12/10/2026
Ser advogado me ensinou muito sobre direitos, responsabilidades e justiça. Mas a vida também me ensina que existem histórias que precisam ser acolhidas, memórias que merecem ser preservadas e sonhos de infância que não deveriam ser esquecidos.
As imagens deste post são da celebração dos meus 40 anos, realizada em agosto, quando fiz uma releitura da única festa de aniversário que tive na infância, aos 5 anos. Naquela época, a comemoração foi junto com a minha irmã, que completava 10 anos. Agora, celebramos novamente: eu, aos 40, e ela, aos 45.
Refizemos as roupas, a decoração, o bolo (de um lado rosa e do outro azul) e alguns outros detalhes 🤩
Mais do que uma festa, foi um reencontro com a nossa história, com a criança que fomos e com tudo aquilo que o tempo não consegue apagar.
Na oração do “parabéns”, declamei o poema que escrevi “Ah! Se eu pudesse voltar no tempo”, que está no vídeo do meu último post. Um texto muito especial, que fará parte do livro que estou escrevendo sobre a minha família, com lançamento previsto para o ano que vem, durante a comemoração dos 75 anos do meu pai.
Neste “Dia das Crianças”, meu desejo é que a gente nunca se esqueça de olhar com carinho para a criança que fomos. Que possamos acolher nossas lembranças, honrar nossas origens e compreender que, por trás de cada adulto, existe uma história que merece ser respeitada.
Porque crescer não precisa significar abandonar a criança que um dia fomos. Às vezes, significa finalmente dar a ela o abraço que o tempo deixou para depois. ❤️
Feliz Dia das Crianças! Que nunca nos faltem amor, memória e coragem para realizar os sonhos que começaram lá atrás.