Maisa Ribeiro S. Lemos

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A verdade é simples: os filhos não te diminuem!Eles expõem quem cresce com a responsabilidade e quem afunda atacando que...
22/05/2026

A verdade é simples: os filhos não te diminuem!

Eles expõem quem cresce com a responsabilidade e quem afunda atacando quem dividiu a vida com ele.

Você se viu nessa história?

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No começo ele dizia “nunca conheci alguém como você”, “você é tudo que eu sempre quis”... Quando você fala em divórcio, ...
20/05/2026

No começo ele dizia “nunca conheci alguém como você”, “você é tudo que eu sempre quis”... Quando você fala em divórcio, a mesma boca costuma disparar: “vou acabar com você”, “ninguém vai acreditar em você”, “vou tirar tudo que é seu”...

Isso não é mudança repentina de personalidade, é exposição do que sempre esteve ali: idealização para te prender, desvalorização para te paralisar.

A partir do momento em que você fala em separação, você não está mais num romance, está num jogo de poder: emocional, patrimonial e, muitas vezes, jurídico.

Siga para entender mais sobre isso.

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Ele observa o que você mais teme: abandono, rejeição, julgamento, “destruir a família”, “traumatizar os filhos”. Observa...
18/05/2026

Ele observa o que você mais teme: abandono, rejeição, julgamento, “destruir a família”, “traumatizar os filhos”. Observa o que você mais deseja: ser vista, amada, escolhida, respeitada. No começo, ele se alinha com tudo isso. Depois, vira arma. O que antes era promessa de cuidado vira ameaça velada: “ninguém vai te amar como eu”, “sem mim você não dá conta”, “se você sair, vai acabar sozinha”, “pensa nas crianças”...

Isso não é só emocional, tem consequência prática no divórcio. Ele sabe exatamente onde apertar pra você recuar, aceitar acordos injustos, abrir mão de direitos ou voltar atrás na decisão. Enquanto você negocia com seu medo, ele negocia com seu limite. E quem entra num processo assim dificilmente consegue sustentar o que precisa sustentar.

Se você percebe que ele conhece seus pontos exatos de dor e usa isso pra te controlar, não normalize. Salva esse post e converse com uma advogada de família que entenda de abuso psicológico.

Se ele sabe onde te machuca, você precisa saber onde se proteger.

Siga para saber mais sobre isso.

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Se você sempre sai da conversa se sentindo a agressora, é porque o roteiro está funcionando.Quando você fala do que te m...
15/05/2026

Se você sempre sai da conversa se sentindo a agressora, é porque o roteiro está funcionando.

Quando você fala do que te machuca, ele responde com “olha como você fala comigo”. Quando você coloca limite, ele devolve com “você destruiu nossa família”. Se você fala em divórcio, vira “você quer separar as crianças do pai”. Ele transforma suas reações em problema principal, e o que gerou essas reações some da história. Daí você passa mais tempo se defendendo do que falando do que realmente aconteceu.

Isso não é detalhe de temperamento, é estratégia de sobrevivência do ego dele. Enquanto você carrega culpa, ele carrega controle. E esse padrão entra no processo também. Se você não enxerga a inversão, entra no jogo tentando provar que é “boa pessoa”, em vez de sustentar fatos e decisões.

Se você percebe que sempre acaba pedindo desculpa por coisas que não começou, não ignore. Salva esse post, releia conversas antigas com esse olhar e anota situações concretas de inversão de culpa.

Culpa é o que ele usa. Consciência é o que te protege.

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Narcisista não joga limpo. Ele organiza narrativa, se vitimiza, se adianta com amigos, família e, muitas vezes, com prof...
13/05/2026

Narcisista não joga limpo. Ele organiza narrativa, se vitimiza, se adianta com amigos, família e, muitas vezes, com profissionais. Enquanto você ainda está explicando o que aconteceu, ele já está trabalhando para te posicionar como desequilibrada, ingrata ou exagerada.

Quem entra nesse cenário guiada só por raiva, impulso ou vontade de desmascarar, normalmente chega no processo exatamente no papel que ele desenhou.

O método é simples: menos exposição, mais documento; menos grito, mais prova; menos improviso, mais estratégia jurídica alinhada com segurança emocional.

Comenta ESTRATÉGIA se você também acredita que esse é o melhor caminho.

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A partir dessa frase, eu não enxergo só um ex difícil, eu enxergo risco estratégico.Quando você traz essa suspeita, eu p...
11/05/2026

A partir dessa frase, eu não enxergo só um ex difícil, eu enxergo risco estratégico.

Quando você traz essa suspeita, eu passo a observar três coisas com muita atenção: segurança, narrativa e prova.

Segurança: se há histórico de ameaça, controle financeiro, perseguição, risco físico ou emocional maior na hora em que ele souber do divórcio.

Narrativa: como ele se apresenta socialmente, quem costuma acreditar nele e qual imagem ele já está construindo sobre você.

Prova: o que existe de concreto sobre agressões, manipulações, abandono financeiro e exposição das crianças.

