08/05/2026
“Você é cargo de confiança, então não tem hora extra.”
Essa frase é comum, mas nem sempre está certa.
Não basta a empresa chamar o trabalhador de líder, gerente ou coordenador. Na prática, é preciso existir poder real de decisão, autonomia e remuneração compatível.
Se a pessoa não contrata, não demite, não decide escala, não aplica punições e precisa pedir autorização para tudo, talvez esse cargo de confiança exista só no papel.
E quando a função é descaracterizada, o trabalhador pode buscar o reconhecimento da jornada e o pagamento das horas extras.
O nome do cargo pesa menos do que a realidade do trabalho.
Envie esse post para alguém que virou “gerente”, mas continua sem poder decidir nada.