14/07/2026
Primeiro precisamos entender que pai não visita, pai CONVIVE com o filho! ✅
Quando as visitas/regime de convivência é estabelecido de forma livre, a mãe quando é a guardiã, ou seja, quando a residência fixa do menor é com a genitora, ela acaba f**ando refém das vontades e disponibilidade do pai.
Mesmo que no início possa parecer uma “boa idéia”, com o tempo haverá problemas, o genitor começa a aparecer ‘do nada’, ou surgem os atrasos, imprevistos com faltas e mudanças de horários/planos, afinal, é tudo livre, não é?!
❌Mais do que tornar a mãe ‘refém’ da agenda do genitor, acaba prejudicando a rotina da criança, e sobretudo, o principal prejuízo, que é o emocional/psicológico daquele menor, que aguarda sem saber quando verá a figura paterna, podendo desencadear além de traumas pela sensação de abandono, junto com crises de ansiedade crônica (muito mais comum do que imagina-se, infelizmente).
Por isso, mais do que pareça ser mais ‘prático’ para ambos os genitores, com o passar do tempo haverá problemas que afetarão o menor, procure sempre pensar no melhor para a criança que precisa de rotina, previsibilidade e crescer com convivência saudável.
⚖️ O regime de guarda e convivência pode ser revisto a qualquer tempo, e se você tem passado por dificuldades com o genitor nas visitas livres, procure uma advogada especialista em direito de família e assegure o bem-estar do seu filho/a.