Com perfil narcisista, eu sei que o processo não será só jurídico, será também de imagem. Ele tende a se vitimizar, inverter fatos e pintar como instável. Então eu preparo você para não entregar de bandeja aquilo que ele precisa: explosões, recuos e mensagens impulsivas. E estruturo o caso pensando em documentos, testemunhas e registros que sustentem a sua versão mesmo se ele atuar como “o pai/marido perfeito” na frente do juiz.

Se você olha pro seu relacionamento e pensa “tem algo errado, acho que é narcisismo”, não ignore esse pensamento. Salva esse post, começa a registrar o que acontece e procura uma advogada que entenda dessa dinâmica. Sua percepção é ponto de partida.

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No relacionamento abusivo, o roteiro é sempre o mesmo: explosão, humilhação, promessa de mudança, fase “boa”… e novo est...
08/05/2026

No relacionamento abusivo, o roteiro é sempre o mesmo: explosão, humilhação, promessa de mudança, fase “boa”… e novo estouro. No jurídico, muitas vezes é igual.

Você decide se separar, marca consulta, começa a entender seus direitos, sente medo, ele faz cena, chora, ameaça ou “muda” por alguns dias… e você recua. Até a próxima crise.

O abuso se mantém não só pelo que ele faz, mas pelo ponto em que você sempre volta atrás.

Perceber onde você desiste é o início da virada. É ali que você precisa de mais estrutura, informação jurídica clara, apoio emocional e um plano mínimo de segurança financeira e física para transformar o “não aguento” em “eu vou até o fim, mesmo com medo”.

Se você se viu nesse ciclo, não se ataque. Se observe. Salva esse post, identif**a qual é o seu ponto de desistência e leva isso pra terapia e pra conversa com uma advogada de família que entenda de abuso. É exatamente aí que sua estratégia precisa f**ar mais forte.

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Loucura seria seguir fingindo que isso é “normal” só porque ele insiste que o problema é você!Quando a violência é psico...
06/05/2026

Loucura seria seguir fingindo que isso é “normal” só porque ele insiste que o problema é você!

Quando a violência é psicológica, ela não deixa roxo no corpo, deixa confusão na sua cabeça. Você começa forte, segura, sabendo o que viu e o que sentiu. Depois de tantas inversões, pedidos de desculpas, fases “boas” e novas promessas, passa a se perguntar se exagerou, se entendeu errado, se não é sensível demais... E ele se apoia exatamente nisso: quanto mais você duvida de si mesma, mais fácil f**a te manter ali.

A realidade é dura, mas libertadora: o que você vive tem nome, dinâmica, ciclo e estudo. Não é “drama”, é padrão de abuso que impacta sua saúde emocional, suas decisões, seu futuro e, muitas vezes, o dos seus filhos também.

Sair daí não é ato impulsivo, é projeto: registrar o que acontece, buscar ajuda especializada, entender seus direitos e construir, passo a passo, uma rota de saída segura.

Compartilhe esse post com uma amiga que vive nesse ciclo e não consegue sair dele.

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Ele sabe que, se tocar no que você tem de mais sagrado, você recua. Por isso começam as frases: “vou tirar as crianças d...
04/05/2026

Ele sabe que, se tocar no que você tem de mais sagrado, você recua. Por isso começam as frases: “vou tirar as crianças de você”, “eles preferem f**ar comigo”, “vou falar tudo o que você faz pro juiz”, “se você se separar, quem vai sofrer são eles”... E aí você começa a negociar a própria dignidade só pra “proteger” os filhos do conflito. Aceita menos do que é justo, engole humilhação, volta atrás na decisão de se separar…

O problema é que, quando você se rende ao medo, ele aprende o caminho. Filho vira moeda pra conseguir o que quiser: dinheiro, poder, obediência. E isso adoece não só você, mas também as crianças!

Proteger seus filhos não é fazer tudo que o narcisista quer pra ele “f**ar bonzinho”. Proteger é estruturar guarda, convivência e pensão de forma clara, registrar comportamentos que fogem do combinado e, se necessário, envolver profissionais que ajudem a resguardar o bem-estar deles.

Se você sente que seus filhos estão sendo usados pra te atingir, não normalize! Busque ajuda o quanto antes.

Siga para saber mais sobre isso.

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O que decide seu divórcio não é o drama dele, é o que está na lei, no que vocês construíram juntos e no que pode ser pro...
01/05/2026

O que decide seu divórcio não é o drama dele, é o que está na lei, no que vocês construíram juntos e no que pode ser provado. Essas frases que antes acabavam com você, vira sinal de alerta: é ali exatamente onde você precisa de estratégia.

Se você já ouviu qualquer uma dessas, não f**a ruminando sozinha. Salva esse post, anota tudo que tem acontecido e leva esse material pra uma conversa séria com uma advogada de confiança. Você não precisa enfrentar um perfil narcisista desarmada.

Siga para saber mais sobre isso.
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29/04/2026

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