

Se você é mãe, pai ou responsável e tem essa dúvida, não deixe para depois por falta de informação.

Comente “BPC” que eu explico os próximos passos.
Ou me chame no direct para analisar o seu caso.

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19/01/2026

Você mora no imóvel, paga IPTU, faz reforma, cuida… mas quando tenta vender, transferir, financiar ou regularizar, descobre que ele está “travado”.

Isso acontece principalmente por 2 motivos:

Herança sem inventário: o imóvel continua no nome de quem faleceu. No registro, o proprietário ainda é o falecido — e isso bloqueia venda, financiamento e partilha correta.

Posse sem propriedade: você ocupa como dono há anos, mas nunca formalizou. Posse pode gerar direito, mas não é automaticamente propriedade no papel. Em muitos casos, o caminho pode ser usucapião (judicial ou extrajudicial), com provas e documentação certa.

Regra prática:

✅ Nome de falecido? geralmente o caminho é inventário (em cartório quando possível).

✅ Só posse, sem título/registro? pode existir caminho por usucapião.
O erro mais caro é escolher o procedimento errado e perder tempo com retrabalho. O ideal é montar um plano de regularização, analisando matrícula, origem do bem, herdeiros, tempo de posse e provas.

Ficou com dúvida? Comenta aqui e aproveita pra me seguir.

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