Danielle Hass - Advocacia Especializada

Danielle Hass - Advocacia Especializada Escritório de advocacia especialista em divórcio, pensão alimentícia, guarda e convivência.

🇧🇷⚽ Episódio 3 da série: A Seleção do Direito de FamíliaTodo técnico sabe que uma boa equipe não é formada apenas por ta...
08/06/2026

🇧🇷⚽ Episódio 3 da série: A Seleção do Direito de Família

Todo técnico sabe que uma boa equipe não é formada apenas por talento. É preciso estratégia, comprometimento e trabalho em conjunto.

Na guarda compartilhada não é diferente. Por isso, para a escalação titular, eu convoco:

✔ Diálogo
✔ Respeito
✔ Cooperação
✔ Rotina
✔ Afeto

São eles que ajudam a criança a se desenvolver de forma saudável, mesmo após a separação dos pais.

Já alguns comportamentos merecem ficar no banco de reservas:

❌ Disputa
❌ Vingança
❌ Manipulação
❌ Conflitos envolvendo os filhos

Porque guarda compartilhada não significa que os pais precisam concordar em tudo. Significa que ambos devem participar das decisões importantes da vida do filho, colocando o seu bem-estar em primeiro lugar.

No fim das contas, a melhor vitória não é a de um genitor sobre o outro. É a da criança, que pode crescer cercada de amor, segurança e vínculos saudáveis. 🏆⚽💙

Em resumo: quando os pais jogam no mesmo time, quem sai ganhando é a criança.

🇧🇷⚽ Episódio 2 da série: A Seleção do Direito de FamíliaTem jogada que não deveria existir nem no futebol, nem na famíli...
01/06/2026

🇧🇷⚽ Episódio 2 da série: A Seleção do Direito de Família

Tem jogada que não deveria existir nem no futebol, nem na família.

E uma delas é colocar o filho no meio do conflito entre os pais.

A alienação parental acontece quando um dos genitores influencia a criança para rejeitar, temer ou se afastar injustificadamente do outro genitor, prejudicando vínculos afetivos que são importantes para o seu desenvolvimento.

Filho não é mensageiro.

Filho não é instrumento de vingança.

Filho não é prêmio de disputa.

Quando os adultos transformam seus conflitos em uma competição, quem mais sofre é justamente quem deveria ser protegido.

Por isso, para a alienação parental, o cartão é vermelho. 🟥

E se você acha que usar o filho para atingir o outro genitor faz parte do jogo, cuidado: a arbitragem costuma marcar essa falta. ⚽😉

🇧🇷⚽ Entrando no clima da Copa do Mundo, resolvi trazer uma série especial por aqui: A Seleção do Direito de Família.E pa...
26/05/2026

🇧🇷⚽ Entrando no clima da Copa do Mundo, resolvi trazer uma série especial por aqui: A Seleção do Direito de Família.

E para abrir a convocação:

Tem gente que ainda entra em campo achando que pensão alimentícia é presente, ajuda ou gentileza.

Spoiler: não é.

Pensão alimentícia não é favor. É obrigação!

É uma responsabilidade que acompanha a parentalidade e existe para contribuir com necessidades essenciais como alimentação, saúde, educação, vestuário e desenvolvimento do filho.

Porque no Direito de Família, quem não pode carregar o peso do jogo são os filhos.

Se ainda acha que pensão é favor, cuidado: a camisa 10 aqui é especialista em virar o jogo. ⚽😉

No Direito de Família, a gente aprende rapidamente que não existem famílias perfeitas.Existem histórias.Rupturas.Recomeç...
15/05/2026

No Direito de Família, a gente aprende rapidamente que não existem famílias perfeitas.

Existem histórias.
Rupturas.
Recomeços.
Afeto.
Tentativas.
E pessoas fazendo o possível para seguir em frente.

Talvez seja por isso que, mesmo depois de tantos processos, eu siga acreditando na instituição família, inclusive nas suas formas mais difíceis e reinventadas.

15 de maio - Dia Internacional das Famílias

💙

No fim, a advocacia familiarista apenas reafirmou aquilo que eu já havia aprendido em casa:Ser mãe está nos detalhes, na...
10/05/2026

No fim, a advocacia familiarista apenas reafirmou aquilo que eu já havia aprendido em casa:

Ser mãe está nos detalhes, na presença constante e nessa capacidade impressionante de sempre dar um jeito.

Feliz Dias das Mães! Em especial, para as mães mais importantes da minha vida, Luciara e Leonora 💙

Quando falamos em pensão alimentícia para uma criança atípica, é essencial compreender que suas necessidades específicas...
17/04/2026

Quando falamos em pensão alimentícia para uma criança atípica, é essencial compreender que suas necessidades específicas devem ser consideradas no momento da fixação do valor.

Gastos com terapias, consultas médicas, especialistas, medicamentos, deslocamentos, alimentação diferenciada, escola e acompanhamentos constantes fazem parte da realidade de muitas famílias e não podem ser ignorados.

Além disso, em muitos casos, um dos genitores também precisa reorganizar sua rotina profissional para garantir os cuidados necessários, o que igualmente impacta a dinâmica familiar.

Por isso, não existe valor “padrão” ou pensão automática de “30%”, como muitas pessoas acreditam. Esse percentual não está previsto em lei como regra geral.

Cada caso deve ser analisado individualmente, observando as necessidades da criança e a possibilidade financeira de quem deve contribuir.

Inclusive, se a pensão já foi fixada anteriormente e, depois disso, surgiu um diagnóstico que alterou significativamente a rotina e as despesas da criança, o valor pode ser revisto judicialmente.

Pensão alimentícia não se resume ao básico. Ela deve refletir a realidade de quem precisa dela.

Quando ajuizamos (entramos com) uma ação de alimentos, o juiz, obrigatoriamente, já determina o que chamamos de “aliment...
23/03/2026

Quando ajuizamos (entramos com) uma ação de alimentos, o juiz, obrigatoriamente, já determina o que chamamos de “alimentos provisórios” na sua primeira manifestação, antes mesmo de ouvir a outra parte.

Os alimentos provisórios, como o nome sugere, são alimentos fixados temporariamente pelo juiz, até que seja proferida a sentença que definirá o valor definitivo da pensão.

Se a mãe ingressa primeiro com a ação, o juiz fixa os alimentos provisórios com base nas informações e provas apresentadas por ela.

Da mesma forma, se o pai entra com a ação primeiro, a decisão será tomada com base nos elementos que ele apresentar.

⚠️ E é aí que mora o problema!

Muitas mães acreditam que não precisam se preocupar, que não vão se envolver em um processo ou contratar um advogado, deixando que o genitor tome essa iniciativa, se quiser.

Mas e se o pai da criança alegar ao juiz que está sem renda, desempregado ou que “não tem onde cair morto”?

O juiz, sem outra informação no momento, pode considerar essas alegações como verdadeiras e fixar uma pensão muito abaixo do que a criança realmente precisa e tem direito.

E desconstruir essas alegações depois? Não é uma tarefa simples! Além do desgaste para reunir provas e demonstrar a realidade, pode ser necessário entrar com um recurso (que nem sempre é rápido) para tentar reverter essa decisão provisória e garantir que seu filho receba um valor justo até a sentença definitiva.

⏳ Por isso, não deixe para amanhã a ação de alimentos que você pode ingressar hoje e garantir uma vantagem para o seu filho!

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Guaíba, RS
92704-565

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